Era uma vez um Cocheiro ...


Por Tania Klein




Era uma vez um Cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e percebia que as aboboras estavam todas desarrumadas. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e tudo se desarrumava de novo.

Então, começou a ficar desanimado e pensou: “jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas! ” Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desorganizadas, arrumavam-se sozinhas no próximo solavanco.

Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do objetivo aonde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.

Assim é nossa vida, quando paramos demais para avaliar nossos problemas e dificuldades, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas

(do livro Caixa de Ferramentas – Legrand)

E, você, está parando a cada solavanco ou indo em frente atrás de seus objetivos e metas?

E, falando nisso, já fez seu planejamento de carreira? Sabe quais são seus objetivos e metas?


Seus problemas estão tomando mais tempo e energia que a busca pela solução?

Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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O sonho de Ícaro


Por Tania Klein






Você certamente já ouviu a expressão “sonho de Ícaro”, não? E, pode inclusive ter estudado sobre a lenda, ou até mesmo, já tido a oportunidade de visitar a Grécia e o mar Egeu. Neste momento, o que vale é lembrar a lenda...

... contam, que, um grande artesão, Dédalo, sabotou a obra do rei Minos, justamente aquele que tinha derrotado o minotauro. Então, como castigo, Dédalo e seu filho Ícaro foram condenados a viver na prisão, que ficava bem ao sul da ilha de Samos, no mar Icario (Egeu).

Como era excelente artesão, Dédalo planejou a fuga dos dois, de uma maneira que até hoje encanta quem ouve pela ousadia e criatividade (e outros termos pejorativos também), pois tratava-se de uma fuga fantástica, voando, com asas enormes! 

Dedalo usou penas e cera para formar suas obras! Duas asas para si e duas para seu filho Icaro.

Asas prontas, Dedalo recomendou ao filho que não voasse muito alto, pois o calor do sol poderia derreter a cera e ele cairia. 

Os dois saíram voando em sua fuga epopeica! E ganharam os céus da liberdade!
Mas, como todos sabem a linda lenda não termina aqui com este final feliz.

Icaro, desobedecendo as orientações de seu pai, alça um voo mais alto e tão perto do sol, derrete a cera de suas asas e cai, morrendo no mar.

E assim, todos conhecemos a história.

Mas, como poderiam asas de pena e cera se sustentarem? AH, aí está! Além destes materiais, Dédalo também usou outros para a construção das asas, que não poderiam ser molhados, pois a água acabaria com a estrutura. Você sabia disso? Pois é, eu vivi muitos anos sem saber. Dedalo, também recomendou ao filho que não voasse muito baixo. Ou seja, nem tão alto que suas asas não aguentassem e nem tão baixo a ponto de perder sustentação.

Consegue ver como esta lenda interfere em nossa vida? 

Queremos sair de nossas ilhas, queremos alçar voos mais altos, mas tememos o sol. E, como não sabíamos da segunda parte, ou seja, como era montada a estrutura, ficamos voando baixo, achando que é seguro.

Agora que você sabe, que voar baixo demais pode te derrubar e voar muito alto, sem controle, também pode te levar ao chão, que tal começar a planejar sua carreira e sua vida para voar alto e longe com segurança?

Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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Sempre foi assim...


Por Tania Klein





Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para pegar bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não subia mais a escada.
Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto, participado, com entusiasmo, na surra ao novado. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.
Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
“Não sei….As coisas sempre foram assim por aqui!”
(do livro Caixa de Ferramentas – Legrand)

E você? Está fazendo sempre tudo igual, por que sempre foi assim?
Está buscando sua recolocação da mesma maneira?
Mantém sua carreira da mesma forma por achar que não há nada que possa fazer para melhorar?
Vale parar um pouco e observar suas atitudes, o que pode fazer diferente?
Ah, aproveite para fechar os ouvidos para todos os derrotistas, pessimistas que se aproximarem de você. Quem não tenta nada diferente, pode estar fadado ao insucesso.
Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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Não venha dizer que não da!


Por Tania Klein





Uma coisa que me tira do sério é ouvir desculpas e ver nas reações o medo de tentar, a inércia, e por que não dizer, preguiça de sair da zona de conforto. Te garanto, a tal zona de conforto pode até ser “segura”, mas absolutamente nada cresce lá. Nada! É um território totalmente estéril. Acredito que não seja bem este o lugar que você realmente deseja estar.
Espero que ao ler, você não se identifique, mas se por acaso, bater aquela sensação de “ops, estou fazendo isso”, comece imediatamente a mudar suas ações.
Vejo uma quantidade imensa de mensagens, textos, artigos espalhados pela internet, tanto nas redes sociais falando da importância de se fazer diferente, mudar, ser disruptivo, num momento em que muitas pessoas estão na mesma situação, ser diferente é ser pró ativo, não desistir, tentar novamente de outra forma, buscar outros caminhos.
Por que digo isso? Por que com frequência vejo profissionais gabaritados, que leêm estas orientações o dia todo e NÃO APLICAM! Você está fazendo isso? Lendo, lendo, enchendo sua cabeça, criando uma obesidade mental e não está aplicando? Deixa te contar que as fadas, papai noel, coelhinho da Páscoa não existem! Ou você faz por você, ou nada vai acontecer.
Quer mudar sua situação? Comece agora! O que ainda não fez? O que fez de um jeito que pode ser feito de outro?
E, quem sou eu para falar isso tudo? Eu já estive mais de uma vez procurando emprego, achando que não conseguiria. Apenas para ilustrar vou te contar um pedacinho, o último. Tive minha filha aos 41 anos de idade, ao sair para minha licença, recebi todas as garantias verbais de que voltaria para minha atividade no final de minhas férias e licença maternidade. Entretanto, no dia que voltei, fui desligada, até hoje não entendi o motivo, mas tudo bem. (esta seria a terceira vez na minha carreira, pois nas outras trocas que fiz, eu escolhi as mudanças)
Então, decidi montar uma empresa e trabalhar como consultora, pois aos 41 anos e com uma filha de 6 meses foi bem complicado me aceitarem. Comecei muito tem minha vida de consultora, com alguns clientes sendo atendidos ao mesmo tempo, até cometer um erro. Decidi atender apenas um. Fiquei nesta empresa como consultora interna, coordenando o RH, mas, em regime PJ. Menos de um mês antes de meu contrato ser encerrado, meu pai faleceu.
Então, decidi mudar novamente e trabalhar com o que “sempre amei”, treinamento e palestra. Procurei um amigo, que já era Coach, para que me ajudasse a ser a melhor treinadora e palestrante que eu pudesse ser. Em meio ao meu processo de Coaching entendi que eu poderia ser a melhor Coach! E assim, aqui estou eu, sou Coach, mudei minha carreira aos 43 anos de idade, minha filha está linda, com 3 anos.
Portanto, antes de pensar que não pode, olhe para sua própria trajetória e avalie: Quantas vezes venceu outros desafios? Quantos enfrentou pelos outros? Que tal agora enfrentar um por você mesmo?
Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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A corrida da sua vida!


Por Tania Klein





Em certa ocasião, numa corrida já bastante tradicional, quatro jovens pilotos, amantes da velocidade e do risco, resolveram formar uma equipe e disputá-la. Seriam quatro carros, com chances absolutamente iguais de vencer. Todos com a mesma eficiência técnica e rendimentos idênticos. A única coisa a distingui-los seria a forma com que cada um conduziria seu veículo.

Começada a corrida, o primeiro piloto disparou na frente. Em seu objetivo de vencer, ele acelerava cada vez mais, o que ia tornando cada vez mais difícil manter o carro naquela pista sinuosa. A forma de guiar, com arrancadas espetaculares e derrapagens em todas as curvas, ia produzindo um “frisson” nos expectadores e um desgaste prematuro dos pneus, até que completamente desgovernado, saiu da pista e teve que abandonar a competição.
O segundo piloto, extremamente cauteloso e conservador, não admitia correr qualquer espécie de risco. Dessa forma, fazia uso dos freios com tal frequência que isso foi produzindo um superaquecimento do sistema, que logo começou a falhar. Com os freios em precárias condições, foi obrigado a reduzir a marcha, e acabou sendo superado por todos os demais competidores.

O terceiro piloto, preocupado com as ameaças que representavam seus oponentes, controlava todos os seus movimentos pelo retrovisor. Ele ficou de tal modo fixado no espelho, atento a tudo que se passava atrás de si, que, não percebendo uma curva à sua frente, saiu da pista e ficou fora da corrida.

O quarto piloto, muito mais equilibrado que seus companheiros, determinado a alcançar seus objetivos, ocupou-se logo de planejar uma estratégia para a corrida. E desse modo, sempre que as condições da pista permitiam, ele fazia uso do acelerador, e, quando as condições lhe eram adversas, ele usava os freios. Jamais se permitiu desviar a concentração a ponto de perder de vista seu objetivo ao consultar os retrovisores.

De início, ele foi superado pelos seus concorrentes, mas, aos poucos, sua estratégia se mostrou acertada, e, um a um, ele foi superando os adversários e conquistando suas posições. Até que, por fim, venceu a corrida. E de modo brilhante, sem apresentar cansaço excessivo ou desgaste acentuado de seu equipamento.

(João Henrique Ribeiro dos Santos – Livro: “Caixa de Ferramentas” – Legrand)

Adorei este texto!

Ele ilustra de maneira clara a importância do planejamento em nossas carreiras.
Observe agora mesmo como está “pilotando” sua vida? Como está guiando sua carreira?
Está vivendo perigosamente, acelerado, sem ter tempo para nada ou ninguém, até para você mesmo? Sobre carregado, ansioso, pensando apenas no futuro, “no dia em que...” e esquecendo de viver o agora? Está prestando atenção nas curvas que está fazendo? Nas marcas de derrapagem que está deixando? O momento presente é único e por mais que se queira, não volta! Viva-o!

Ou, está de tal forma temeroso que não consegue realizar nada, achando que é precaução, mas é na realidade pura insegurança, por não saber o que vem no próximo passo, já que você apenas “pilota pela curva e pela estrada”, sem ter realmente o mapa do caminho traçado em sua mente. Está vivendo na escassez de criatividade, motivação, energia, com medo de gastar? E, com isso, deixando oportunidades passarem?

Se, estiver então, preso ao passado, lembrando “como era bom!”, “como eu era feliz e não sabia”, “no meu tempo...”, e tantas outras maneiras de ficar preso, olhando apenas para o retrovisor, sem viver o presente e pior ainda, sem pensar ou planejar seu futuro, como acha que vai conquistar o que precisa? Importante aprender, mas seguir em frente.

Espero que esteja vivendo seu momento, com planejamento, com toda sua “pista” reconhecida e preparado para as adversidades. Sabendo como enfrentar as curvas, a estrada ruim, sol, chuva e até tempestades.


Viva o agora, com seu futuro planejado, mesmo que esteja em busca de recolocação, tenha isso planejado! Conheça, determine sua estrada!

Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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Aonde o outro me influencia!


Por Paulo Cezar Gouvea




Em diversos momentos de sua vida já deve ter se deparado com algumas situações: “Olhe você esta falando alto demais!”, “O vermelho é uma cor que não lhe cai bem!”, “Tem certeza que essa é a melhor opção?”, “Use esse modelo, é o melhor que temos!”, “Sempre fizemos assim!”, enfim, uma enormidade de frases e afirmações ou em alguns casos negações, que ora nos ajudam ou ora nos atrapalham, mas, convém refletir a respeito, será que todas essas frases realmente nos proporcionam um norte a ser seguido de fato ou cabe um questionamento?

Sim, na grande maioria das vezes as pessoas não questionam, apenas executam e seguem a risca o que foi dito. Em alguns casos essas situações geram algum desconforto, pois nem sempre o resultado apresentado é o que se esperava e a pessoa sente-se frustrada por ter não ter seguido a sua própria intuição ou até mesmo, não ter dado a devida atenção para a sua própria consciência, confiando em demasia ao que lhe foi outrora passado.

Essas frases ou situações são consideradas um modelo mental que acompanham a humanidade há um longo tempo, ou seja, um Paradigma criado e que nos é passado de geração após geração, por isso um cuidado todo especial em relação aos questionamentos nesse sentido. Muitas vezes, as pessoas optam por seguirem a risca esses passos e pouco refletem em cima disso, deixando para depois um questionamento ou até mesmo, esquecem e deixam que o fluxo siga dessa maneira a fim de evitar um possível conflito.

Outro ponto interessante, é pensar a respeito de quando você esta chegando ao seu trabalho ou em qualquer outro ambiente social, pronuncia um sonoro “bom dia”, “boa tarde”, enfim, cumprimenta e pouco é correspondido, chega todo animado ou animada e sequer lhe dão a atenção. Caso você silencie, acatando essa negativa como uma resposta pronta e assuma para si o mau humor instaurado no ambiente, esta deixando claramente que o outro seja dominante, deixando-se ser levado pelo mesmo sentimento que assola a todos. Mas, se você ignora e continua mantendo sua postura vencedora, com certeza o outro não conseguirá exercer um domínio sobre você e tampouco insistirá nisso.

Esse ponto é de extrema relevância, aonde o outro me influencia, pois as pessoas são dominadas de forma inconsciente, ou seja, alguém lhes diz que deve ser assim, mantenha esse padrão, siga dessa maneira, enfim, um modelo mental implantado e pouco criticado, o que denota na maioria das vezes que as coisas estão paradas no tempo, não teve certa evolução no decorrer dos anos e isso é válido para todo o meio ambiente e não se restringe apenas ao profissional. Fato é que quanto menos questionamentos existirem, menos incomodados as pessoas se sentirão e também, não o enxergarão como um rival e sim, mais um a seguir esse mesmo modelo mental que aí se faz forte e presente.

O ideal é estudar o ambiente em que esta inserido ou esta entrando, tentar de todas as formas compreendê-lo para em seguida e gradativamente implantar a sua filosofia de trabalho, seu modo de ser e agir, de tratamento em relação as pessoas, enfim, entendê-lo da melhor maneira possível e explicando com exemplos práticos que é possível sim a mudança de um modelo mental. Pois quem ganha com essa mudança é todos e não apenas um ou outro, o benefício é realmente para todos.


Aonde o outro me influencia é de fato um grande Paradigma a ser quebrado, pois na maioria das vezes nos deixamos de forma inconsciente que o outro nos domine e quando percebemos, já estamos fazendo igual ou até mesmo pior. Em situações como essas, é necessário procurar colocar-se em primeiro plano no lugar do outro, tentar entender porque age e é assim, muitas vezes, essa forma de ser já faz parte de sua essência e nem mesmo a própria pessoa percebe. Após esse processo de avaliação e entendimento, o ideal é que seja esclarecido o porquê algumas coisas devem ser mudadas e praticadas, o chamado “pensar fora da casinha”, demonstrando na prática que muitas coisas podem ser melhoradas e todos têm a ganhar com isso. Mudar é preciso, pensar e agir diferente é preciso, pois evita doenças ocasionadas por esforços repetitivos e ainda, alimenta a própria criatividade.




Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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O que aprendi enquanto desempregado!


Por Paulo Cezar Gouvea




Esse é um tema bastante sensível e delicado de se responder, mas, convém pensar e muito a respeito, afinal, muitas são as coisas e os sentimentos que nos assolam nesse momento. Dúvidas, impaciência, indecisão, escolha dessas ou daquela oportunidade, rever conceitos e amizades, principalmente aquelas esquecidas, enfim, uma enormidade de acontecimentos que ocorrem dentro de certo período de tempo.

Estar ou se encontrar desempregado é um momento complicado, mas, faz parte da carreira de qualquer profissional e em muitos casos, inerente à sua própria vontade, ou seja, devido a um período instável da economia do País, baixa nas vendas e a consequente queda na produção, são alguns exemplos para se encontrar dentro de uma situação assim, ainda mais em tempos atuais.

O ideal é fazer um pequeno balanço do que viveu profissionalmente até então, administrar o tempo de forma em que as coisas não saiam de seu controle pessoal, rever certos gastos e investimentos financeiros, procurar adequar-se a essa nova realidade e aguardar para que as coisas voltem a um patamar de crescimento aceitável.

São dicas simples, porém, conforme o tempo passa e as entrevistas de emprego não surgem ou vão ficando cada vez mais raras e em contrapartida disputadas, faz-se necessário manter a calma, a paciência e a Fé acima de tudo, pois uma hora isso tudo passará, nada dura para sempre, nem mesmo as coisas ou situações ruins. A vida é feita de ciclos e cada qual com o seu prazo para começar e terminar, não de acordo com as nossas vontades, mas, conforme tem que ser a própria História nos prova e demonstra isso.

Procurar investir em si mesmo, buscar novos conhecimentos (Leitura, Internet, Youtube, Cursos Online, Trabalhos Voluntários, etc.), uma infinidade de oportunidades está a nossa volta e nos pedindo para serem degustadas e apreciadas. Valorizar as amizades, fortalecer o Networking (de verdade!), aprimorar-se em certos conceitos e buscar fortalecer pontos considerados fracos ou muitas vezes, nem praticados por conta de uma rotina existencial. Também são alguns exemplos para nos posicionarmos de certa forma melhor em relação ao que éramos no passado.

Lembrando que todo o investimento realizado nesse sentido é revertido em benefícios próprios, ou seja, se diferenciando e se mantendo atualizado de fato, pois o mercado exige isso de todos os profissionais e independe do seu nível pessoal ou hierárquico. Uma carreira sólida é construída nos momentos mais duros e complicados da vida, nada nasce por acaso ou surge com facilidade, sem exigir certos sacrifícios em troca.

Um ponto interessante é conseguir manter a resiliência, ter uma boa postura profissional e ainda, administrar a Inteligência Emocional, são momentos como esses, de estresse que nos proporcionam isso, muitas vezes a pessoa quer largar tudo, sair correndo, deixar as coisas como estão e simplesmente sumir e sem ao menos dar uma chance a si mesma, de provar que é capaz e de fato, de conseguir dar a volta por cima.

Para se vencer na vida, “é preciso dar um passo para trás para conseguir dar dois adiante”, essa frase parece simples no dizer, mas, complicada no praticar, por isso a importância de rever certos pontos e conceitos pessoais, valores, amizades, família e aí sim, decidir o que é ou será melhor pra si mesmo.


Sair correndo ou fugir dos problemas não é uma solução adequada ou saudável, aonde quer que vá ou esteja os problemas surgirão e é preciso sim, uma decisão centrada para a resolução dessas situações. A vida não é fácil para ninguém, isso é fato, mas, todos sabem que lamentar-se em nada ajuda, apenas atrapalha e não nos torna mais forte para sobreviver e vencer a tudo isso. O que aprendi enquanto desempregado é praticar boa parte do que escrevo, pois quando nos faltam às forças, a Fé ou até mesmo a vontade, é a hora de investirmos mais e mais, sem cessar, em nós mesmos, afinal, senão fazermos isso por nós quem o fará? Ninguém. Somos todos responsáveis pelo ir e vir e ainda, por todas as decisões que tomamos e sejam essas boas ou ruins!



Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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Gestantes e Lactantes Serão Afastadas de Atividades Insalubres, Agora é Lei!


Nova lei 13.287/2016 assegura direitos às trabalhadoras gestantes
Por Dânton Zanetti





Poucos dias após a comemoração do dia das mães, é sancionada a lei 13.287, de 11 de maio de 2016, que proíbe gestantes e lactantes de exercer atividades laborais em ambientes insalubres.

A referida lei altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para incluir o novo artigo 394-A, com a seguinte redação:

"A empregada gestante ou lactante será afastada, enquanto durar a gestação e a lactação, de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres, devendo exercer suas atividades em local salubre."

A medida vem para prestigiar os direitos humanos e proteger a saúde da gestante e do feto, pois evitar o contato com agentes insalubres certamente 

Contudo, um dos pontos preocupantes é que a Presidente vetou o dispositivo que assegurava à empregada o pagamento integral do salário que vinha recebendo, inclusive o adicional de insalubridade, deixando assim uma lacuna com relação à remuneração da trabalhadora.

Com o afastamento da trabalhadora esta não precisa comparecer ao trabalho? Comparece ao trabalho, porém exerce outras atividades?

E  quanto ao salário, permanece o salário inalterado?  Desconta-se o adicional de insalubridade que habitualmente é pago?

A lei foi publicada nesta data e entrou em vigor hoje, mas, como visto, vários são os questionamentos que surgem em face desta nova norma e que certamente deverão ser tratados com cautela pelas empresas, a fim de evitar situações que podem dar ensejo à futuras ações trabalhistas.

Dânton ZanettiSócio fundador do escritório Zanetti e Oliveira Advogados Associados. Professor da Graduação do Curso de Direito das Faculdades Integradas Santa Cruz de Curitiba – FARESC. Palestrante. Graduado pela FAE Centro Universitário. Especialista em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR. Especialista em Direito e Processo do Trabalho pelo Centro Universitário UNICURITIBA.
Contatos:
e-mail danton.zanetti@gmail.com;https://br.linkedin.com/in/dânton-zanetti-00020a91
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Investindo em você!


Por Paulo Cezar Gouvea





Estamos atravessando um momento extremamente complicado e sensível ao mesmo tempo, em praticamente todos os setores de nossas vidas, mas, uma coisa é certa, por mais que as coisas estejam atribuladas, difíceis, enfim, parecendo que estão fugindo do controle, jamais deixe de acreditar e de investir na principal pessoa envolvida em todo esse processo: Você.

Sim, você, pois mesmo que as coisas estejam dessa maneira, ainda é possível dar a volta por cima, se reinventar e principalmente, com muita criatividade, paciência e cautela, sair-se vencedor dessas inconstâncias momentâneas, que estamos passando por conta de uma crise que nos assola há um longo tempo.

As crises vêm e vão e fazem parte do ciclo humano, isso é fato. Seja em qualquer momento, ambiente, situação econômica e social, enfim, surgem para nos mostrar que alguma coisa não está de acordo, ou seja, demonstrando que há necessidade de uma melhora, releitura em seus processos, investimentos em novas tecnologias, modo de pensar e agir, desvios de conduta ou corrupção, realmente, uma “sacudida” para que as coisas possam voltar a um patamar aceitável e de crescimento.

Nesse momento entra você, acreditar que é possível, que são situações que realmente precisamos enfrentar e jamais pensar em desistir. Vai surgir o cansaço, as dúvidas, aumento de dívidas, inimizades, momentos de dores e tristezas, algumas perdas sentidas, outras nem tanto, mas, fazem parte desse cenário. Também, é preciso ter em mente que as amizades verdadeiras (e que são poucas), estarão sempre lhe procurando para saber como esta ou o que tem feito para se sobressair, diante dessas questões impostas pela vida até então.


Investir em sim mesmo, pode parecer egoísmo, mas, diante do que estamos passando e enfrentando diariamente, vem nos mostrar o quanto real e verdadeiramente poderemos crescer diante das adversidades. Buscar conhecer-se mais, aprimorar certas habilidades ora esquecidas ou deixadas de lado, por conta de uma rotina existencial, fortalecer pontos considerados fracos, melhorar-se de forma constante em seu modo de ser, agir, pensar e principalmente, se comunicar, são alguns itens a se praticar com certa regularidade.

Muitas vezes algumas pessoas deixam de investir em si mesmas, por acreditar que se gasta muito, quando na realidade e se olhar bem à volta, muita coisa esta à sua disposição por um custo mínimo: a força de vontade. Não desistir de um investimento por conta de uma visão terceira, mesmo sendo essa uma fonte e tanto de confiança. A visão do imediatismo nesse momento atrapalha e não serve como apoio para um crescimento substancial.

Ha necessidade torna a razão umas das principais ferramentas de apoio nesse momento, ou seja, buscar incondicionalmente, mecanismos para que possamos de fato alavancar o nosso crescimento de forma equilibrada e sustentada, parece simples dizendo isso, mas, não é, requerem de nossa parte um pouco mais de atenção, foco e cuidado. Atenção no que será preciso para realizar esse processo, foco no crescimento, mesmo que algumas coisas demorem a acontecer e ainda, cuidado para não se prejudicar ou fazer um investimento à toa.

É importante um pequeno planejamento para que nada se perca ou ainda, venha fugir do controle. Investir em sim mesmo, é acreditar no impossível e mesmo sabendo que as coisas não acontecem da noite para o dia, mas, acontecem sempre no tempo certo, na hora certa e no dia exato. Pois tudo na vida tem um momento para começar, desenvolver-se e terminar. Esse é o ciclo natural da nossa existência, nada acontece por acaso.


Por isso é de extrema importância aprender com essas situações que estamos vivendo e delas, tirar grandes lições, proveito e conhecimento, afinal, o ser humano é a tecnologia mais avançada em todo o mundo, com certeza sabe superar-se incrivelmente bem em praticamente todas as circunstâncias que esteja passando ou enfrentando, pois a nossa vida é muito maior do que se possa imaginar.



Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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5 perguntas para você fazer durante a entrevista


Durante uma entrevista de emprego, muitas vezes, os candidatos assumem uma postura inerte e não fazem as perguntas fundamentais sobre a vaga ou a empresa, demonstrando ao recrutador desinteresse ou despreparo.



A expectativa durante a entrevista está dos dois lados e o recrutador espera ouvir do profissional questões básicas sobre a empresa, vaga, funções, cultura, entre outros.
Segundo especialista em Recursos Humanos, por mais completa que seja a entrevista, ao final dela o entrevistado sempre terá, com certeza, algumas dúvidas. “Este é o momento para fazer perguntas ao entrevistador e ele as espera”, explica o especialista.

De acordo com especialista existem cinco perguntas fundamentais durante a entrevista, são elas:
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