Doze erros típicos de quem está há muito tempo no mesmo emprego



Quem está há muito tempo no mesmo emprego pode ter a ilusão de que não será demitindo e, por isso, acaba se comportando inadequadamente no ambiente corporativo.


Depois de dez anos em uma mesma empresa, é comum que o profissional fique desmotivado, acomodado e esqueça que pode ser mandado embora. E é aí que surgem os problemas. "A acomodação é a mãe de todos os erros. Ela causa todas as falhas que podem levar à demissão", afirma a especialista consultora de carreira e negócios. Veja, a seguir, quais os doze erros típicos que um funcionário antigo costuma cometer.

1. Fazer apenas sua obrigação
Para especialista em carreira, um dos principais sintomas da acomodação é a falta de dedicação e paixão. "É comum que a pessoa entre no trabalho cheia de gás e, depois, comece a fazer as coisas mecanicamente", afirma. Segundo ela, um funcionário que adota essa postura fica limitado. "É uma armadilha que ele cria para si. O funcionário só será reconhecido, dentro ou fora da empresa, caso se destaque".

2. Deixar de ter novas ideias
De acordo com a professora de administração da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), o motivo para este tipo de comportamento no trabalho é a desmotivação, originada tanto pela empresa, que não oferece novidades, quanto pelo funcionário, que não faz nada a respeito.
Para a professora da FEA e coordenadora da FIA (Fundação Instituto de Administração), se você está em uma mesma organização há muito tempo, tome cuidado para não ficar com o olhar viciado, mesmo se considera que sua carreira está indo bem. "Se você conseguiu galgar outros postos, pode cair no erro de perder o contato com a inovação", diz professora. "Esteja constantemente se aperfeiçoando para trazer respostas novas".

3. Não se atualizar
"Não cuidar do próprio desenvolvimento e esperar que a empresa faça isso é uma das piores decisões que um funcionário pode tomar", diz a professora da FGV (Fundação Getúlio Vargas). "Se a empresa oferecer isso, ótimo. Se não, deve partir de você. É preciso sempre estar atualizado, fazer cursos, se aperfeiçoar", afirma.
"Muitos funcionários antigos não são reconhecidos porque não fazem cursos, não desenvolvem competências", diz a consultora de carreira. Segundo ela, se você fica um ano sem desenvolver novas competências, fica obsoleto. "Se tudo está mudando e a pessoa está há dez anos fazendo a mesma coisa, há algo errado", diz. especialista e recomenda fazer quatro cursos por ano, mas não se assuste: valem cursos pela internet e de curta duração. "Isso estimula o profissional e mostra ao mercado e á empresa que ele tem interesse"

4. Reclamar demais
É comum que funcionários com muito tempo de casa tenham o hábito de reclamar o tempo todo sobre a empresa, mas sem fazer nada para mudar de situação. "Eles podem achar que reclamar os torna importantes, e que, assim, mostram serviço. Além de ruim, este comportamento contagia os demais",.
Para a especialista, não se deve falar qualquer coisa no ambiente corporativo. "Só porque você está na empresa há muito tempo não significa que pode fazer reclamações o tempo todo. Você não sabe aonde o comentário pode chegar. Alguém pode distorcer o que foi dito", afirma.

5. Ser teimoso e inflexível
Depois de muitos anos em uma mesma empresa, é comum que o profissional pense que o jeito que ele desempenha as tarefas esteja sempre certo. E mais: chegue ao ponto de não aceitar ideias novas –e até de debochar delas. "É um erro pensar que as coisas não podem mudar só porque você agiu de um jeito por dez anos". "Tenha flexibilidade para acompanhar a situação da empresa, para ouvir os colegas, ouvir críticas. Se o mercado muda, a empresa muda, mas eu não, sou eu o inadequado", diz especialista.

6. Rejeitar funcionários novos ou formar "panelinhas"
Só se relacionar com os funcionários antigos mostra falta de percepção da importância do trabalho em equipe, afirma a consultora de carreira e negócios. Todos devem se integrar com os colegas novos". A rejeição costuma ser ainda maior se o novato chegar para um cargo de chefia. Quem já está na empresa pode se sentir injustiçado e rejeitar o novo superior. Mas é um erro esperar uma promoção por tempo de casa. "Não é uma fila. A medida é a competência".



7. Chegar atrasado ou sair mais cedo
Se há uma relação de intimidade com superior, o funcionário antigo pode pensar que tem abertura para chegar atrasado ou sair mais cedo do trabalho. "Como todos o conhecem, ele pensa que pode faltar, se atrasar, sair mais cedo. E, no fim, acaba sendo visto como alguém que não está comprometido. Com esse comportamento, dificilmente será reconhecido.

8. Se achar íntimo do chefe
Depois de tanto tempo convivendo com o chefe, é comum que a relação se estreite. Mas a intimidade demais com o superior pode ser uma armadilha. Se você começar a se aproveitar da vista grossa do chefe para acobertar suas falhas, quando for necessário, ele exigirá mais de você, que não poderá negar nenhum pedido dele, pois deve muitos favores. "As relações são vias de mão dupla". "Matenha uma certa formalidade e crie espaço para poder negar algo".

9. Fazer piadinhas inconvenientes com os colegas
Quase toda empresa tem aquele funcionário antigo que acha que tem liberdade para agir como quiser com os colegas –isso inclui piadinhas inconvenientes e apelidos. O descuido e desrespeito com o outro é resultado da banalização das relações de trabalho, e cabe ao chefe dar um fim nisso. "É um comportamento perigoso, que pode chegar a ser assédio moral. É uma falsa liberdade muito nociva", afirma professora da FGV. 

10. Gritar e falar palavrões
Quem não tem educação na vida pessoal tende a agir do mesmo modo no trabalho, principalmente se estiver insatisfeito com o cargo. Depois de muito tempo sem uma promoção, há pessoas que tentam se autoafirmar ficando mais agressivas, xingando, gritando e falando palavrões. Também há quem se torne mais detalhista e mal-humorado. As explosões também podem ser consequência da ilusão de que se está seguro no emprego.

11. Pensar que manda
Segundo a consultora de carreira e negócios, é comum que funcionários antigos que não estão em cargos de chefia pensem que têm o direito de dar ordens aos novos contratados. "Ele pensa que, só porque tem mais tempo de casa, é uma autoridade", afirma especialista.

12. Não aceitar críticas
Muitos veteranos têm dificuldade de aceitar críticas. Depois de tantos anos desempenhando certas atividades, é compreensível que o funcionário sinta que sabe mais do que os outros. No entanto, é preciso ter humildade para ouvir e debater opiniões diferentes. "Os experientes também cometem falhas. Espera-se que eles assumam a responsabilidade por seus equívocos, senão eles se repetirão", afirma.


Fonte: Notícias UOL

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Estas 7 atitudes podem decretar o seu fracasso profissional


Formação técnica, competências práticas - como visão sistêmica e flexibilidade - e perfil comportamental são ingredientes que, equilibrados, formam a base da receita de sucesso na carreira.

Some-se aí um ambiente profissional propício ao desenvolvimento e está pavimentada a escada da ascensão profissional.

Assim, tanto quanto a formação técnica, competências práticas e cultura organizacional, o perfil comportamental é, sim, fator crítico na trajetória de carreira de qualquer pessoa.

E, em meio à rotina agitada, muitos profissionais não se dão conta de que pode haver algo de errado na maneira como se portam. “A falta de autoconhecimento e autocrítica pode ser um dos principais problemas de hoje no mundo corporativo”.

Veja alguns exemplos de atitudes e comportamentos que só vão comprometer o sucesso, segundo os especialistas:

1. Terceirizar a culpa

Quando o desempenho e o resultado são aquém do esperado, sempre há quem saia distribuindo a culpa a pessoas ou fatores externos: o mercado que sofreu retração, a Copa do Mundo que atrapalhou, as condições climáticas que surpreenderam.

“Deixem de lado a história de terceirizar a culpa. De alguma forma, em tempos fartura ou de crise tem empresas ganhando ou perdendo, executivos sendo promovidos ou demitidos. Todo mundo sabe as dinâmicas do mercado”, diz especialista.

2. Só tomar decisões embasadas em certezas

“O grande executivo age em momentos em que não dá para ter certeza”.

Em situações em que ninguém tem a resposta, o profissional precisa confiar no seu próprio julgamento para tomar decisões estratégicas. Quem espera pela certeza perde a chance de inovar e se destacar.

3. Não levar em conta que o fracasso é possível

O planejamento estratégico deve sempre levar em conta a chance de contratempos, revezes ou até catástrofes. “É preciso ter um plano B e até um plano C”.

Capacidade de se antecipar e ter visão de médio e longo prazo é uma das qualidades de executivos de sucesso. “Do contrário, a pessoa vira um gestor de problemas”. Lembre-se e prepare-se: a chance de não dar certo geralmente é maior do que a de dar certo.

4. Superestimar (ou subestimar) a própria competência 

Não é possível ser excelente em tudo. Aceite suas limitações e, com isso, aproxime-se de pessoas complementares em termos de habilidades e competências.

“A maioria procura se cercar de pessoas medíocres, com medo que pessoas brilhantes as ofusquem”.

O contrário também é válido. A falta de autoconfiança é nociva e paralisante. “Muitas vezes as pessoas não percebem que têm crenças limitantes que barram a iniciativa”, diz especialista.

5. Aceitar cargo de gestão sem ter perfil para tal

“Lembro-me de certa vez em que nosso melhor técnico foi ser diretor na Argentina e, sem perfil de gestão, foi o fim da carreira dele”.

“Falta de consciência faz com que a pessoa assuma um trabalho para o qual não está preparada. E acaba comprometendo o resultado”, diz especialista. Por isso, é sempre bom avaliar se os principais ativos de carreira estão ligados às habilidades técnicas ou de gestão.

Para quem tem perfil mais técnico, o caminho do sucesso, diz o fundador de uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil, passa pela especialização necessária na carreira em Y.

6. Conformismo e procrastinação

Medo de arriscar resulta em conformismo e medo de errar, em procrastinação, segundo especialista. Esperar passivamente pelos desafios ou adiar a execução de tarefas complexas são comportamentos que demonstram a ausência de uma competência altamente valorizada no mercado atual: a proatividade.

7. Falta de capacidade de adaptação

A palavra chave, em tempos de crise e estruturas mais enxutas, é resiliência. O mercado de trabalho é dinâmico e se destaca quem acompanha suas mudanças.

Fugir do papel de vítima e enxergar as oportunidades que aparecem em meio às turbulências do mercado e da economia é a dica para quem quer alavancar a carreira em vez de decretar o fim dela.

Fonte: Exame
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Como separar a vida pessoal da profissional?



Conciliar as atividades pessoais e profissionais sem que uma interfira na outra é o sonho de 100% das pessoas que estão no mercado de trabalho, independente de cargo, função, idade ou sexo. Na teoria parece fácil, mas muitos profissionais têm dificuldades em separar os problemas de casa e do trabalho e deixar cada um em seu respectivo ambiente – principalmente com os avanços tecnológicos, que nos mantém conectados 24 horas.

Imprescindível para a qualidade de vida, essa prática ajuda a evitar problemas na carreira e a aumentar o rendimento. Afinal, não importa se você trabalha em uma grande multinacional, em uma pequena empresa ou se é um profissional autônomo, quando falamos de trabalho estamos falando de produtividade. Assim, se você for um trabalhador produtivo (acima da média) suas chances de sucesso serão grandes. O mesmo vale para seus relacionamentos pessoais, com família e amigos, e seus momentos de lazer, que só tendem a ganhar em qualidade quando você está focado neles.

Segundo especialista em Life Coach da Avalie Coahcing, para alcançar este objetivo o segredo é não tentar separar os assuntos como se fossem duas vidas (uma pessoal e outra profissional), e sim buscar o equilíbrio. Para isso, basta uma boa pitada de bom senso e algumas regrinhas básicas. Confira a seguir quatro delas!

Tenha planejamento e disciplina

O planejamento e a disciplina devem estar presentes nos dois lados da moeda: vida pessoal e vida profissional. No trabalho, tenha sempre muito claro quais são suas atuais prioridades, assim conseguirá organizar suas tarefas com mais clareza. Na vida pessoal, planeje com antecedência como deseja utilizar seu tempo e estabeleça uma rotina em seu dia em que você possa se dedicar também à sua família e amigos.

Não seja uma esponja de problemas

Muito cuidado para não ficar absorvendo problemas atrás de problemas, sejam eles profissionais ou pessoais. Você tem um limite, não insista! Portanto, fique atento para não “comprar” problemas que não são seus e nunca esqueça ou duvide da capacidade que outras pessoas têm para resolver alguns deles. Lembre-se de que você pode sempre delegar.

Não confunda os relacionamentos

Muitas vezes temos em nosso ambiente de trabalho pessoas da família ou amigos pessoais, e em outros casos, amigos de trabalho se tornam mais íntimos e passamos a conviver com eles fora do ambiente profissional. Seja qual for o caso, tenha sempre em mente o contexto em que está envolvido (pessoal ou profissional) e tenha cuidado para não ultrapassar limites.

Deixe os assuntos de trabalho no trabalho

Os momentos que você vive fora do horário de expediente são para relaxar e pensar/focar em outros assuntos. Como foi o dia da sua esposa? O que seus filhos fizeram na escola? Como será a viagem que aquele amigo está prestes a fazer? Enfim, o importante é entender que as pessoas do seu convívio pessoal não pertencem ao seu trabalho, portanto os assuntos de lá pouco interessarão a elas.

Fonte: Carreira & Sucesso

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Entrevistas, tudo está sendo avaliado



Em pesquisa realizada com centenas de recrutadores, foi possível analisar comportamentos que mais podem prejudicar um candidato o afastando de possíveis contratações.

Vale ressaltar que a maioria das atitudes indicadas são facilmente contornadas, basta o candidato estudar e alinhar ideias antes de uma entrevista.

Confira na sequência os principais resultados da pesquisa e as dicas para se livrar destes comportamentos.

No momento de analisar currículos para um processo seletivo, o que é visualizado primeiro?

Descrição das experiências anteriores      85,6%
Formação acadêmica    56,1% 
Objetivo profissional    47,8%

As experiências, formação e objetivo foram os resultados mais citados ao responder a questão, e por isso o currículo de um profissional deve ser completo, mas conciso, é preciso ir direto ao ponto uma vez que selecionadores analisam diversos currículos por dia, se o currículo não for objetivo, ele será descartado.

Na questão da expressão corporal, o que é considerado mais negativo no comportamento de um candidato?

Não olhar nos olhos    83,5%
Má postura    70,1%
Braços cruzados    38,5%

Nesta questão o intuito foi identificar quais posturas em uma entrevista são mal vistas pelos recrutadores. É interessante observar que as respostas mais frequentes são posturas desagradáveis não apenas na hora de uma entrevista, mas em todas as situações do dia a dia de uma pessoa.

Um profissional deve ter o dobro de cuidado em uma entrevista, demonstrar interesse, prestar atenção, ser agradável e manter a postura durante todo o processo é mais do que necessário, afinal, tudo está sendo avaliado e contará contra ou a favor do candidato.

E na expressão verbal, o que causa má impressão?

Gíria    67,0%
Falta de clareza ao se expressar    55,9%
Erro gramatical    51,3%

Vale sempre lembrar que antes de toda e qualquer entrevista é preciso estudar e alinhar tudo o que deve ser transmitido ou não, treine, apresente para alguém suas ideias e se atente para não cometer vícios de linguagem. A preparação é a melhor maneira de se livrar destes comportamentos.

Sobre vestimenta e apresentação pessoal, o que pode prejudicar um candidato no processo seletivo?

Mulheres:
Comprimento das roupas    73,2% 
Maquiagem pesada    44,9% 
Tatuagem/Piercing    33,3%

Homens:
Camiseta de time    61,6% 
Barba por fazer    48,6% 
Excesso de acessórios (correntes, anéis, pulseiras, etc.)   40,2%

Para se livrar dos julgamentos quanto a vestimenta a regra é básica: bom senso! É preciso entender como é a cultura da organização ou consultoria que está realizando as etapas de recrutamento. Existem locais mais tradicionais e nestes ambientes é preciso redobrar o cuidado com as roupas e acessórios em geral.

Em locais mais descontraídos é possível se vestir de forma mais livre, mas como é o primeiro contato é sempre melhor se apresentar de maneira mais formal e se adequar conforme as possíveis próximas fases.

Sobre comportamento e argumentação de um candidato, quais aspectos são prejudiciais na hora da entrevista?

Não demonstrar interesse/entusiasmo    67,0%
Ficar disperso durante a entrevista   62,7%
Perguntar, logo de início, sobre salário e benefícios oferecidos    40,9%

Um recrutador ao convocar um candidato busca por pessoas que estão realmente interessadas na oportunidade oferecida, em muitos convites para entrevistas o candidato já é questionado sobre o seu interesse, por isso, quando um candidato não demonstra interesse é tão frustrante para selecionadores.
Outro fator que a pesquisa mostrou é que candidatos que questionam muito sobre salários e benefícios também podem estar se prejudicando. Em uma entrevista inicial é sempre melhor escutar mais e responder com calma os questionamentos. Perguntar sobre remuneração não é um problema, mas isso pode ser feito ao final da entrevista.

Hoje o comportamento de um candidato possui quase o mesmo peso que as competências técnicas, por isso, é importante se portar de maneira correta em uma entrevista, afinal, entrevistas podem ser as primeiras e únicas oportunidades de se apresentar.


Fonte: Portal Carreira & Sucesso 

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