Como elaborar um bom currículo


Quem busca por uma colocação no mercado ou por novas oportunidades profissionais precisa estar atento na hora de redigir o currículo. Porta de entrada do candidato para o mercado de trabalho, ele deve ser objetivo, conter informações sobre as experiências do profissional e estar de acordo com o cargo a que se destina. Além disso, deve ter estrutura limpa, bem organizada e passar por minuciosa revisão antes de ser enviado.

Você sabe o que não pode faltar em um bom currículo? E o que é dispensável? Habilidades, pontos positivos, formação acadêmica… Confira algumas dicas de como elaborá-lo de forma clara para aumentar as suas chances de ser selecionado.





Dados Pessoais

Nome completo, idade e estado civil devem aparecer logo no início do documento. É fundamental incluir também telefone e e-mail para que a empresa possa contatá-lo facilmente.

Objetivo

Seu objetivo profissional deve ser descrito em apenas uma linha, abordando somente o cargo e a área de interesse. Evite indicar mais de uma área em um mesmo currículo.

Formação acadêmica

Coloque o nome da instituição de ensino, curso e datas de início e término dos cursos que frequentou, apresentando-os por ordem de importância (pós-graduação, graduação etc.). Cursos técnicos só devem ser citados se tiverem relação com a área pretendida ou se você não possuir curso de graduação.

Experiência profissional

Mencione nome da empresa, cargo, período de atuação e suas atribuições de forma sucinta. Mas esteja atento para a descrição das atividades desenvolvidas, pois é através deste item que o selecionador conhecerá o seu potencial. Coloque-as, se possível, em forma de itens para facilitar a avaliação.

Idiomas

Cite apenas o idioma e o nível de conhecimento que possui. Se você estiver estudando algum, deixe isso claro no currículo. Lembre-se que se for necessário para o cargo, você será testado e deverá comprovar o nível declarado.

Informática

Coloque o nível real de seu conhecimento técnico das ferramentas de informática e internet. Seja sincero, pois quando as vagas necessitam de algum programa específico, testes podem ser aplicados.

Cursos

Cite apenas os cursos relacionados à área de interesse. Coloque o tema e o nome das instituições onde foram realizados.

Lembre-se:

- O currículo deve ter, no máximo, duas páginas com as informações necessárias para o cargo.

- Coloque foto somente se for exigência para a vaga desejada. Neste caso, ela deve ser 3×4, ter boa qualidade e priorizar uma postura profissional.

- Para quem busca o primeiro emprego, vale ressaltar no currículo as experiências na faculdade, estágios, cursos, trabalhos voluntários, habilidades e aptidões.


Fonte Catho

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O que não colocar no currículo


Há materiais diversos pela internet ou em revistas e jornais que explicam e/ou oferecem dicas simples que auxiliam as pessoas a produzirem bons currículos. Ótimo, mas com a evolução do processo seletivo a maneira de criar um currículo também mudou. Você sabe o que não deve mais ser inserido em seu currículo?

Alguns candidatos colocam fotos anexas, outros incluem um campo com carta de apresentação. Mas estas informações, por exemplo, não são necessárias no currículo, a não ser que seja solicitado. Conheça outros itens que você não deve colocar no seu currículo, com dicas do especialista de Carreira.



“Curriculum Vitae”

Muitas pessoas ainda usam o termo ultrapassado no início do currículo. Não precisa colocar nenhum título no CV, afinal, a primeira coisa que deve ser vista é o nome do profissional, seguido de seus dados pessoais, experiências e conhecimentos.

Número de Documentos

Não é necessário. Hoje as empresas, em sua maioria, só necessitam destes dados no momento da contratação. Além disso, é importante tomar cuidado com essas informações. Lembre-se que o currículo é um documento que qualquer pessoa pode ter acesso.

Pretensão Salarial

É importante demonstrarmos certa flexibilidade. Em alguns casos, um emprego com salário um pouco mais baixo, porém com muitos benefícios, pode ser o desejo de muitos profissionais. Somente cite a pretensão salarial se no anúncio da vaga solicitar. Caso contrário, deixe esta informação de fora.

Referências profissionais

Estas informações devem ser entregues em folha a parte, caso solicitado no momento da entrevista. Não devem constar no currículo. Leia atentamente a descrição da vaga e caso as referências seja uma das informações necessárias leve separado.

Assinatura

Existem alguns documentos que pedem assinatura no final, como uma carta, por exemplo. Entretanto, o currículo é outro tipo de documento e a assinatura é algo totalmente dispensável.

Fonte Catho

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10 grandes passos para sair das dívidas e do vermelho


Quando se trata de sair do vermelho, não existe nenhuma fórmula mágica que funcione para todo mundo. Se você estiver enfrentando essa situação no momento, console-se, você não está sozinho.  O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou recentemente que cerca de 50% dos brasileiros estão endividados e, para alguns desses brasileiros, a dívida pode chegar a cinco vezes o valor de sua renda mensal!

A boa notícia é que é possível sair desse buraco aparentemente sem fundo. A má notícia é que vai ser preciso esforço e muita disciplina para sair do vermelho e uma disciplina maior ainda para continuar fora dele. Ainda animado para mudar sua relação com o dinheiro? Ótimo! Os dez passos abaixo vão guiá-lo até a luz no fim do túnel.

PASSO 1:  TENHA UM ORÇAMENTO DOMÉSTICO

Você já sabia disso mas agora, é para valer. Você precisa ter uma orçamento doméstico, por mais simples que ele seja. Liste todas as suas despesas e todas as suas receitas. Não se esqueça de incluir dívidas, impostos e as despesas esporádicas como seguro do automóvel, IPVA, etc. Essa é a única maneira de saber tudo o que tem para pagar, quanto dinheiro terá para pagar essas despesas e avaliar onde e como está gastando seu dinheiro. 

Saiba que "quem não controla não faz gestão", então para auxiliar na rotina diária, mensal e anual estamos disponibilizando para você duas planilhas de finanças pessoais gratuitamente, para recebe-las você precisa clicar nos links abaixo:

Caso não consiga efetivar o download, você precisa autorizar os pop ups em seu navegador.


PASSO 2:  SAIBA O TAMANHO DO BURACO

Esta é possivelmente a pior parte de todo o processo de sanar suas dívidas - descobrir quanto você deve.  Faça uma lista com tudo o que estiver com pagamento atrasado: cartões de crédito, contas da casa, contas médicas, prestações, carnês, cheque especial, saldo negativo no banco, etc. Para cada item da lista, coloque o valor do pagamento mensal, taxa de juros e o total devido. Atualize essa lista mensalmente, à medida que for abatendo parte da dívida. Você vai se sentir muito bem ao ver o saldo final ficar menor a cada mês.

No caso das dívidas sobre as quais incidem multas e juros, como cartões de crédito, prestações, etc, contate a instituição e peça um levantamento - por escrito - com o detalhamento da dívida: valor principal, juros e quaisquer outras taxas cobradas. Isso é necessário porque é comum que instituições financeiras incluam taxas de cobrança ou advocatícias que não fazem parte da dívida original. Além disso, esses documentos fornecidos pelos credores podem ser úteis, em caso de uma disputa judicial. 

Se você precisar, peça ajuda a alguém que conheça o assunto ou procure os órgãos de proteção ao consumidor, como o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) ou o Procon. Pronto, por pior que seja o cenário, ele agora é conhecido e você tem um ponto de partida para voltar ao azul. 


PASSO 3: CORTE SEUS GASTOS

Como você já imaginava, não dá para falar em pagar dívidas gastando a mesma coisa que levou você até elas. Classifique as despesas que você incluiu em seu orçamento doméstico em 3 categorias: imprescindíveis (alimentação, aluguel, água, luz, mensalidade escolar, etc.); desejáveis (academia, TV a cabo, assinatura de jornal, etc.) e supérfluas (cinema, restaurantes, viagens, etc.). Não preciso dizer que cabe a cada um definir o que é imprescindível, desejável ou supérfluo, de acordo com seu estilo de vida, mas se você incluir tudo no item imprescindíveis, o caminho para a recuperação vai ser muito, muito árduo! 

Começando pelos itens supérfluos e prosseguindo para os desejáveis e imprescindíveis, decida quais deles podem ser eliminados. Você pode alugar DVDs ao invés de ir ao cinema. Por que não cancelar a academia, onde você não vai há dois meses? É possível vender um dos carros e viver com um carro só? Se não puder cortá-los totalmente, como é provavelmente o caso dos itens imprescindíveis, encontre maneiras de pelo menos reduzir o total gasto. É possível encontrar um apartamento com aluguel mais baixo? Encontrar maneiras de reduzir o consumo de energia elétrica? 

Corte o máximo possível em todas as categorias mas um conselho: permita-se alguns itens de lazer que custem pouco. Quase ninguém consegue viver sem atividades sociais ou recreativas pelo tempo necessário para se livrar de todas as dívidas.

PASSO 4: TENTE PARAR O SANGRAMENTO

Quando suas dívidas mensais são apenas levemente superiores à sua receita no período, é possível recuperar sua saúde financeira com o uso de disciplina, mas sem medidas extremamente severas. Situações críticas, entretanto, podem exigir um curso de ação mais drástico e imediato. Se tiver investimentos, resgate-os para quitar suas dívidas em parte ou na totalidade. É muito pouco provável que o retorno financeiro de suas aplicações superem as taxas de juros que incidem sobre cartões de crédito ou cheque especial. Se não possuir investimentos, considere vender outros ativos, como veículos ou imóveis de lazer. Essa é uma maneira drástica mas efetiva de reduzir o sangramento representado pelo pagamento de juros sobre juros aplicados sobre o total devido ou até mesmo de evitar a perda definitiva de algum bem.

PASSO 5: RENEGOCIE O VALOR DA DÍVIDA

Contate seus credores e convença-os de que deseja quitar sua dívidas mas precisa de ajuda para fazê-lo. Este não é o momento para se sentir constrangido - você e metade do mundo estão tendo dificuldades em fazer o dinheiro chegar ao final do mês. Isso se você ainda estiver empregado. As instituições financeiras estão acompanhando a situação econômica global e estão sensibilizadas - ou no mínimo acostumadas - com a situação de pessoas como você, o que as torna dispostas a negociar para receber pelo menos em parte o que lhes é devido. Nesse cenário, é possível que elas aumentem o número de parcelas, ofereçam descontos nos juros ou até mesmo no valor do principal.

Ao negociar, avalie com atenção se o que está sendo proposto é justo - mais uma vez, peça ajuda a conhecidos ou órgãos de proteção ao consumidor. Se for justo, avalie se você poderá arcar com o que está sendo proposto e leia com atenção as cláusulas do contrato - de nada adianta uma excelente negociação se você não puder cumprir a sua parte do acordo. 

PASSO 6: TROQUE SUA DÍVIDA POR OUTRA MELHOR

Para a maioria das pessoas endividadas, o cartão de crédito ou cheque especial aparece no topo da lista de valores devidos - seja pelo montante representado, seja pelo valor das taxas de juros cobradas, normalmente absurdamente altos. 
Se você tiver seguido a recomendação anterior e tentado renegociar sua dívida, deve ter percebido que as administradoras de cartão de crédito raramente aceitam uma renegociação e preferem que você continue pagando o valor mínimo da fatura. Essa é a pior coisa a fazer com esse tipo de dívida. Pesquise as taxas de juros cobradas pelas várias instituições e obtenha um empréstimo pessoal com o banco que praticar as menores taxas. Ao comparar as taxas, leve também em consideração as tarifas envolvidas no processo, como a de abertura de crédito, por exemplo. Dessa forma, você estará trocando uma dívida de custo altíssimo como a do cartão de crédito ou cheque especial por outra de custo bem mais barato. Se for o caso, use parte desse empréstimo para pagar todas as dívidas cujas taxas de juros sejam superiores às do empréstimo contratado. 

PASSO 7:  EVITE SEUS MAIORES INIMIGOS: CHEQUE ESPECIAL E CARTÃO DE CRÉDITO

Para muitas pessoas, o limite de gastos mensais é o limite imposto pela administradora do cartão de crédito e não pelo seu salário. E com taxas de juros que passam frequentemente de 150% ao ano, entrar no crédito rotativo - aquele sistema em que você paga o valor mínimo ou um valor menor do que o total da fatura - pode fazer com que em pouco tempo você esteja devendo o dobro do que gastou.

Pense no cartão de crédito como uma forma de comprar agora para pagar em até 30 dias algo cujo valor você poderia pagar integralmente neste momento sem abrir um buraco em suas finanças. Se você não tiver condições de gastar esse dinheiro agora, como conseguirá arcar com essa despesa no futuro? Parcelar no cartão, mesmo sem juros, também não é uma boa idéia, porque no mês que vem você não vai resistir ao celular que pode ser parcelado em 3 vezes, sem lembrar que já existem parcelas de outras compras irresistíveis feitas no meses anteriores. 

O cartão de crédito pode ser uma ferramenta muito útil. Algumas situações requerem cartão de crédito, como a reserva de hotéis, por exemplo. Além disso, pagar tudo com cartão de crédito permite centralizar o pagamento de seus gastos em datas específicas do mês, o que facilita seu planejamento financeiro. Isso sem falar na possibilidade de juntar milhas e trocá-las por viagens ou outros tipos de benefícios. Mas, considerando os riscos envolvidos, ele só deveria ser usado por quem entende que só deve gastar no cartão aquilo que pode pagar na data do vencimento da fatura.  Usá-lo com inteligência, checando seu extrato semanalmente para manter seus gastos dentro do que você pode pagar e pagando o valor total da fatura na data de vencimento, é o ideal, mas nem todo mundo tem a disciplina necessária para fazê-lo. 

Você não faz parte desse grupo de pessoas? Cancelar seus cartões de crédito é uma saída para quando o saldo devedor começar a fugir ao controle. Algumas vezes e para muitas pessoas, a única saída. 

PASSO 8:  MUDE SUA RELAÇÃO COM O DINHEIRO

Adote novos comportamentos com relação ao dinheiro. Ao considerar novos gastos, pense em termos de quantas horas ou dias de trabalho esse item representa e avalie quantas horas de trabalho você trocaria por aquela TV que gostaria de comprar: 10, 30, 50? Trocar o fator dinheiro pelo fator tempo de trabalho pode mudar completamente seus hábitos de consumo. Se ainda assim você quiser ir adiante, considere adiar a compra até ter economizado o valor necessário para pagar o bem à vista e com desconto.

PASSO 9:  CRIE UM FUNDO DE EMERGÊNCIA 

Isso parece utopia nesta altura do campeonato, mas lembre-se de que se você tivesse uma reserva financeira lá atrás, talvez não se encontrasse nessa situação agora. Assim que for possível, comece a poupar uma quantia todos os meses para formar um fundo de emergência. Use receitas extras, como o 13º. Salário ou a devolução do Imposto de Renda. O fundo de emergência serve para cobrir despesas - como o nome já diz - emergenciais de curto prazo e lhe dar a segurança de saber que está preparado para lidar com imprevistos sem se afogar em dívidas. Quando seu fundo de emergência atingir o equivalente a 6 meses de despesas mensais, comece a poupar para o longo prazo. Invista parte de todo aumento de salário, antes que se acostume com o novo padrão financeiro. 

PASSO 10:  CRIE UMA OUTRA FORMA DE AUMENTAR A SUA RENDA

Dizem os sábios que é melhor ter várias pequenas formas de ganhar dinheiro do que apenas uma, por que quando você perde uma, esta não tem tanto impacto no seu orçamento do que se perde-se uma única renda que sustente a sua existência.

Sendo assim o projeto Talentos Brilhantes, preparou para você algumas dicas para apoiar você a ter idéias e aumentar a sua renda financeira.

Dica #1: Faça Renda Extra com Artesanato
Se você possui uma habilidade para criar produtos manuais, por que não vender a sua “arte” para seus familiares, amigos e vizinhos? Qualquer pessoa sabe da enorme variedade de peças e estilos que podem ser comercializados via artesanato:


  • artesanato com papel;

  • artesanato com reciclagem;

  • biscuit;

  • crochê;

  • decoupagem;

  • artesanato com fuxico;

  • artesanato em MDF;

  • patchword;

  • velas artesanais.


Onde vender? Pela internet e no mundo offline, através de lojas do ramo interessadas em vender os objetos por consignação.


Dica #2: Tenha Renda Extra Vendendo Doces
Fazer docinhos, brigadeiro, beijinho, Brownie…pode ser a ideia perfeita para quem possui dotes culinários. Como no artesanato, os amigos, vizinhos e colegas de trabalho deverão ser os primeiros clientes a comprarem suas guloseimas.

Num segundo momento, o negócio pode deslanchar se você tiver capacidade gerencial e logística para atender encomendas maiores de doces para festas e eventos que demandem esses quitutes.

Com esforço e criatividade, é mais uma forma de obter grana extra na certa!


Dica #3: Ganhe Renda Extra com Infoprodutos
Escolha um infoproduto (ebooks, audiobooks, cursos, softwares, planilhas, podcasts, sites de membros etc), coloque-o a venda em um site para divulgar o seu produto digital e receba as comissões.

É óbvio não cabe neste artigo uma análise mais aprofundada sobre produtos digitais. Atualmente, existe uma indústria gigantesca baseada apenas na venda deles, o que envolve, ainda, uma gama de conhecimentos que precisam ser aprendidos.

Um excelente lugar para aprender mais sobre venda de infoprodutos pela internet é acessar a maior plataforma de vendas direta no internet brasileira, a Hotmart.

Caso você não queira ter o trabalho de criar um infoproduto, uma excelente alternativa é entrar no marketing de afiliados. Nele ramo, o “afiliado” fará a publicidade do produto/serviço adquirido de um “produtor”, recebendo em troca uma comissão.

De qualquer forma, é muito mais simples e barato do que vender produtos físicos, devido à burocracia, restrições de estoque e à escalabilidade do negócio.


Dica #4: Renda Extra com Vendas por Catálogo
Muitos produtos podem ser revendidos mediante o uso de catálogos. No ramo de cosméticos, duas das empresas mais conhecidas do público são as marcas Avon e Natura, com lucros milionários através de suas “consultoras”.

Saiba que vender produtos por catálogo não se restringe apenas a cosméticos, podendo-se citar: venda de bijuterias, joias e acessórios (óculos, cintos, películas etc).

Sobre a revenda de produtos, tenha o cuidado, porém, de:

(i) escolher bem o tipo de produto que venderá (pense em termos de facilidade de venda e retorno) e;

(ii) de pesquisar de ele se encaixa em seu perfil empreendedor (venda algo que, de alguma forma, você usa ou acredita em seus benefícios).


Dica #5: Faça Renda Extra Dando Aulas Particulares
Se você domina algum assunto (alguma área do conhecimento ou idioma), vendo o seu tempo e conhecimento como professor ou especialista em sua competência.

Num passo seguinte, promova as suas aulas anunciando em jornais e revistas locais, panfletos, cartazes ou pela forma mais barata e infalível: o boca-a-boca. Por se tratar de aulas personalizadas, o seu investimento inicial é irrisório, pois você não precisará investir em infraestrutura.

Esse tipo de atividade pode ser realizada não apenas nas horas livres (cobrando-se por hora aula), mas também por meio de eventos assíncronos, ou seja, aulas gravadas. É um detalhe que passa despercebido por muitos professores e que você pode explorar.


Dica #6: Faça Algo que Ame Fazer e Cobre Pela sua Expertise – Seja um Freelancer)
Talvez em nenhum época da humanidade ficou tão fácil alguém prestar algum tipo de serviço e oferecê-lo pela Internet por meio do seu próprio site, e-mail, skype, twitter ou Facebook.

Tornar-se um freelancer, porém, exige novos competências a serem lapidadas, como administrar clientes, efetuar cobranças e alcançar uma produtividade razoável (lembre-se do fator tempo nesse nicho).

Seguem 5 sugestões para você ter uma ideia de como é possível transformar suas habilidades em dinheiro:


  • redação profissional;

  • criação de sites e blogs;

  • administração de fanpages do facebook;

  • criação de imagens, panfletos e banners;

  • fotografia;


Portanto, se você é bom em alguma coisa, basta organizar-se e prestar o seu serviço de forma paralela ao seu trabalho, ou como futura fonte de renda principal, conforme os seus objetivos forem traçados. O seu serviço poderá ser ofertado em muitos sites sérios que fazem a ponte entre o freelancer e os clientes (nearjob, prolancer, são alguns exemplos).

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Cinco maneiras de fazer um recrutador odiar você!



Quem procura emprego precisa estar atento ao mercado, principalmente a como estão sendo feitos os processos seletivos, para não surpreender o recrutador de forma negativa. Entretanto, é muito comum um candidato a emprego, ansioso, cometer alguns erros que podem ocasionar o insucesso em muitas entrevistas.

“Os profissionais erram ao não compreender qual é a real função do recrutador. Ele trabalha para preencher a vaga das empresas, que são seus clientes diretos, e não vão dar um emprego de forma arbitrária só porque você está há muito tempo desempregado ou precisando muito daquele trabalho”, ressalta Bárbara Safani, presidente da Solucionadores de Carreira.
Se você quer “queimar” totalmente suas chances com os recrutadores – e, consequentemente, com as empresas em que trabalham – aqui estão cinco maneiras de como fazê-lo:

10 dicas para ser promovido no trabalho


Consultores ensinam as melhores atitudes para quem planeja crescer na empresa


Quem não gostaria de ser promovido? Diferentemente do que muitos pensam, não são apenas os profissionais da geração X (nascidos entre as décadas de 1960 e 1970) ou os chamados “baby boomers” (nascidos entre 1940 e 1960) que buscam crescer dentro de uma mesma empresa. Os jovens nascidos a partir de 1980, conhecidos como geração Y, também sonham aumentar de cargo e alcançar novas posições nas organizações em que trabalham.  

“Todos buscam a promoção. A diferença é que se ele [da geração Y] não encontra oportunidade na organização, ele busca fora. Já o profissional baby-boomer e da geração X é um profissional que insiste mais na mesma empresa”.

Segundo especialista, o grande fator de engajamento dos funcionários de uma empresa hoje é a possibilidade de crescimento. Justamente por isso, as organizações têm buscado cada vez mais criar planos de carreiras consistentes, que satisfaçam e retenham os seus funcionários. “Essa é uma tendência que vem aumentando. As empresas já percebem que o custo de recrutar, integrar e treinar o novo funcionário para ele trazer a mesma produtividade do anterior é muito maior do que treinar o anterior e deixá-lo pronto para uma nova posição”, observa.

5 perguntas para você fazer durante a entrevista


Durante uma entrevista de emprego, muitas vezes, os candidatos assumem uma postura inerte e não fazem as perguntas fundamentais sobre a vaga ou a empresa, demonstrando ao recrutador desinteresse ou despreparo.



A expectativa durante a entrevista está dos dois lados e o recrutador espera ouvir do profissional questões básicas sobre a empresa, vaga, funções, cultura, entre outros.
Segundo especialista em Recursos Humanos, por mais completa que seja a entrevista, ao final dela o entrevistado sempre terá, com certeza, algumas dúvidas. “Este é o momento para fazer perguntas ao entrevistador e ele as espera”, explica o especialista.

De acordo com especialista existem cinco perguntas fundamentais durante a entrevista, são elas:

Veja 11 frases que nunca devem ser ditas no trabalho


Alegar que não teve tempo para concluir tarefa é uma delas. 
Profissional deve resolver problemas e não se apoiar em desculpas.

No trabalho, frases ou expressões mal colocadas podem arranhar a imagem de um profissional e trazer riscos para a carreira. Até um comentário feito durante o almoço pode ser usado para determinar o caráter do funcionário, segundo artigo publicado na seção de carreiras do site americano Business Insider.
Segundo Sylvia Ann Hewlett, autora do livro "Executive Presence: The missing link between merit and success" (Presença executiva: O elo perdido entre mérito e sucesso, em tradução livre), três ações mostram se o profissional tem potencial para liderar: como age, como se parece e como fala.

COMO TRANSFORMAR SUA PAIXÃO EM UMA CARREIRA



Você poderá dizer que encontrou sua vocação no dia em que sua história de vida influenciar seu trabalho – e não apenas o contrário.

Muitos acreditam que viver sua paixão é apenas um sonho, algo que nunca será realizado. Como se isso fosse privilégio de um grupo seleto de pessoas capazes de encontrar trabalhos que amam realizar.

Mas, curiosamente, todos que encontraram sua paixão (ou suas paixões) têm algo em comum: uma carreira gratificante. Só é preciso saber como encontrar isso. E o que fazer quando encontrar. Este é tema de um artigo publicado na revista Time, no mês passado. A seguir, as sugestões apresentadas pelo texto.

Comece pelo seu passado

Tudo o que pensamos, falamos ou fazemos é baseado em como nosso passado nos moldou. Ao longo da vida, nossas experiências definem um sistema de crenças que determina como vamos lidar com nossa carreira, relacionamentos, estresse e tudo o mais. Esse é o ponto inicial. Para descobrir nossas paixões, no entanto, é preciso ir mais fundo.

De onde exatamente vem a paixão?

Crenças são geralmente produzidas por experiências emocionais vividas. Quando passamos por momentos de alegria, tristeza, raiva ou medo, nossa mente é projetada para registrar esses momentos importantes e se lembrar deles. Isso acontece para nos manter longe ou perto de experiências similares no futuro. Nossas paixões, por sua vez, estão diretamente relacionadas a esses momentos. Por meio da emoção que sentimos em relação aos fatos é que eles se conectam às nossas vidas e destravam as mais enraizadas emoções.

A paixão é alimentada por motivação emocional

Este é o lugar onde a vocação se origina – seja a experiência emocional relacionada positiva ou negativa. Talvez você precise descobrir sua paixão. Talvez precise criá-la. A seguir, três passos para guiá-lo nesse processo.

1. Entenda o quanto as experiências impactam você, positiva ou negativamente

Pessoas movidas pela emoção positiva costumam ser assim por causa de seu desejo de compartilhar. Algo em suas vidas – uma pessoa, um lugar, um produto ou um evento – impactaram-nas de forma tão intensa que elas sentiram os efeitos benéficos de cara. Quando encontram um trabalho alinhado à sua paixão se motivam pela possibilidade de influenciar os outros a fazer o mesmo. Para eles, não se trata de vender um produto a um cliente, mas, sim, de entregar uma experiência benéfica.

Personal trainners, por exemplo, frequentemente transformam seu estilo de vida esportivo em uma carreira, porque se inspiram ao ajudar os outros a ter os mesmos benefícios de saúde que eles tiveram.

Atores, por sua vez, muitas vezes são levados à seguir a profissão por influência de uma performance que os tenha causado um tipo de emoção, que agora eles querem reproduzir em seu público.

Chefs de cozinha entenderam como um prato incrível pode impactar positivamente a mente, o corpo e a alma das pessoas e são inspirados a causar isso em seus convidados.

Desenvolvedores de produtos geralmente passaram boa parte de suas infâncias brincando com jogos tecnológicos. Mais tarde, são motivados pela chance de criar algo que fará as outras pessoas se divertirem como eles faziam.

Pessoas dominadas por emoções negativas agem assim por causa de seus desejos de criar mudança. Seja o que for que as fez sentir injustiçadas ou limitadas, elas querem que os outros sejam protegidos dessa experiência. Eles se tornam ativistas de uma causa que afetou negativamente suas vidas, tentando a diferença para melhor na vida dos outros.

Eu tive a infeliz experiência de perder minha mãe para o câncer e o meu mentor no trabalho se suicidar em um período de três anos. Esses eventos negativos me fizeram perceber que não importa quem quer que você seja, todos nós enfrentamos dificuldades na vida para as quais não há respostas. No entanto, se tem a ver com nossa saúde, carreira ou questões psicológicas pode ser difícil identificar a origem dos fatos. Isso despertou em mim um desejo profundo de entender todos os aspectos da experiência humana. A partir dessa descoberta, poderia criar estratégias para dissolver todos os desafios da vida.

2. Determine experiências significativas da sua vida

Para descobrir sua paixão você deve ser criativo na maneira como conecta experiências emocionais do passado aos interesses presentes. Esse tipo de criatividade é algo que nós todos temos dentro de nós, como bem descreveu Steve Jobs:

“Criatividade é só conectar as coisas. Quando você pergunta para pessoas criativas como elas fizeram algo, elas se sentem um pouco culpadas, porque sabem que não fizeram aquilo realmente, apenas enxergaram alguma coisa. Isso parece óbvio depois de um tempo. Porque elas estavam aptas a conectar experiências que tiveram e sintetizar novos temas. E foram capazes de fazer isso porque tiveram mais experiências ou pensaram mais sobre as suas experiências do que as outras pessoas.”

Exercício: tire uma hora para refletir sobre suas experiências do passado. Faça uma lista de destaques em cada uma das categorias a seguir: as pessoas que o afetaram; os lugares e ambientes que experimentou; os principais eventos; as conquistas e os fracassos. Para itens que sentir um significado particular, anote quais os pensamentos que teve no momento e como eles impactaram sua vida.

Depois da reflexão sobre o passado, você precisa reconectar suas conclusões ao presente.

Pergunte-se:

• Como essas experiências afetaram o caráter que tenho hoje? Como influenciaram a minha segurança, ética no trabalho, relacionamentos, autoestima e tomada de decisão?

• Como me fizeram feliz, triste ou teimoso?

• O que os líderes, indústrias, organizações e empresas relacionados a essa experiência me inspiram?

Se você não fizer uma conexão instantânea, não se preocupe. À medida que avançar, volte à lista e adicione algo uma vez por mês. Desse modo, mantém o processo vivo na mente e posiciona-se para facilmente conectar e traduzir suas experiências em paixões.

3. Ative sua paixão por meio da carreira

Uma vez que tiver definido o que a emociona, o passo final é traduzir isso em um caminho de carreira. A seguir, os três passos de ativação que podem ajudar você a aumentar a paixão que encontrou ou a buscar novas.

Sonho: se você descobrir algo que ama, não deixe escapar os sinais que indicam isso. A maioria das pessoas não procura suas verdadeiras paixões porque não acredita que uma carreira valha o esforço. Muitas pessoas amam música, tecnologia, estratégia de negócios ou escrever, mas não sentem que elas têm as habilidades e qualificações para se desenvolverem profissionalmente nessas áreas.

O problema é que elas pensam que precisam se tornar uma mestra do rock, um guru de tecnologia, um consultor de gestão ou o melhor autor de bestsellers para ser bem-sucedidas. Na verdade, se você explora essa atividade em uma escala bastante ampla, estará apto a descobrir oportunidades ligadas a ela. Alguém que ama tocar guitarra, por exemplo, pode eventualmente encontrar um trabalho de representante de vendas de uma gravadora. Estará fazendo algo relacionado à sua paixão original, mas de um modo diferente.

Inovação e empreendedorismo: o bom da paixão é que ela pode ser descoberta a qualquer momento e em qualquer lugar. Tudo o que precisa é uma situação que desperte alguma raiva ou frustração ou empolgação para que você se envolva emocionalmente com os fatos. As pessoas geralmente se tornam inspiradas a criar produtos inovadores. Eles passam por um problema, observam os outros passarem por situação similar e, por isso, reconhecem a oportunidade de fazer a diferença. Olhe como o site de viagens Airbnb enxergou lacunas na indústria de turismo e o Uber encontrou oportunidade da indústria do táxi.

Fique de olho nessas oportunidades enquanto lida com seus desafios da vida cotidiana. Lembre-se que você pode inovar e ser empreendedor começando seu próprio negócio, com criatividade, ou adotando uma postura intraempreendedora na empresa em que trabalha. O caminho certo será aquele que fizer sentido para sua vida.

Contribuição: a origem da experiência emocional da sua paixão será pessoal. No entanto, quando você a conecta a uma profissão, estabelece-se uma relação direta com o efeito que sua experiência causa nas outras pessoas. Se estamos compartilhando uma experiência positiva ou transformando uma negativa, esse é o valor que estamos aptos a compartilhar com quem está ao nosso redor – e, assim, alimentamos nosso próprio entusiasmo.

Você vai achar sua vocação quando sua história de vida influenciar seu trabalho, e não apenas o contrário.

Fonte: Época Negócios

QUATRO COISAS PARA FAZER APÓS UMA DEMISSÃO INESPERADA


A demissão pode chegar de repente, sem que o funcionário esteja preparado piscologicamente para isso. A falta de reação, de clareza e, pior ainda, os ataques de fúria, podem acabar com o profissionalismo ou impedir que você tenha forças para dar os próximos passos. Por isso, quatro atitudes que vão te ajudar a colher os melhores limões para a limonada. 


1. Reúna os fatos e negocie
Não é errado querer saber por que você está sendo demitido, por isso, questione. Mesmo se não sentir abertura, encontre uma maneira de manifestar sua vontade de crescer, de aprender com a experiência e conhecer os motivos que levaram à decisão. Também é muito importante se informar sobre indenizações e benefícios para o caso de quebra de contrato. Se lhe for oferecido qualquer acordo, leia com calma e, se precisar, consulte um advogado antes de assinar. Tentar negociar uma saída amistosa também é válido e muitas empresas estão abertas a isso. Se você gosta muito do emprego, nunca é demais pedir por uma segunda chance. 

2. Nunca feche as portas
Ser demitido pode acabar com a autoestima de qualquer um e fazer com que mesmo a pessoa mais calma e centrada tenha atitudes irracionais. Mas não se esqueça que manter uma postura nessa hora tão difícil é fundamental para não mudar, em segundos, a imagem que você construiu ao longo do tempo dentro da empresa. Os funcionários que permaneceram podem ajudar com referências e indicações de outras vagas no futuro. 

3. Respire fundo e siga em frente
Quando a ficha cair, vai parecer a pior coisa do mundo, mas não é. Uma demissão está mais para o encerramento de um capítulo e pode ser encarada como a chance de um novo começo ou motivar a busca por um emprego que te faça mais feliz, que dê valor às suas contribuições. Se você tiver condições financeiras, aproveite para tirar uma semana só para você. Encontre maneiras de relaxar, afinal, você acaba de passar por um grande trauma. Lembre-se de que você não está sozinho e nem foi a primeira pessoa do mundo a passar por uma situação como essa. Respire fundo e prepare o corpo e a mente para um recomeço.

4. Comece a procurar trabalho e pense no seu futuro
Mais do que um clichê, é uma verdade: quando uma porta se fecha, outras tantas se abrem. Comece sua busca atualizando a conta do LinkedIn, afinal, bastam poucos segundos de visualização no seu perfil para que alguém forme uma opinião sobre você. Se não tiver conta, faça uma imediatamente. Hoje, muitas empresas e headhunters vasculham a rede social em busca de possíveis candidatos à vagas. Faça um resumo de suas habilidades e talentos e inclua essas informações no perfil, no currículo ou nas cartas de apresentação. Acione seus contatos, entre amigos e conhecidos, mas não  fique apenas nas redes sociais. Saia  da cadeira, marque entrevistas, almoços, cafés e tente manter a procura mais profissional possível.

Fonte: Época Negócios

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“Por que não consigo arrumar emprego?”. Os profissionais que estão em busca de uma recolocação no mercado de trabalho, costumam repetir essa pergunta quase como um mantra.
Entretanto, em meio ao desespero, é importante observar alguns sinais que podem indicar o porquê ainda não conseguiu êxito, principalmente depois de um longo período de procura.
Neste contexto, o consultor de RH Fábio Moreira Rocha indica algumas razões por você ainda estar desempregado.
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