A difícil arte de escolher uma carreira


Por Tania Klein

"Uni duni tê
Salame minguê
Um sorvete colorê
O escolhido foi você!"


Uni duni tê vagas de empregos


Imagino que não foi ou não será assim que você tratou ou vai tratar a escolha de sua carreira, nem permitirá que seus filhos assim o façam, não é mesmo?

Mas, por que é tão difícil escolher o caminho profissional a seguir?
Em nossa forma de pensar, principalmente com nossas crenças, ao escolhermos algo, deixamos outras coisas de lado, como se nossa escolha traçasse o caminho do fim, sem volta, sem retorno, sem a menor possibilidade de mudança, praticamente uma sentença de morte. Mesmo de forma inconsciente, você pode estar sofrendo por isto, que não foi criado por você, mas que sem querer, faz parte de sua vida.

Muitas vezes nossas escolhas são baseadas em desejos dos outros, ou na admiração que existe por alguém, como os pais “heróis”, ou até mesmo para se dar continuidade a negócios de família. Sem contar que, normalmente precisamos realizar nossa primeira escolha, novos, sem a vivência ou a orientação necessária.

Outro fator complicador é que muitas profissões estão entrando em extinção, enquanto novas áreas estão surgindo. Mas, até que se tornem conhecidas, ou que gerem confiança, as escolhas podem ficar comprometidas.

O resultado de uma escolha equivocada pode ser a frustração e a estagnação, ou seja, o profissional acaba não evoluindo, ou sempre sente a falta de algo, sem atingir sua plenitude e felicidade.

Este assunto não é nenhuma novidade e certamente, você já parou para pensar sobre os caminhos que seguiu ou tem se questionado sobre os que seguirá.  O ponto que me faz, novamente falar contigo sobre escolhas profissionais, é que ainda vejo, infelizmente, muitas pessoas decidindo seus caminhos usando argumentos equivocados, superficiais e que não ajudarão a conquistar a felicidade - que todos buscamos, não é?

Para ajudar com as possíveis dúvidas que possam surgir, te convido a se observar:

- Quais a perguntas que anda se fazendo?

- Que tipo de sensações, físicas e emocionais tem sentido?

- Quando decide algo, ou por alguma coisa, fica com “resquícios” da decisão em sua mente, como se fossem fantasmas?

- Sente medo? Do que tem medo?

- Consegue montar seu plano de ação, pautado na decisão que tomou e se sente feliz com as possibilidades que podem surgir?

- Como seria sua vida se estivesse realmente pleno e feliz com sua carreira?

- O que te impede de viver essa realização agora?

Em diversas fases de nossas vidas, realizamos questionamentos, profissionais, existenciais e, as vezes nos contentamos com respostas rasas, que nos acalmam por algum tempo, mas que não saciam nosso desejo. É como tomar uma bebida doce para matar a sede. Por alguns minutos, tem-se a sensação de saciedade, mas logo a sede volta ainda mais forte e só com água fresca conseguimos eliminá-la.  Nosso conhecimento sobre nós mesmos é também assim. Somente com as perguntas certas, com vontade real de sair do raso, é que vamos nos aprofundando, nos conhecendo e por conta disso, realizando escolhas melhores, tomando decisões mais assertivas, sendo mais eficientes e eficazes em nossas próprias vidas.


Te desejo muito sucesso! 

Conhece alguém que poderia precisar destas palavras? Compartilha! 

Quer saber mais? Me chama!
Sou Tania Klein

Estou convencida de que todas as pessoas possuem dentro de si o que necessitam para prosperar em suas carreiras, por isso, meu trabalho é de transformar esse conhecimento em ação para que tenham sucesso e prosperidade, através de um planejamento focado e bem estruturado!

Sou idealizadora do programa Profissional Prospero,  para quem deseja ser um profissional brilhante, prosperar na carreira, através do desenvolvimento de competências, quebrando as crenças que o prendem e impedem de chegar aonde deseja.


Tania KleinProfessional &; Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

Final de ano: a crença dos candidatos de que as empresas não contratam no final do ano


Por Tania Klein




Durante  os anos em que trabalhei frente a processos de Recrutamento e Seleção nas consultorias e empresas que atuei, enfrentei uma situação, que acabava se tornando um problema: a crença dos candidatos de que as empresas não contratam no final do ano.

Por que isso se tornava um problema? Pois, ao receber a abertura de uma vaga, o consultor recebe também um prazo para fechar. Se não encontra os candidatos, o processo fica aberto e então inicia-se uma desagradável negociação com o requisitante.

Os candidatos por sua vez, nem sempre tem ideia de que isto acontece. Naquela época, eu ouvia com frequência: “vou para a praia, não arrumei emprego até agora, não será em dezembro que vou começar.” Claro, sem dúvidas, estamos em outros tempos. Há quem prefira não fazer festa no réveillon mas estar trabalhando. Este é seu caso?

Outra coisa importante que acontece neste período do ano, é a abertura de vagas temporárias. O comércio impulsionado pelas festas de final de ano, contrata mais pessoas, que, por cadeia, já estão gerando mais empregos há meses na indústria, ou você acha que a cadeia produtiva do final de ano acontece toda ao mesmo tempo? Não! Algumas começam muitos meses antes. Aqui, um ponto muito importante para você se atentar é que, uma vaga temporária pode se tornar uma vaga efetiva. Vários fatores internos da empresa, do mercado e seus, podem definir se o contrato acaba ou se mantém. Portanto, se puder aproveitar uma vaga temporária, não se preocupe, antes de mostrar seu trabalho, se poderá ser efetivado. Mostre quem é você como profissional e, se a oportunidade surgir, você seja a escolha unânime da empresa.

Juntamente com as oportunidades de emprego, que os candidatos deixavam de aproveitar no final de ano, muitos cursos, acabavam não acontecendo por que as pessoas queriam aproveitar o verão, “descansar” com a família no litoral e voltar a pensar no novo ano. Infelizmente, alguns dias atrás, conversando com uma amiga, ela me contou que um workshop que estava apoiando, não estava fechando a turma e o que diziam: “ah, nesta época do ano não vou fazer um curso, ano que vem eu faço”.

Oi?!

Como comentei acima, eu ouvia esses comentários na época de consultoria, mais de 5 anos atrás, com o mercado aquecido, vagas sobrando, mas, me surpreendo em ouvir agora, em que estamos vivendo outros tempos.
Então, se por acaso passou por sua cabeça, deixar para o ano que vem, buscar sua recolocação, iniciar aquele curso, começar seu processo de coaching, ou qualquer coisa que poderia mudar sua vida se iniciado AGORA, repense, reavalie! O resultado que você está buscando, depende de decisões que você já tomou, ou está tomando exatamente agora. 

Te desejo muito sucesso! 

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Sou Tania Klein

Estou convencida de que todas as pessoas possuem dentro de si o que necessitam para prosperar em suas carreiras, por isso, meu trabalho é de transformar esse conhecimento em ação para que tenham sucesso e prosperidade, através de um planejamento focado e bem estruturado!

Sou idealizadora do programa Profissional Prospero,  para quem deseja ser um profissional brilhante, prosperar na carreira, através do desenvolvimento de competências, quebrando as crenças que o prendem e impedem de chegar aonde deseja.


Tania KleinProfessional &; Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

DEPRESSÃO NO TRABALHO E ALGUNS SINTOMAS




A depressão gera perdas de mais de 240 bilhões de dólares ao redor do mundo a cada ano e, até 2020, será a enfermidade mais incapacitante do planeta.

Confira abaixo os fatores de risco que podem desencadear a doença no ambiente de trabalho:

Carga de trabalho desequilibrada
Escalas inflexíveis, longas jornadas ou horários não sociais e sistemas de turnos mal desenhados podem ser gatilhos. Ter muito ou pouco para fazer e trabalhar sob pressão, com ritmo sempre acelerado, também contribui para a doença.

Clima organizacional ruim
Contatos difíceis com pares ou gestores ou um trabalho solitário influenciam na qualidade de vida. O clima ruim é uma alavanca para o desenvolvimento ou para o aprofundamento da doença.

Cobrança exagerada, fora da realizade
A cobrança incessante por metas inalcançáveis e a sensação de estar sendo avaliado o tempo todo colaboram para desestabilizar. Assim como a competição constante entre os pares, com um tentando superar o outro de forma incisiva.

Processos árduos, massantes e estressantes
Atuar em uma empresa com procedimentos incômodos ou arbitrários, processos morosos e burocráticos, problemas de comunicação e falta de integração entre diferentes setores, tudo isso eleva o nível de estresse.

Sensação de instabilidade de engajamento na empresa
A motivação é afetada quando há falta de segurança no cargo ou uma percepção de falta de equidade em relação ao que é oferecido aos pares.

Indefinições processuais e discrepância de valores
Falta de clareza quanto às expectativas e às responsabilidades e incompatibilidade entre os valores do empregado e a filosofia da empresa podem desencadear a doença.


Por que é interessante o processo de Orientação Profissional para jovens que estão concluindo a graduação?


Por Daniele B. Rodrigues


Orientação Profissional para jovens


Muitos jovens no último ano da graduação e na véspera da formatura vivenciam um misto de alegria e angustia. É novamente um processo de mudança, transformação, a qual o jovem vivencia de forma intensa. É muito semelhante ao processo de escolha profissional para ingresso na faculdade. Mais uma etapa da vida que está prestes a se concluir e outra a se iniciar. E quanto isso gera dúvidas e inseguranças. Muitas vezes representa o corte do cordão umbilical com a família, que representa o real início da fase adulta. 

E agora, o que faço? Não sei com o que trabalhar? Não consigo me sustentar sozinha? Terei que voltar para a casa dos pais quando sair da faculdade? Enfim, dúvidas que surgem diante do novo ciclo. 

Há muitos relatos de desejos em prestar concurso (não necessariamente para a profissão que estão se graduando); interesse em prestar novo vestibular para outro curso; não conseguir concluir o trabalho de final de curso e até mesmo que não alcançar os resultados que esperavam nas práticas de estágio. E ao longo do processo identifica-se que todos estes supostos desejos e insatisfações giram em torno do medo da formatura, pois este representa a reavaliação das escolhas feitas, das experiências vividas, assim como a antecipação daquilo que está por acontecer. 

E esse aspecto vai além dos processos profissionais, engloba todo um projeto de vida.  

A mudança da universidade para o mercado de trabalho pode ser compreendida como uma fase onde o recém formado tem a possibilidade de analisar os diferentes caminhos viabilizados pela profissão, sendo importante se permitir vivenciar diferentes papéis. 

E neste momento que entra em vigor mais um momento onde a prática da Orientação Profissional é primordial. Desta forma, é desenvolvido um trabalho que concilia os sonhos do orientando e os dados de realidade, para que estes sonhos não sejam vistos como algo distante e inatingível, mas, como algo que requisita a construção de etapas. A estratégia de preparação para a inserção no mercado de trabalho é desenvolvida de forma que o orientando possa se permitir, para além dos medos, reconhecer os conhecimentos adquiridos e as habilidades desenvolvidas ao longo do período de formação, atrelado com informações sobre o mercado de trabalho em sua área. 

Na Orientação Profissional o jovem encontra-se com dificuldade para exercer uma escolha, independente do que está influenciando esse processo. Nesse sentido, a orientação ressignifica o que está ocasionando essa dificuldade de escolha. Isso se dá a partir de um processo de construção, onde constrói sua trajetória no mundo do trabalho integrando suas várias dimensões de vida, se apoderando para a escolha. E isso ocorre a partir do amadurecimento e construção de um plano de carreira, a qual se viabiliza a partir da integração das diferentes dimensões da sua vida. 

Por isso é importante buscar auxilio profissional para a redução de suas angustias, ansiedade e frustrações, em casos de sentimentos exagerados e que estejam lhe prejudicando nas atividades diárias ou nos relacionamentos interpessoais. Se estiver atrapalhando o andamento da faculdade, dificultando a concentração para o TCC e estágio obrigatório, seria interessante buscar pelo processo. Manter a mente serena é de extrema importância para o adequado fechamento do ciclo e melhor planejamento das ações que virão na fase profissional. 

Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
https://www.linkedin.com/in/daniele-rodrigues-225b5041/

O que é Orientação Vocacional/ Profissional?


Por Daniele B. Rodrigues



A adolescência é a fase da vida marcada pela transformação. É nesse momento que ocorre uma série de mudanças físicas, cognitivas, emocionais e sociais. Nesse momento o adolescente depara-se com uma série de escolhas que definirão o seu futuro, dentro delas, a profissional.

Nesse momento não é apenas a decisão por uma profissão, mas sim por um estilo de vida que irá influenciar toda a sua vida. Por isso é extremamente natural que nesta fase apareçam dúvidas, insegurança, conflitos e ansiedade, que caso se deixem arrastar muito tempo poderão traduzir-se na necessidade de consulta psicológica.

Por isso é importante nessa tomada de decisão levar em consideração a personalidade, dificuldades e habilidade. E as aptidões e interesses pessoais devem estar diretamente relacionadas à realidade da área de atuação. 

E como funciona a decisão vocacional?  Primeiramente é preciso listar as coisas que gosta de fazer, o que sabe fazer, o que tem facilidade e o que sonha para o seu futuro. Na sequencia, pesquise sobre profissões e avalie a rotina de trabalho com a lista que você fez. Depois, busque conversar com pessoas conhecidas que atuem com as profissões que são alinhadas com o que listou. Pergunte como foi o processo de escolha da profissão, as dificuldades enfrentadas, condições de trabalho e rotinas do dia a dia.  E se mesmo com essas dicas as dúvidas persistirem, seria interessante uma orientação profissional.

No processo de orientação, há a condução por um psicólogo habilitado para essa finalidade, a qual irá mapear o seu perfil pessoal e comportamental e analisar as áreas de atuação correlatas. Não é o profissional que irá fazer a escolha, mas sim o próprio adolescente, através do direcionamento de atividades que levam ao autoconhecimento. E como instrumento é utilizado provas de interesses, aptidões e personalidade, testes vocacionais, anamnese clínica e psicológica. Geralmente há uma entrevista inicial para diagnóstico de necessidades de orientação vocacional e identificação das expectativas do jovem e dos seus responsáveis. Na sequência ocorre a avaliação, onde ocorre a aplicação de testes, geralmente necessitando 3 ou 4 sessões. Após fazer o levantamento de dados e avaliação dos cursos, o adolescente faz as suas escolhas mais fortes e agenda-se uma entrevista com profissional experiente nas áreas definidas. Posteriormente é discutido com o adolescente sobre as entrevistas e finalizado com a entrega do relatório final. E quando se trata de menores de idade, esse fechamento se dá também com os pais e/ou responsáveis. 

Esse trabalho visa promover o autoconhecimento no adolescente, proporcionar escolhas mais conscientes, fornecer informação técnica e especializada das profissões de interesse, contribuir para o amadurecimento de ideias e desenvolvimento de competências comportamentais. E quando envolve influência familiar, esse ponto é também sinalizado e orientado aos responsáveis.

Independente da escolha profissional, o processo de orientação vocacional possibilita um caminho para a saúde mental, pois reduz significativamente a ansiedade gerada a partir da dúvida e impossibilidade de escolha, direciona a auto percepção e encaminha para melhor qualidade de vida. 


Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
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Os desafios do mercado de trabalho atual para os adolescentes


Por Daniele B. Rodrigues



A fase de escolha profissional é um momento de ansiedade e repleto de obstáculos a serem vencidos. O adolescente, muitas vezes, recebe influências e pressões familiares, cobranças por decisões rápidas, ouve paradigmas pré-estabelecidos e sente dificuldades em seguir num caminho diferenciado. É um momento que precisam tomar decisões sérias e importantes que terão influencias para a sua vida inteira. Não existe a maturidade que o momento exige, pois essa fase é um período de dúvidas e angústias naturais, que direciona para si mesmo, o grupo inserido, o seu próprio corpo, sua sexualidade, dentre outras questões. Por isso, ter apoio de alguém que haja como orientador é de vital importância nesse processo. Esse adulto orientador se coloca à disposição para ajudá-lo em suas dúvidas e proporcionar um direcionamento para a escolha profissional. Em muitos casos a ajuda profissional torna esse momento mais fácil ao adolescente e também para a sua família. 

Muitos jovens escolhem uma profissão sem a verdadeira vontade, baseados em falsas ideias, sem pesquisa ou conhecimento da área de atuação. Sem contar quando a escolha é feita nas expectativas dos pais ou aspirações financeiras no futuro. E isso é mapeado pelo profissional durante a orientação vocacional/ profissional.

No processo de orientação vocacional/ profissional o psicólogo não faz apenas a aplicação de testes como usualmente as pessoas confundem. O que ocorre é um processo maior, contextualizado, com resultado de testes atrelado ao levantamento de gaps, habilidade e avaliação comportamental. Esse trabalho ocorre com algumas sessões e possibilita ao adolescente a percepção de si mesmo, num processo de autoconhecimento e escolhas amadurecidas e conscientes. Isso não é passe de mágica, mas sim fruto de uma construção direcionada a auto percepção, o que possibilita a tomada de decisões e argumentação sólida e bem fundamentada. É claro que outros aspectos serão mapeados, e se for o caso é direcionado para psicoterapia. Mas isso é feito separadamente e não tem relação de obrigatoriedade de um processo com o outro. A orientação vocacional/ profissional apenas levanta os aspectos emocionais e psicológicos que influenciam no processo de escolha de uma profissional, porém compete a pessoa (e seus pais/ responsáveis) a decisão de fazer ou não um tratamento psicológico.

O adolescente que faz um processo de orientação vocacional/ profissional sai mais amadurecido de suas escolhas e empoderado de suas decisões. Quando o processo é feito em menor de idade, o feedback é dado também aos seus pais. E quando percebe-se a forte influência familiar, isso também é posicionado, da forma adequada e contextualizada.  

O interessante desse processo é a possibilidade que o adolescente tem de conhecer profissionais da área e entrevista-lo na sua rotina laboral, o qual posiciona as principais dificuldades encontradas na profissão, desde o período acadêmico até sua prática atual. Ter esse momento com profissionais habilitados e estratégicos possibilita o adolescente ter o conhecimento do todo nas áreas de atuação que mais lhe chamaram a atenção. Na maioria das vezes as entrevistas ocorrem com profissionais de 2 ou 3 áreas diferenciadas e que geram dúvidas na decisão. Assim, a escolha final será baseada em situações reais do mercado de trabalho e não em fantasias e/ou paradigmas errôneos. 

Proporcionar esse processo ao adolescente é investir em saúde mental, pois gera autoconhecimento, amadurecimento de seus gaps e habilidades, escolhas conscientes e melhor equilíbrio emocional.  
 D


Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
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Os desafios do mercado de trabalho atual em época de crise econômica


Por Daniele B. Rodrigues



A velocidade em que ocorrem mudanças no mercado de trabalho é assustadora. É muito rápido os avanços tecnológicos. Lançamento de novas máquinas que substituem a mão de obra humana é demasiadamente comum. E isso exige do profissional novos conhecimentos, novas interações acadêmicas e sempre sempre sempre estar antenado e atualizado na sua área de atuação. As relações de trabalho estão se alterando, exigindo flexibilidade, dinamismo e profissionalismo.  E aqueles que não conseguem acompanhar esse ritmo, infelizmente são descartados.

E nesse momento de crise econômica, essa situação se torna cada vez mais comum. A baixa qualificação profissional, atrelado a baixa escolaridade, dificultam ainda mais a recolocação no mercado de trabalho. Sobra-se mão de obra operacional e falta mão de obra especializada e estratégica. E isso gera mão de obra excedente, impactando em redução de salários e aumento das exigências profissionais.

Em momento de crise, se faz necessário reinventar. Buscar qualificação profissional constantemente. E antes que digam que desempregado não tem como fazer isso, eu já antecipo a resposta: Tem sim. Há várias instituições de ensino que ofertam cursos gratuitos, da mesma forma que há disponíveis na internet. Existe constantemente lançamentos de congressos on line, com palestras disponíveis pela internet. E com ótimos conteúdos.

Da mesma forma que vale a pena investir em conhecimento sobre empreendedorismo e marketing. Nunca ninguém é tão ruim que não tenha o que aprender e nem tão bom que não tenha nada a ensinar.  Pensando nesse sentido, por que não avaliar o que o mercado está carente e você sabe fazer para investir numa carreira autônoma. Pesquise as necessidades do seu nicho, estude sobre estratégia e planejamento, busque auxílio do Sebrae para informações para microempreendedor. Veja na internet as inúmeras dicas e pense em agregar algo no mercado digital, tão em alta no momento.

Já que você já está fora do mercado de trabalho, reinvente-se! Crie, inove, descubra suas novas aptidões. Pense em algo que lhe faça feliz e faça a voltar a ter brilho nos olhos novamente. Avalie se o seu emprego anterior lhe trazia a felicidade que tanto almeja. Se isso não acontecia, pare para pensar se vale a pena buscar um emprego no mesmo segmento.

Passamos a maior parte do tempo no trabalho. Mais do que o tempo destinado à nossa família. Por isso é importante refletir sobre o que gostamos de fazer para que nesse momento de recolocação o objetivo não seja apenas um trabalho e um salário no final do mês, mas sim ter uma fonte de renda prazerosa e que lhe faça ter prazer em levantar cedo todos os dias, faça frio ou faça sol. Trabalhar não deve ser apenas ter dinheiro para pagar as contas, mas sim algo que lhe agregue todos os dias e motivo para se tornar uma pessoa melhor.

Como já disse Confúcio, escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um dia em sua vida! D


Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
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Os desafios do mercado de trabalho atual


Por Daniele B. Rodrigues




É impressionante as mudanças que vem ocorrendo no mercado de trabalho. A velocidade de que isso ocorre é muito rápida e exige que o profissional acompanhe. Novas tecnologias, novas interações acadêmicas e novas descobertas fazem com que altere as relações de trabalho, pois exige flexibilidade na forma de atuação e constante atualizações. Sem contar que tais situações geram novas profissões, novas demandas de trabalho. Em contrapartida, o oposto também acontece, pois as máquinas substituem a força de trabalho humana em muitas situações. Aí aumenta o desemprego e várias situações sociais.
Mas essa situação torna-se mais difícil de ser enfrentada devido a realidade do país da baixa qualificação profissional. Se as empresas já possuem dificuldades para contratar bons profissionais e precisam investir em programas de desenvolvimento, atrelado aos valores institucionais, muitas vezes não se investe no que está vigente no momento, pois precisam focar no básico para a execução das atividades laborais. E essa conduta atrapalha a percepção do profissional em acompanhar o que ocorre no mercado atual, projetando essa responsabilidade para a empresa.
Atualização profissional é uma necessidade de mão dupla: a empresa investir no colaborador que percebe o potencial para novas funções, da mesma forma que o próprio profissional que se preocupa em estar sempre antenado com o que ocorre na sua área de atuação e quer se manter competitivo no mercado de trabalho. É essa conduta que torna um diferencial e que as empresas se deslumbram num processo seletivo.
Ter foco, metas a serem atingidas e equilíbrio emocional para administrar as diferentes situações que surgem faz do profissional a mira das empresas.
 Mas como conseguir isso? A resposta é simples, mas o caminho a ser percorrido não é. Exige do profissional, acima de tudo, o autoconhecimento para saber aquilo que gosta e quer de verdade para a sua vida; se posicionar de forma adequada e aprender a dizer NÃO assertivo e cordial; se perceber no grupo que está inserido e quais os mecanismos de defesa que lhe manifestam (e de forma consciente avaliar a melhor forma de se posicionar); perceber como o grupo interage e buscar as melhores estratégias de atuação para a obtenção dos resultados.
Para perceber o outro é preciso se perceber primeiramente. E, na maioria das vezes, o processo ocorre no caminho oposto. As pessoas tendem a perceber muito mais o comportamento dos outros do que a si mesmo. Está aí o principal movimento que deve ser alterado. Para uma mudança de resultado, deve-se mudar o foco e as atitudes. Não é fácil, mas é extremamente prazeroso quando ocorre. Por isso as mudanças precisam ocorrer de dentro pra fora, e contar com a ajuda profissional nesse processo é mais fácil e eficaz. Um psicólogo, preferencialmente que atue com coaching de carreira, auxiliará de forma prática, direcionando-o para o caminho que deseja percorrer. Irá lhe auxiliar na percepção das autosabotagens e nas estratégias a serem tomadas.

Realmente não é fácil acompanhar todas as exigências profissionais. Isso exige, acima de tudo, muita determinação e coragem. Mas os fortes dizem que é extremamente recompensador. Pense nisso!


Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
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A soberba e a insegurança!


Por Paulo Cezar Gouvea




O primeiro dia de trabalho dentro de uma empresa é muito importante para o colaborador que esta chegando, pois é a partir desse momento que muita coisa passa a ter uma significância enorme, sendo essas em expectativas, realização e concretização de alguns sonhos, de projetos, ou seja, uma enormidade de opções que fazem parte desse cenário.

Dentro desse contexto, não se pode esquecer que estão envolvidas as pessoas, a equipe de trabalho, o Setor em que venha atuar, enfim, os novos colegas que num futuro próximo e conforme as coisas forem fluindo, naturalmente serão amizades para longa data e outros compromissos quiçá um networking.

Um ponto que chama a atenção e de extrema valia nesse momento é: como será a receptividade? Como o colaborador novo será visto e aceito pelos novos colegas? Esses questionamentos seguramente darão um norte a ser seguido durante à trajetória profissional desse colaborador dentro da organização, empresa ou companhia que venha a fazer parte.

Alguns sentimentos nesse instante passam a aflorar, ou seja, ganham um destaque que pouco se visualiza, mas, que chama a atenção. A soberba, por exemplo, é um desses, se o time em que o novo colaborador não o enxergá-lo como alguém que esta chegando para somar e não tirar, certamente as coisas tendem a seguir para um caminho tortuoso e de difícil solução para o gestor ou líder da equipe.

A soberba é no sentido de não passar a informação, boicotar treinamento, não querer compartilhar ou dividir algo que é importante para o grupo e não apenas para si, ou seja, se mostrar mais que os demais e não respeitar de fato quem está chegando para compor a equipe de trabalho.

Além desse sentimento, outro que ganha destaque é a insegurança do próprio colaborador que esta há certo tempo na empresa, o conhecido medo de perder a cadeira, o cargo, o seu lugar de fato. Pois fica explícito que quem está chegando torna-se uma “ameaça” digamos assim, certamente esta vindo com uma bagagem grandiosa em matéria de conhecimento, postura profissional, compartilhamento de informações e o próprio trabalhar em equipe. Esses sentimentos a soberba e a insegurança, são fatores que podem derrubar um profissional em qualquer campo ou situação se não tratados com o devido cuidado e atenção merecidos.

A gestão deve ter a clara noção do que ocorre com à sua equipe de trabalho, por isso o espaço para o diálogo aberto, feedback devem ser canais facilitadores nesse momento, justamente para evitar que um mal maior venha a acontecer nesse sentido. Na grande maioria dos casos, o colaborador que esta chegando pede a sua demissão ou vai para o enfrentamento, ou seja, expõe publicamente o que esta acontecendo o que não é de bom grado para ninguém, denotando claramente um “racha” na equipe de trabalho.

Para todo bom profissional que tenha passado ou venha enfrentar uma situação dessas, o importante é mostrar a que veio, com o seu valor, com o seu trabalho, esforço e dedicação, inclusive, mostrando claramente que não tem nada a perder, foi contratado para uma determinada atividade e para esse fim que esta se dispondo a passar de fato por cima dessas questões.


As intrigas, rivalidades, invejas e outros sentimentos também irão aparecer no decorrer dos tempos e como já citado, fazem parte desse cenário realmente, mas, o bom profissional, levanta a cabeça, sacode a poeira e avança em frente, pois o que não lhe derruba, fortalece. Por isso a importância da maturidade para certos casos e atitudes, saber lidar e administrar esses sentimentos lhe darão seguramente a confiança que precisa para a execução e a excelência no seu trabalho, ainda mais quando se tem um respaldo legal do seu gestor. Não ser puxa-saco, mas, transparente nas ações e atitudes certamente o tornam mais forte perante esses pontos.




Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

Essa tal de felicidade!


Por Paulo Cezar Gouvea



O título desse texto é para chamar a atenção no seguinte ponto: É possível ser feliz no ambiente de trabalho? 

A felicidade é possível realmente ou falamos apenas da boca para fora, justamente para amenizarmos ou mascararmos alguma situação? 


Seguramente essa questão é muito delicada e sensível para de fato ser respondida de pronto. Primeiramente pela situação de mantermos a chamada “política da boa vizinhança”, ou seja, falar aquilo que as pessoas esperam ouvir.  Já num segundo momento, manter o clima em que se encontra e apenas contornar a questão com um simples faz parte e para frente é que se anda.

Ser feliz no trabalho depende muito do estado de espírito de cada pessoa, complicado responder algo de pronto e sem considerar o sentimento envolvido. Na grande maioria das vezes, as pessoas agem de forma inconsciente procurando agradar algum familiar ou amigo e deixar que as coisas fluam ao natural, afirmando que esta feliz em seu trabalho, emprego atual e mascarando o que de fato esta sentindo.

Existem situações em que as pessoas procuram enxergar o verde mais reluzente do gramado do vizinho e esquece-se de valorizar o seu próprio quintal, ou seja, subestimando o que tem à sua disposição de fato. Nesse caso o ideal é repensar se o que esta fazendo, executando e se isso esta lhe trazendo felicidade e independe da questão financeira, mas, do sentimento vivido propriamente dito.

As frustrações, perdas, aborrecimentos, decepções com pessoas e processos fazem parte de qualquer cenário em que esteja trabalhando, e todos esses fatores não podem ser maiores que a própria razão de existir. São sentimentos que testam qualquer pessoa ou profissional e quem falou que é fácil ser feliz realmente? Por isso torna-se complicado afirmar se é possível ser feliz no trabalho.

Em algum momento já ouvimos aquele célebre dito popular: “Embora não esteja fazendo o que gosta, procure gostar do que esta fazendo!” O gostar e ser feliz, são sentimentos que andam juntos em qualquer lugar ou situação, pois um esta ligado ao outro e assim por diante. Ser feliz é o que de fato importa, mas, ser realmente e não apenas da boca para fora, procurando agradar a esse ou aquele, quando o mais interessando somos nós.

A felicidade depende em partes do lugar, do momento vivido, da situação, mas, depende muito mais de nossas ações do que das outras todas, por isso a importância de mantermos bem o nosso espírito, a nossa mente e principalmente, o nosso corpo. Quando estamos bem com nós mesmos, as coisas a nossa voltam tendem a rumar nesse sentido, no mesmo caminho.

Embora no passado tenham dito que a felicidade é efêmera, passageira, atualmente pode-se provar o contrário, em linhas gerais, procurando evitar rotinas, desgastes, embates sem necessidades, confrontos sem sentido e por fim, bater de frente com algo que não o levará a nada ou lugar nenhum a não ser para uma derrota impiedosa.


Essa tal felicidade é para ser vivida e sentida diariamente, parece batido afirmar isso, mas, não é se não alimentarmos essa atitude, seguramente estará fadado ao stress e outros adjetivos que procuram levar a pessoa para baixo, desviando do seu foco e conseqüentemente desmotivando-a. a felicidade é para muitos e não pode ser restrita a esse ou aquele grupo, para isso é preciso sair da sua zona de conforto e partir sem volta para aquilo que faz ou lhe deixa feliz. Uma dica, se ao fim do seu dia de trabalho, consegue chegar a sua casa e após um bom banho, relaxar, colocar a sua cabeça no travesseiro e no outro dia acordar cedo e partir para mais uma jornada, é possível que a felicidade esta ao seu lado e ainda não percebeu, pois o sono e o descanso dos justos é seguramente o mais feliz. Aproveitem e sejam felizes todos os dias, afinal, estamos vivos e isso já é uma grande alegria.




Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

Cinco maneiras de fazer um recrutador odiar você!



Quem procura emprego precisa estar atento ao mercado, principalmente a como estão sendo feitos os processos seletivos, para não surpreender o recrutador de forma negativa. Entretanto, é muito comum um candidato a emprego, ansioso, cometer alguns erros que podem ocasionar o insucesso em muitas entrevistas.

“Os profissionais erram ao não compreender qual é a real função do recrutador. Ele trabalha para preencher a vaga das empresas, que são seus clientes diretos, e não vão dar um emprego de forma arbitrária só porque você está há muito tempo desempregado ou precisando muito daquele trabalho”, ressalta Consultora de Recursos Humanos.

Se você quer “queimar” totalmente suas chances com os recrutadores – e, consequentemente, com as empresas em que trabalham – aqui estão cinco maneiras de como fazê-lo:

O River Raid e a minha vida!


Por Tania Klein




Se você tem menos de 30 anos, talvez não conheça, mas o River Raid foi um jogo de vídeo game muito famoso nos anos 80. Eu era fã deste jogo do Atari. Claro que, nem se compara aos jogos de hoje, mas ele para mim marcou demais. Falar dele hoje me dá uma certa nostalgia, mas me coloca novamente frente a frente a um dos melhores conceitos que pude ter e entender da vida. Assim como no River Raid, só passamos para a próxima fase se realmente dominarmos a fase que estamos. Isso acontece em todos os jogos, até no Mario Bros, certamente, mas o meu xodó é este aqui. Como ele influenciou minha vida?

Um jogo 2D, e nem sabíamos que era possível ter jogos com realidade virtual, simples, com um “joystick” complexo de 1 botão e 1 alavanca, cartuchos que as vezes emperravam e era necessário tirar do aparelho dar uma sopradinha e continuar jogando, tudo isso preso a fios e cabos. Para a época, tudo avançado.
Mas e o jogo? Ah, esse é o ponto.

O cenário era um rio, que ficava largo ou estreito, conforme avançávamos, pois era o avião que sobrevoava o rio e era justamente ele que tínhamos que controlar. Os níveis eram divididos por pontes, que tínhamos que atirar para destruir e de tempos em tempos apareciam obstáculos como navios e helicópteros que precisávamos abater ou desviar e ainda corríamos o risco de ficar sem combustível. Se você não jogou, não tem idéia do que era conseguir estourar uma ponte sem ouvir a sirene do combustível acabando! Super emoção!

E, aonde está a lição da vida?

Eu percebi muito cedo que alguns acontecimentos eram muito parecidos em minha vida. Podiam ser em épocas diferentes, com pessoas diferentes, mas os fatos eram semelhantes, estavam ali, se repetindo. Foi difícil entender que assim como no jogo, enquanto eu não dominasse a fase que estava, ou seja, não tivesse realmente aprendido a lição e colocado o aprendizado em prática, as lições se repetiriam.

Concluir isso, foi relativamente tranquilo, mas, como saber qual o aprendizado por trás de cada situação? Como entender que o sofrimento, a dor, eram resultados de minhas próprias ações (realizadas ou ignoradas) e pensamentos? E, pior, como saber se o que estava fazendo era o suficiente para não ter que passar por aquilo novamente?

No jogo, se deixasse de abastecer o avião quando passava por uma bomba de combustível, corria o risco de ficar sem para completar o nível. Na vida, quando não me preparava, acabava tendo que voltar e refazer a lição.  O mais interessante foi o que demorei mais tempo para aprender. Enquanto eu tentava descobrir qual a lição, ou seja, o que tinha que fazer, deixava de perceber o que já estava aprendendo e com isso, não praticava. Parece maluquice, mas é bem assim. Se, ao chegar na próxima fase da vida eu não colocasse o aprendizado em ação, começava a passar novamente por problemas parecidos! No jogo, se esquecesse de abastecer, não acelerasse ou freasse na hora certa, corria o risco de morrer e ter que começar tudo outra vez.

Foi depois de muito tempo que entendi também, que a gratidão e o perdão são irmãos, sem eles não avançamos. Se não fizermos as perguntas certas, receberemos respostas erradas.
Como no jogo, aceitar que falhei, me perdoar, agradecer por ter a oportunidade de continuar a aprender e, com muito mais vontade: continuar querendo passar para a próxima fase.


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Sou Tania Klein, disposta a ajudar você a Construir sua Carreira e Vida!

Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

Quem não chora não mama!


Por Tania Klein




Se eu estivesse escrevendo em dissertações do ENEM ou solicitadas por empresas, certamente não utilizaria jargões ou ditos populares, pois sabemos que deixam o texto pobre. Como desejo transmitir uma mensagem que seja entendida por todos, vou usar vários ditos populares aqui, perdoe-me, caso não goste.

Ao iniciar sua vida profissional, pode ser que tenha feito as suas escolhas de acordo com a sugestão e orientação de quem convivia com você, tipo “filho de peixe, peixinho é”, ou por orientação ou por modelo, no melhor estilo “maria vai com as outras”. As escolhas profissionais são normalmente feitas antes de se ter a noção real do que se gosta, deseja ou de se conhecer boa parte das atividades que existem, afinal, surgem profissões novas todos os dias. Como temos que “colocar o carro na frente dos bois” e escolher para trabalhar, muitas vezes concluímos que não era bem esse o caminho que deveríamos ter percorrido, ou seja, chegou no “fim da picada”.

Mas, antes que você diga “agora Inês é morta”, vou te dizer que mudar é sempre possível, mas para isto é importante saber o que deseja, o que quer, o que gosta, ou seja, você precisa se conhecer. Você tem uma outra possibilidade também que é “fazer vista grossa” e continuar sua vida, da maneira como está, “dançando conforme a música” , você faz de conta que é feliz e todos acreditam nisso e você “fica a sombra da bananeira”.

Certo, você pode estar pensando que eu estou “fazendo tempestade em copo d´água”, pois não é bem assim, afinal, você pode aprender a amar seu trabalho. Claro que pode! Pode se adaptar a qualquer situação, pois esta é uma característica fantástica do ser humano, adaptabilidade, assim como a zona de conforto é uma delícia, mas não ajuda em nada.

Como não estou aqui para “discutir o sexo dos anjos” ou “encher linguiça” vou te falar logo o que acontece. Mesmo que sua escolha tenha sido a mais perfeita possível, e você seja muito feliz em sua profissão, existem momentos também que o crescimento pode estar te rondando e você ainda não estar preparado ou não estar totalmente certo do caminho a seguir, sendo que, “para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve”.

Para facilitar, vou “unir a fome e a vontade de comer”!

Tanto quando as escolhas são precoces e “antes tarde que nunca” você percebe que pode ser feliz de outra maneira, quanto quando você está certo de que escolheu bem, mas precisa se aperfeiçoar para crescer, uma grande alternativa é o AUTOCONHECIMENTO. 

Quando mais você se conhecer, mais saberá o que deseja para sua vida, para você!

Então, “nada como um dia atrás do outro” para que você se conheça, saiba o que deseja e faça as escolhas certas! Nada de ficar “na rua da amargura” achando que o mundo acabou, mas, sendo consciente de que “não se faz omelete sem quebrar os ovos”, portanto, sebo nas canelas! Comece agora o novo momento da sua vida! Repense, reestruture sua carreira!

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Estratégia para buscar oportunidade de emprego, você já estabeleceu a sua?


Por Priscila Timbó



O país passa por um momento bastante delicado, mas o mercado lentamente começa a se aquecer e novas vagas voltam a surgir.

Quem está buscando por um novo emprego, muitas vezes não sabe qual caminho seguir e em meios a tentativas e erros, acaba ficando para traz por não saber o que fazer.

Uma das etapas do processo de recolocação profissional é a prospecção de emprego.

A prospecção por oportunidades precisa de foco, planejamento, ação, melhoria continua e resultado. E assim como na área comercial é preciso desenvolver métodos para alcançar resultados positivos.

Prospecção é uma palavra com origem no latim prospectione que significa a ação de prospectar ou pesquisar.

A prospecção de clientes é uma área importante do mundo empresarial, porque consiste no conjunto de métodos usados para procurar e conquistar financiadores ou clientes. Intimamente relacionada com a prospecção de mercado, a prospecção consiste em analisar minuciosamente e estudar as oportunidades oferecidas pelo mercado.

Prospectar clientes nada mais é do que encontrar clientes certos para os seus esforços de vendas. Quanto mais afinado estiver o seu processo de prospecção, maior a taxa de conversão dos vendedores, melhores os resultados da empresa.

Do mesmo modo a prospecção por uma nova oportunidade de emprego nada mais é do que utilizar métodos para procurar e conquistar um novo emprego.

O sucesso para conquistar um novo emprego depende de ações bem organizadas e de um plano de prospecção bem estruturado. Improvisações e confiança em excesso podem causar atraso ou perda de oportunidades. Por isso, antes de sair procurando vagas, é preciso organizar o processo

planejamento de busca por um novo emprego nesta etapa é muito importante. É essencial separar um tempo da rotina diária para preparar a prospecção e não deixar de cumpri-lo.


E você como está realizando a sua prospecção de oportunidades profissional?


Priscila Timbó, é psicóloga, pós-graduada em Gestão de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. Consultora especialista em Transição de Carreira e Recolocação Profissional (Jobhunter).
Tem como missão contribuir para que o profissional conquiste o sucesso almejado para sua carreira. Auxilio você a ser o seu melhor vendedor para conquistar o seu emprego!
Quer orientação ou aprender mais para melhorar sua busca por um emprego? Me siga no LinkedIn ou entre em contato: priscila.timbo@hotmail.com.

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