O poder da determinação


Por Tania Klein


     “A casinha de uma escola rural era aquecida por um velho e bojudo forno a carvão.

Um garotinho tinha a função de ir mais cedo à escola todos os dias, para acender o fogo e aquecer o recinto antes que a professora e seus colegas chegassem.

Certa manhã, eles chegaram e encontraram a escola engolida pelas chamas. Retiraram o garotinho inconsciente do prédio em chamas, num estado gravíssimo. Tinha queimaduras profundas na parte inferior do corpo e foi levado para o hospital do município vizinho.

De seu leito, o semiconsciente e pavorosamente queimado garotinho ouviu ao longe o médico que conversava com sua mãe. O médico dizia a ela que seu filho seguramente morreria – o que na realidade, até seria melhor – pois o terrível fogo devastara a parte inferior de seu corpo.

Porém o bravo garotinho não queria morrer. Ele se convenceu de que sobreviveria. De alguma maneira, ele realmente sobreviveu. Quando o risco de morte havia passado, ele novamente ouviu o médico e sua mãe falando baixinho. A mãe foi informada que, uma vez que o fogo destruíra tantos músculos na parte inferior de seu corpo, quase que teria sido melhor que tivesse morrido, já que estava condenado a ser eternamente inválido e não fazer uso algum de seus membros inferiores.

Mais uma vez o bravo garotinho tomou uma decisão. Não seria inválido. Ele andaria. Mas, infelizmente, da cintura para baixo, ele não tinha nenhuma capacidade motora. Suas pernas finas pendiam inertes, quase sem vida.

Finalmente, ele teve alta do hospital. Todos os dias sua mãe massageava-lhe as perninhas, mas não havia nelas, nenhuma sensibilidade. Ainda assim, sua determinação de andar era mais forte do que nunca. 

Quando ele não estava na cama, estava confinado a uma cadeira de rodas. Num dia ensolarado, sua mãe o conduziu até o quintal para tomar um pouco de ar fresco. Neste dia, ao invés de ficar sentado na cadeira, ele se jogou no chão. Arrastou-se pela grama, puxando as pernas atrás de si.

Arrastou-se até a cerca de estacas brancas que limitava o terreno. Com grande esforço, levantou-se apoiando na cerca. E, então, estaca por estaca começou a rastejar ao longo da cerca, decidido a andar. Começou a fazer isso todos os dias até que um caminho se formou ao lado da cerca, e em volta de todo quintal. Não havia nada que ele desejasse mais do que dar vida àquelas pernas.

Finalmente, com as massagens diárias, com sua persistência de ferro e com sua resoluta determinação, ele foi capaz de ficar em pé, depois de andar mancando; e, então, de andar sozinho. Mais tarde, de correr.

Começou a caminhar para a escola, depois passou a correr para a escola, e a correr, pura e simplesmente, pela alegria de correr. Na faculdade integrou o time de corrida com obstáculos.

Depois, no Madison Square Garden, aquele rapaz sem esperanças de sobreviver, que seguramente não andaria nunca mais, e que jamais poderia esperar correr – aquele rapaz determinado, o Dr Glenn Cunningham, foi o corredor mais rápido do mundo da corrida de uma milha.” 


Esta é uma história verídica.

Do livro Caixa de Ferramentas – Legrand

O que a palavra determinação quer dizer para você?

Se separarmos podemos tirar: determinar a ação! E isso, muitas vezes acaba quando colocamos para nós mesmos empecilhos, dificuldades e limitações.

Quantas vezes você fez coisas que não se imaginava capaz? 

Só por que nem você mesmo e nem outra pessoa te desencorajou?

Você pode determinar suas ações, criar seus resultados antes mesmo deles acontecerem!

Já fez o caminho perto de sua cerca? 

Está esperando o que para ultrapassa-la?

Sucesso em sua caminhada determinada para o sucesso e prosperidade.

Gostou? Curte, compartilha, comenta. Isso me ajuda a continuar escrevendo
Sou Tania Klein

Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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INVISTA NO TÍTULO PROFISSIONAL DO SEU PERFIL NO LINKEDIN – VOCÊ PODE CONQUISTAR SEU EMPREGO!!!


Por Priscila Timbó




Tenho observado que muitos profissionais que estão buscando uma nova oportunidade de trabalho, estão perdendo uma grande possibilidade de conquistar o seu novo emprego, pois não estão colocando de forma correta o seu título profissional.

Uma das primeiras informações que os recrutadores ou headhunters visualizam no perfil do profissional é o seu Título.

Não adianta só colocar “Buscando Recolocação”, “Disponível para o Mercado”, “Em transição de Carreira”.
Os recrutadores localizam os perfis dos profissionais através de pesquisa com palavras chave.

Por isso, você precisa utilizar este espaço de forma estratégica para atrair mais visibilidade ao seu perfil.

Coloque qual é a sua área de atuação, o que você faz, em seguida coloque a sua proposição de valor ou qual é o seu diferencial na sua área de atuação e por último coloque a informação de que está buscando recolocação.


Por exemplo:

  1. Gestor Comercial | Especialista em Planejamento Estratégico Comercial | Buscando Recolocação                                                                                                  
  2. Profissional de Recursos Humanos | Especialista em Desenvolvimento Organizacional | Buscando Recolocação                                                                     
  3. Gerente de Produção | Foco em Lean Manufacturing | Buscando Recolocação



E aí está esperando o quê para turbinar o seu título profissional?


Priscila Timbó, é psicóloga, pós-graduada em Gestão de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. Consultora especialista em Transição de Carreira e Recolocação Profissional (Jobhunter).
Tem como missão contribuir para que o profissional conquiste o sucesso almejado para sua carreira. Auxilio você a ser o seu melhor vendedor para conquistar o seu emprego!
Quer orientação ou aprender mais para melhorar sua busca por um emprego? Me siga no LinkedIn ou entre em contato: priscila.timbo@hotmail.com.

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PORQUE ESCREVO SOBRE ASSÉDIO NO LINKEDIN


Por Eliete Oliveira




Quando iniciei minhas atividades de Consultoria, comecei a divulgar meus trabalhos pelo LinkedIn, pois para mim seria a ferramenta ideal, com grande visibilidade e a possibilidade de atingir um público enorme.

Ao longo do tempo essa possibilidade acabou se confirmando e hoje sou uma entusiasta do LinkedIn. A cada dia pesquiso mais,  já escrevi vários textos para falar sobre como construir um perfil influenciador na rede, aplico na minha carreira,  incentivo meus clientes a utilizá-la e sempre me convenço mais  que o LinkedIn é uma ferramenta pouco explorada.

Porém uma questão sempre me incomodou:  O assédio.

Tive vários episódios. Na grande maioria das vezes as questões comerciais acabavam descambando para  o caminho da oferta de "troca" . Sugestões de encontros, ou mesmo abordagens pouco profissionais, nas quais as pessoas estavam mais interessadas na minha vida pessoal do que na prestação de serviço em si, foram algumas das inúmeras experiências que tive neste sentido.

Ao mesmo tempo lia alguns textos de pessoas que tomavam coragem e escreviam sobre o tema, com grande repercussão.

Nesta mesma época resolvi criar um grupo "Mulheres contra o assédio no linkedIn" e ouvi coisas como: "É muito mimimi", "As pessoas só querem aparecer e polemizar", "Você sabe que é assim mesmo, você não vai conseguir mudar nada" e tantas outros questionamentos.

Algumas pessoas me escreviam dizendo que adoravam meus textos sobre carreira, que sempre me seguiam, mas que achavam que eu estava me expondo muito nestes posts sobre assédio.

O LinkedIn é a ferramenta do "politicamente correto", com regras de como nos comportarmos, que segue a linha de um ambiente profissional, portanto, qualquer coisa que fuja um pouco do tradicional cria um certo desconforto.

Mas eu tenho duas boas notícias:  Eu sou a mesma pessoa que escreve os textos bacanas sobre carreira, só que as vezes eu ponho o dedo na ferida.

Existem algumas coisas na vida que são questões de valores,  dos quais acreditamos e que não podemos abrir mão, pois se fingirmos que não existem, de certa forma compactuamos para que se perpetuem. Seria muito fácil eu ignorar e fingir que nada aconteceu, como muitas pessoas me sugeriram aqui, mas não é  algo do qual  eu acredito e não reflete a minha identidade.

Outra boa noticia: Assédio é uma questão profissional sim! Inclusive fiz direito e posso afirmar que são inúmeros os processos por assédio em ambientes profissionais, então trata-se de uma questão a ser amplamente discutida, ainda mais se levarmos em conta, que tudo o que se fala em ambientes virtuais é relativamente novo, portanto temos que fomentar discussões nesse sentido.

E por fim, quando escrevo estes textos, ao contrário do que algumas pessoas pensam, não é para me auto-promover, pois conseguiria muito mais promoção e muito mais seguidores me dedicando a somente escrever textos motivacionais e a construir uma imagem convencional e socialmente aceita. É preciso ter coragem para sair fora da caixa e tomar atitudes que fogem ao tradicional.

É isso!


Eliete OliveiraConsultora de outplacement para profissionais em transição de carreira. Profissional com mais de 20 anos de experiência  na área de Recursos Humanos, com grande conhecimento de Recrutamento e Seleção de Profissionais e graduação em direito.

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Seja um golfinho na sua vida profissional


Por Eliete Oliveira




Trabalhei muitos anos em empresas na área de RH e sempre recebi as mesmas reclamações de profissionais: todos se sentiam desvalorizados profissionalmente. Muitos reclamavam que estavam  exercendo a mesma função há anos e que não recebiam promoções, sequer aumentos salariais espontâneos, o que os deixava muito desmotivados.

Durante algum tempo pensei sobre isso. Será que não seria o contrário? Será que a nossa desmotivação não seria o motivo para a desvalorização? Será que muitas vezes não entramos em um circulo vicioso, talvez agindo através de atitudes passivo-agressivas de nos sabotarmos?

Pense comigo, em algum momento você passou a se sentir assim, desmotivado. Nessa hora você apertou um botão que emitiu mensagens para o seu cérebro e que fez com que você passasse a tomar determinadas atitudes.

Você passou a não chegar no horário, a tomar cafezinho dez vezes por dia, a fazer suas tarefas sem o mesmo capricho que antes, errou muitas vezes, não cumpriu prazos e trouxe até um certo prejuízo para a empresa. Mas daí você pensou: Que se dane, eles não me dão valor mesmo!

Mas olha, será que nesse momento você não passou a produzir munição contra você mesmo? 

Existe algo muito peculiar no comportamento de um golfinho. Se ele faz uma pirueta e você dá um peixe, ele faz uma nova pirueta, e assim sucessivamente, até a hora em que você não dá mais o peixe, neste momento o golfinho faz uma pirueta dez vezes melhor que a primeira, porque ele sabe que você se sentirá obrigado a dar o peixe.

Então fica a dica: Seja como o golfinho na sua vida profissional, faça o seu melhor, as pessoas se sentirão obrigadas a te recompensar.

Não que todas as empresas sejam perfeitas e sempre valorizem seus funcionários. Isso é ficção cientifica.

Mas não seja você a dar a munição pra que isso aconteça, faça o seu melhor e espere, se a valorização não vier, procure outra oportunidade em outro lugar, que saiba te valorizar, mas não comprometa nunca a qualidade do seu trabalho por isso.

Vejo profissionais que ficam dez, quinze anos em uma empresa reclamando que nunca foram valorizados.  Mas me diz... Porque você ficou tanto tempo em uma empresa na qual você não era valorizado?

Pense nisso!


Eliete OliveiraConsultora de outplacement para profissionais em transição de carreira. Profissional com mais de 20 anos de experiência  na área de Recursos Humanos, com grande conhecimento de Recrutamento e Seleção de Profissionais e graduação em direito.

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O poder de um Não!


Por Paulo Cezar Gouvea



Seguramente em alguma etapa de sua vida já deve ter ouvido e recebido alguns “NÃOS” e ainda na grande maioria das vezes, não parou para uma pequena reflexão sobre isso. Alguns chegam a deixar marcas na pele, na alma e até mesmo no coração, é natural e faz parte de todo o ciclo humano.

A reflexão é basicamente voltada no peso em que a pessoa que o recebeu lhe dará, ou seja, qual o nível significativo essa negação pesará sobre a sua vida de fato e também, sobre as suas futuras decisões. Na grande maioria das situações e momentos, as pessoas não estão ou são preparadas para recebê-lo, ou seja, buscam incessantemente o positivo. Claro, que isso não é uma regra geral, mas, faz parte e é inerente a nossa própria vontade, pois ouvir um “não” realmente, dependendo da situação, momento ou fase de nossas vidas, é dolorido.

E como se deve trabalhar diante dessa negativa? Como deveremos nos proceder em relação a isso? Enfim, existe uma série de questionamentos nesse sentido e convém uma atenção aprofundada, para que se possa buscar um entendimento do porque tal situação não nos favoreceu ou até mesmo, não atendeu aos nossos anseios e desejos pessoais.

Profissionalmente falando, o interessante é buscar informar-se porque não foi aprovado em um determinado processo de seleção ou mérito e promoção não recebidos, enfim, buscar, se cercar e certificar-se do máximo de informações que possam lhe fornecer os subsídios necessários para um entendimento. Muitas vezes, o excesso de confiança e o comodismo nos atrapalham e um olhar terceiro, nos faz enxergar aquilo que não estamos vendo em nós mesmos, por isso a importância e a valorização do autoconhecimento.

Em algumas situações julgará que houve injustiça em determinado processo, em determinada escolha desse profissional e não aquele, entre outros pontos, mas, o importante é ter certa maturidade e administrar essas emoções, para que essas não venham a lhe prejudicar num futuro próximo. Basicamente, é pensar sempre que se não deu certo agora, amanhã ou depois, seguramente chegará a sua vez.

O poder de um “não”, na realidade faz parte da condição humana, pois estamos mais propensos ao negativo do que ao positivo propriamente dito. Entender e compreender essa negação em nossas vidas é um grande salto evolutivo, muitas vezes um “não” é necessário, mas em outras, causa um grande estrago e realmente, ainda não estamos ou fomos preparados para isso de fato.

Quando se recebe um “não”, significa que algo precisa urgentemente ser revisto e consequentemente melhorado, infelizmente, não podemos agradar a todos, mas, podemos melhorar cada dia mais se assim o desejarmos. Lutar, buscar, insistir e persistir, é sentimento essencial para reverter um quadro negativo e cada um consegue a sua maneira e ao seu jeito de ser e agir.

E como diz o dito popular: “O não eu já tenho, vou à busca do sim!” é mais ou menos nessa linha de raciocínio que devemos reagir não se amarrar ou se prender a primeira negativa, mas, buscando sempre o melhor para as nossas vidas e também, para todos aqueles que estejam a nossa volta, sejam familiares, amigos, colegas de trabalho, enfim, todos os que merecem a nossa profunda admiração e apreço.


Portanto, quando receber um “não”, pense bem, pode ser uma oportunidade de melhoria para a sua própria vida pessoal e profissional, escrever e falar parece fácil, simples, mas não é, muitas vezes temos mais a “engolir” e “digerir” do que simplesmente sair criticando, por isso a importância extrema de um autoconhecimento aliada a maturidade, para que não venha prejudicar a si mesmo, agindo dessa maneira, com cautela e paciência, certamente o sucesso lhe chegará.


Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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Por que nenhuma empresa te chama para uma entrevista?


Por Bruno B Angelo



Todos nós sabemos sobre a situação do desemprego em nosso país, o que aumentou muito a quantidade de pessoas em busca de um novo emprego, bem como os relatos de pessoas que já mandaram centenas de currículos e não foram chamados para uma única entrevista. Mas apesar da crise, ainda existem muitas oportunidades, o mundo não para. Então, porque essas pessoas não recebem um único contato de uma empresa?


           Quem acredita que procurar emprego é apenas disparar currículos, está desperdiçando tempo!

A resposta para grande parte dos casos é simples: falta preparo. Até para procurar emprego tem que ter preparo. E não estou falando do nível de formação ou de experiência. Se preparar para procurar emprego é saber se tornar um vendedor de si mesmo. Para tentar explicar o que eu quero dizer vou contar uma breve história.

Um dia recebi um e-mail de um indivíduo. Digo indivíduo porque não tinha o nome dele no e-mail, o endereço era daqueles que não te dão nenhuma pista e no campo “Assunto” estava escrito apenas “currículo”. Só isso já era motivo para eu deletar o e-mail sem antes lê-lo. Mas naquele dia provavelmente eu deveria estar com paciência e tempo sobrando… e resolvi pelo menos ler a mensagem. Mas no corpo do e-mail estava escrito somente isto: “Prezados, tenho total disponibilidade e imediata para atuar em qualquer região do Brasil.” Mais nada.

Incrédulo, rolei a tela do e-mail para ver se tinha mais alguma coisa e nada, apenas um anexo intitulado “currículo eng. civil”. Aparentemente era um engenheiro civil tentando divulgar seu currículo. Aí eu dei uma rápida espiada no campo “destinatário” do e-mail e constatei que não havia apenas o meu endereço, mas também o de dezenas de outras pessoas! Ou seja, o indivíduo estava claramente enviando currículos para todo o lado, sem critério algum, o famigerado SPAM de currículo. A estratégia do “se colar colou!”. O e-mail era tão tosco que eu fiz questão de abrir e ler o currículo para saber quem era aquele indivíduo.

E sem ficar surpreso, de cara eu percebi o desastre. Um currículo com seis páginas (sim, seis!!!), mal formatado, sem um resumo, cheio de dados pessoais desnecessários e para completar: uma foto tipo “selfie” quase ocupando a primeira página inteira. Resultado: não li nem as primeiras linhas do currículo. Mandei direto para a lixeira.

Agora, analisando essa história, o que esse indivíduo fez de errado? Ele errou na identificação dele próprio, na comunicação, na divulgação, na forma de abordagem, na apresentação, ele errou em tudo que se podia errar e fez isso com maestria! Parece brincadeira, mas a maioria dos currículos que recebo são apresentados dessa forma ou até piores. E aí pode mandar quantos currículos quiser que o resultado vai ser o mesmo: lixeira.


         Quem faz sempre da mesma forma, irá colher sempre os mesmos resultados!

Entenda que se você enviou uma grande quantidade de currículos e não recebeu nem sinal de fumaça, alguma coisa está errada com a sua estratégia, ou não adotou estratégia alguma. E não adianta ficar com “mimimi” procurando um culpado pela sua situação. Você tem que admitir para você mesmo que não sabe como fazer e procurar aprender como fazer. É como em uma luta de boxe. Foco, estratégia e preparação são tudo, ou você vai entrar no ringue para tomar porrada de graça!



Foco no objetivo!

Primeiro comece tendo FOCO. Não tem como elaborar uma estratégia se você não tiver foco. E para ter foco você precisa ter um objetivo profissional claro e bem definido, ou seja, você precisa saber o que quer. Isso não é ter foco: 

Quero atuar como programador.” Isso é ter foco: “Quero atuar como programador sênior de aplicativos para celulares para plataformas Android e iOS, com preferência por empresas da região de Campinas e que paguem ao menos R$30,00/hora.

Após declarar seu objetivo comece a trabalhar sua ATRATIVIDADE. Mas para ser atrativo, antes você precisa entender o que atrai o mercado para poder elaborar o seu material de divulgação alinhado às expectativas dele. E ser atrativo não depende só de bom conteúdo. Depende também de quão rápido você consegue explicitar esse conteúdo. Muitas vezes os recrutadores de uma empresa recebem milhares de currículos por vaga e não tem tempo hábil para ler todos os currículos. Pense que de cada 1000 currículos que eles recebem para uma vaga eles vão escolher apenas 10 para ler na íntegra. É por isso que uma carta ou um e-mail com uma boa apresentação, e também um bom resumo sobre você nas primeiras linhas de seu currículo fazem a diferença para fisgar a atenção dos recrutadores e colocar seu currículo na lista dos que serão lidos. E procure saber como elaborar um currículo decente e alinhado com os requisitos da vaga ou todo esse esforço terá sido em vão. 


        Seu perfil profissional ou sua carta de apresentação devem ser como uma minissaia: não mostra tudo, mas o bastante para chamar a atenção! 

E por fim, não adianta fazer tudo isso se você não existir para o mercado. Como irão contratar você sem saber que você existe? Com exceção da situação em que você envia um currículo para uma vaga em aberto, você precisa estar visível para quem está procurando por um profissional como você. Isso é VISIBILIDADE.





Apareça! 

Para isso invista em um bom perfil nas redes sociais profissionais como o LinkedIn. Se cadastre nos sites das empresas nas quais está focando e também em sites confiáveis que divulgam vagas de emprego. E o mais importante: procure conhecer e manter contato com outros profissionais de sua área de atuação que poderiam te indicar para uma possível oportunidade. Em muitos casos, uma indicação coloca você na frente de muitos candidatos.
E você achou que procurar emprego era só enviar currículo? Como eu disse, tem que ter preparo! Mas trabalhando esses três aspectos que mostrei com certeza você verá sua situação na busca por um emprego começar a mudar para melhor. Não cabe tudo o que você precisa saber em apenas um artigo mas espero que nesse primeiro eu possa ter ao menos motivado você a começar a fazer a coisa certa.

Bruno B AngeloEngenheiro Eletricista, especialista em gestão de projetos de construção e montagem industrial, é MBA em Gestão de Projetos pela FGV e graduado pela UNESP de Guaratinguetá. Acumula mais de 10 anos de experiência atuando na implantação de grandes empreendimentos industriais em todo o Brasil, tendo recrutado e liderado grandes equipes na área de engenharia ao longo de sua carreira.  

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Você está se valorizando e sua carreia?


Por Tania Klein






Um jovem procurou seu professor porque se achava um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem feito. 

Desejava saber como poderia melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.

O professor, sem olha-lo disse:

-Sinto muito, mas antes de resolver seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.

Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando:

-Vá até o mercado. Preciso vender este anel por que tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.

O rapaz pegou o anel e foi oferecê-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando dizia o quanto pretendia, desistiam.

Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.

Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!

O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação.

E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereça, não venda este anel. O jovem foi, um tanto desanimado.

O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse:

-Diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinquenta e oito moedas de ouro.

O rapaz teve um sobressalto:

-Cinquenta e oito moedas de ouro?
-Sim, retornou o joalheiro. Com tempo eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente.

O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor.

Depois de ouvi-lo, o professor falou:

-Sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma joia única e valiosa que só pode ser avaliada por quem entende do assunto.

Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?

Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando:

-Todos somos como esta joia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas desqualificadas nos valorizem.

Nem preciso dizer muitas coisas, mas quero colocar questionamentos:

Quem  você acha que tem que dar o seu valor? O outro ou você mesmo?

Quantas vezes você se comporta feito "o anel" na mão dos mercadores?

Entendeu o que é "ser avaliado pelas pessoas certas"?

Você está fazendo da sua carreira uma joia ou uma bijouteria?

Se o seu momento é de recolocação, mudança ou está se sentindo "pra baixo" olhe para si e veja o quão precioso é!

Ser único, de luz, vibrante!

Vai em frente e valorize-se!

Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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Era uma vez um Cocheiro ...


Por Tania Klein





Era uma vez um Cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e percebia que as aboboras estavam todas desarrumadas. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e tudo se desarrumava de novo.

Então, começou a ficar desanimado e pensou: “jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas! ” Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desorganizadas, arrumavam-se sozinhas no próximo solavanco.

Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do objetivo aonde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.

Assim é nossa vida, quando paramos demais para avaliar nossos problemas e dificuldades, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas

(do livro Caixa de Ferramentas – Legrand)

E, você, está parando a cada solavanco ou indo em frente atrás de seus objetivos e metas?

E, falando nisso, já fez seu planejamento de carreira? Sabe quais são seus objetivos e metas?


Seus problemas estão tomando mais tempo e energia que a busca pela solução?

Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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O sonho de Ícaro


Por Tania Klein






Você certamente já ouviu a expressão “sonho de Ícaro”, não? E, pode inclusive ter estudado sobre a lenda, ou até mesmo, já tido a oportunidade de visitar a Grécia e o mar Egeu. Neste momento, o que vale é lembrar a lenda...

... contam, que, um grande artesão, Dédalo, sabotou a obra do rei Minos, justamente aquele que tinha derrotado o minotauro. Então, como castigo, Dédalo e seu filho Ícaro foram condenados a viver na prisão, que ficava bem ao sul da ilha de Samos, no mar Icario (Egeu).

Como era excelente artesão, Dédalo planejou a fuga dos dois, de uma maneira que até hoje encanta quem ouve pela ousadia e criatividade (e outros termos pejorativos também), pois tratava-se de uma fuga fantástica, voando, com asas enormes! 

Dedalo usou penas e cera para formar suas obras! Duas asas para si e duas para seu filho Icaro.

Asas prontas, Dedalo recomendou ao filho que não voasse muito alto, pois o calor do sol poderia derreter a cera e ele cairia. 

Os dois saíram voando em sua fuga epopeica! E ganharam os céus da liberdade!
Mas, como todos sabem a linda lenda não termina aqui com este final feliz.

Icaro, desobedecendo as orientações de seu pai, alça um voo mais alto e tão perto do sol, derrete a cera de suas asas e cai, morrendo no mar.

E assim, todos conhecemos a história.

Mas, como poderiam asas de pena e cera se sustentarem? AH, aí está! Além destes materiais, Dédalo também usou outros para a construção das asas, que não poderiam ser molhados, pois a água acabaria com a estrutura. Você sabia disso? Pois é, eu vivi muitos anos sem saber. Dedalo, também recomendou ao filho que não voasse muito baixo. Ou seja, nem tão alto que suas asas não aguentassem e nem tão baixo a ponto de perder sustentação.

Consegue ver como esta lenda interfere em nossa vida? 

Queremos sair de nossas ilhas, queremos alçar voos mais altos, mas tememos o sol. E, como não sabíamos da segunda parte, ou seja, como era montada a estrutura, ficamos voando baixo, achando que é seguro.

Agora que você sabe, que voar baixo demais pode te derrubar e voar muito alto, sem controle, também pode te levar ao chão, que tal começar a planejar sua carreira e sua vida para voar alto e longe com segurança?

Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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Sempre foi assim...


Por Tania Klein





Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para pegar bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não subia mais a escada.
Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto, participado, com entusiasmo, na surra ao novado. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.
Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
“Não sei….As coisas sempre foram assim por aqui!”
(do livro Caixa de Ferramentas – Legrand)

E você? Está fazendo sempre tudo igual, por que sempre foi assim?
Está buscando sua recolocação da mesma maneira?
Mantém sua carreira da mesma forma por achar que não há nada que possa fazer para melhorar?
Vale parar um pouco e observar suas atitudes, o que pode fazer diferente?
Ah, aproveite para fechar os ouvidos para todos os derrotistas, pessimistas que se aproximarem de você. Quem não tenta nada diferente, pode estar fadado ao insucesso.
Espero ter colaborado! 


Tania KleinProfessional & Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

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