Cinco maneiras de fazer um recrutador odiar você!



Quem procura emprego precisa estar atento ao mercado, principalmente a como estão sendo feitos os processos seletivos, para não surpreender o recrutador de forma negativa. Entretanto, é muito comum um candidato a emprego, ansioso, cometer alguns erros que podem ocasionar o insucesso em muitas entrevistas.

“Os profissionais erram ao não compreender qual é a real função do recrutador. Ele trabalha para preencher a vaga das empresas, que são seus clientes diretos, e não vão dar um emprego de forma arbitrária só porque você está há muito tempo desempregado ou precisando muito daquele trabalho”, ressalta Bárbara Safani, presidente da Solucionadores de Carreira.
Se você quer “queimar” totalmente suas chances com os recrutadores – e, consequentemente, com as empresas em que trabalham – aqui estão cinco maneiras de como fazê-lo:

10 dicas para ser promovido no trabalho


Consultores ensinam as melhores atitudes para quem planeja crescer na empresa


Quem não gostaria de ser promovido? Diferentemente do que muitos pensam, não são apenas os profissionais da geração X (nascidos entre as décadas de 1960 e 1970) ou os chamados “baby boomers” (nascidos entre 1940 e 1960) que buscam crescer dentro de uma mesma empresa. Os jovens nascidos a partir de 1980, conhecidos como geração Y, também sonham aumentar de cargo e alcançar novas posições nas organizações em que trabalham.  

“Todos buscam a promoção. A diferença é que se ele [da geração Y] não encontra oportunidade na organização, ele busca fora. Já o profissional baby-boomer e da geração X é um profissional que insiste mais na mesma empresa”.

Segundo especialista, o grande fator de engajamento dos funcionários de uma empresa hoje é a possibilidade de crescimento. Justamente por isso, as organizações têm buscado cada vez mais criar planos de carreiras consistentes, que satisfaçam e retenham os seus funcionários. “Essa é uma tendência que vem aumentando. As empresas já percebem que o custo de recrutar, integrar e treinar o novo funcionário para ele trazer a mesma produtividade do anterior é muito maior do que treinar o anterior e deixá-lo pronto para uma nova posição”, observa.

5 perguntas para você fazer durante a entrevista


Durante uma entrevista de emprego, muitas vezes, os candidatos assumem uma postura inerte e não fazem as perguntas fundamentais sobre a vaga ou a empresa, demonstrando ao recrutador desinteresse ou despreparo.



A expectativa durante a entrevista está dos dois lados e o recrutador espera ouvir do profissional questões básicas sobre a empresa, vaga, funções, cultura, entre outros.
Segundo especialista em Recursos Humanos, por mais completa que seja a entrevista, ao final dela o entrevistado sempre terá, com certeza, algumas dúvidas. “Este é o momento para fazer perguntas ao entrevistador e ele as espera”, explica o especialista.

De acordo com especialista existem cinco perguntas fundamentais durante a entrevista, são elas:

Veja 11 frases que nunca devem ser ditas no trabalho


Alegar que não teve tempo para concluir tarefa é uma delas. 
Profissional deve resolver problemas e não se apoiar em desculpas.

No trabalho, frases ou expressões mal colocadas podem arranhar a imagem de um profissional e trazer riscos para a carreira. Até um comentário feito durante o almoço pode ser usado para determinar o caráter do funcionário, segundo artigo publicado na seção de carreiras do site americano Business Insider.
Segundo Sylvia Ann Hewlett, autora do livro "Executive Presence: The missing link between merit and success" (Presença executiva: O elo perdido entre mérito e sucesso, em tradução livre), três ações mostram se o profissional tem potencial para liderar: como age, como se parece e como fala.

COMO TRANSFORMAR SUA PAIXÃO EM UMA CARREIRA



Você poderá dizer que encontrou sua vocação no dia em que sua história de vida influenciar seu trabalho – e não apenas o contrário.

Muitos acreditam que viver sua paixão é apenas um sonho, algo que nunca será realizado. Como se isso fosse privilégio de um grupo seleto de pessoas capazes de encontrar trabalhos que amam realizar.

Mas, curiosamente, todos que encontraram sua paixão (ou suas paixões) têm algo em comum: uma carreira gratificante. Só é preciso saber como encontrar isso. E o que fazer quando encontrar. Este é tema de um artigo publicado na revista Time, no mês passado. A seguir, as sugestões apresentadas pelo texto.

Comece pelo seu passado

Tudo o que pensamos, falamos ou fazemos é baseado em como nosso passado nos moldou. Ao longo da vida, nossas experiências definem um sistema de crenças que determina como vamos lidar com nossa carreira, relacionamentos, estresse e tudo o mais. Esse é o ponto inicial. Para descobrir nossas paixões, no entanto, é preciso ir mais fundo.

De onde exatamente vem a paixão?

Crenças são geralmente produzidas por experiências emocionais vividas. Quando passamos por momentos de alegria, tristeza, raiva ou medo, nossa mente é projetada para registrar esses momentos importantes e se lembrar deles. Isso acontece para nos manter longe ou perto de experiências similares no futuro. Nossas paixões, por sua vez, estão diretamente relacionadas a esses momentos. Por meio da emoção que sentimos em relação aos fatos é que eles se conectam às nossas vidas e destravam as mais enraizadas emoções.

A paixão é alimentada por motivação emocional

Este é o lugar onde a vocação se origina – seja a experiência emocional relacionada positiva ou negativa. Talvez você precise descobrir sua paixão. Talvez precise criá-la. A seguir, três passos para guiá-lo nesse processo.

1. Entenda o quanto as experiências impactam você, positiva ou negativamente

Pessoas movidas pela emoção positiva costumam ser assim por causa de seu desejo de compartilhar. Algo em suas vidas – uma pessoa, um lugar, um produto ou um evento – impactaram-nas de forma tão intensa que elas sentiram os efeitos benéficos de cara. Quando encontram um trabalho alinhado à sua paixão se motivam pela possibilidade de influenciar os outros a fazer o mesmo. Para eles, não se trata de vender um produto a um cliente, mas, sim, de entregar uma experiência benéfica.

Personal trainners, por exemplo, frequentemente transformam seu estilo de vida esportivo em uma carreira, porque se inspiram ao ajudar os outros a ter os mesmos benefícios de saúde que eles tiveram.

Atores, por sua vez, muitas vezes são levados à seguir a profissão por influência de uma performance que os tenha causado um tipo de emoção, que agora eles querem reproduzir em seu público.

Chefs de cozinha entenderam como um prato incrível pode impactar positivamente a mente, o corpo e a alma das pessoas e são inspirados a causar isso em seus convidados.

Desenvolvedores de produtos geralmente passaram boa parte de suas infâncias brincando com jogos tecnológicos. Mais tarde, são motivados pela chance de criar algo que fará as outras pessoas se divertirem como eles faziam.

Pessoas dominadas por emoções negativas agem assim por causa de seus desejos de criar mudança. Seja o que for que as fez sentir injustiçadas ou limitadas, elas querem que os outros sejam protegidos dessa experiência. Eles se tornam ativistas de uma causa que afetou negativamente suas vidas, tentando a diferença para melhor na vida dos outros.

Eu tive a infeliz experiência de perder minha mãe para o câncer e o meu mentor no trabalho se suicidar em um período de três anos. Esses eventos negativos me fizeram perceber que não importa quem quer que você seja, todos nós enfrentamos dificuldades na vida para as quais não há respostas. No entanto, se tem a ver com nossa saúde, carreira ou questões psicológicas pode ser difícil identificar a origem dos fatos. Isso despertou em mim um desejo profundo de entender todos os aspectos da experiência humana. A partir dessa descoberta, poderia criar estratégias para dissolver todos os desafios da vida.

2. Determine experiências significativas da sua vida

Para descobrir sua paixão você deve ser criativo na maneira como conecta experiências emocionais do passado aos interesses presentes. Esse tipo de criatividade é algo que nós todos temos dentro de nós, como bem descreveu Steve Jobs:

“Criatividade é só conectar as coisas. Quando você pergunta para pessoas criativas como elas fizeram algo, elas se sentem um pouco culpadas, porque sabem que não fizeram aquilo realmente, apenas enxergaram alguma coisa. Isso parece óbvio depois de um tempo. Porque elas estavam aptas a conectar experiências que tiveram e sintetizar novos temas. E foram capazes de fazer isso porque tiveram mais experiências ou pensaram mais sobre as suas experiências do que as outras pessoas.”

Exercício: tire uma hora para refletir sobre suas experiências do passado. Faça uma lista de destaques em cada uma das categorias a seguir: as pessoas que o afetaram; os lugares e ambientes que experimentou; os principais eventos; as conquistas e os fracassos. Para itens que sentir um significado particular, anote quais os pensamentos que teve no momento e como eles impactaram sua vida.

Depois da reflexão sobre o passado, você precisa reconectar suas conclusões ao presente.

Pergunte-se:

• Como essas experiências afetaram o caráter que tenho hoje? Como influenciaram a minha segurança, ética no trabalho, relacionamentos, autoestima e tomada de decisão?

• Como me fizeram feliz, triste ou teimoso?

• O que os líderes, indústrias, organizações e empresas relacionados a essa experiência me inspiram?

Se você não fizer uma conexão instantânea, não se preocupe. À medida que avançar, volte à lista e adicione algo uma vez por mês. Desse modo, mantém o processo vivo na mente e posiciona-se para facilmente conectar e traduzir suas experiências em paixões.

3. Ative sua paixão por meio da carreira

Uma vez que tiver definido o que a emociona, o passo final é traduzir isso em um caminho de carreira. A seguir, os três passos de ativação que podem ajudar você a aumentar a paixão que encontrou ou a buscar novas.

Sonho: se você descobrir algo que ama, não deixe escapar os sinais que indicam isso. A maioria das pessoas não procura suas verdadeiras paixões porque não acredita que uma carreira valha o esforço. Muitas pessoas amam música, tecnologia, estratégia de negócios ou escrever, mas não sentem que elas têm as habilidades e qualificações para se desenvolverem profissionalmente nessas áreas.

O problema é que elas pensam que precisam se tornar uma mestra do rock, um guru de tecnologia, um consultor de gestão ou o melhor autor de bestsellers para ser bem-sucedidas. Na verdade, se você explora essa atividade em uma escala bastante ampla, estará apto a descobrir oportunidades ligadas a ela. Alguém que ama tocar guitarra, por exemplo, pode eventualmente encontrar um trabalho de representante de vendas de uma gravadora. Estará fazendo algo relacionado à sua paixão original, mas de um modo diferente.

Inovação e empreendedorismo: o bom da paixão é que ela pode ser descoberta a qualquer momento e em qualquer lugar. Tudo o que precisa é uma situação que desperte alguma raiva ou frustração ou empolgação para que você se envolva emocionalmente com os fatos. As pessoas geralmente se tornam inspiradas a criar produtos inovadores. Eles passam por um problema, observam os outros passarem por situação similar e, por isso, reconhecem a oportunidade de fazer a diferença. Olhe como o site de viagens Airbnb enxergou lacunas na indústria de turismo e o Uber encontrou oportunidade da indústria do táxi.

Fique de olho nessas oportunidades enquanto lida com seus desafios da vida cotidiana. Lembre-se que você pode inovar e ser empreendedor começando seu próprio negócio, com criatividade, ou adotando uma postura intraempreendedora na empresa em que trabalha. O caminho certo será aquele que fizer sentido para sua vida.

Contribuição: a origem da experiência emocional da sua paixão será pessoal. No entanto, quando você a conecta a uma profissão, estabelece-se uma relação direta com o efeito que sua experiência causa nas outras pessoas. Se estamos compartilhando uma experiência positiva ou transformando uma negativa, esse é o valor que estamos aptos a compartilhar com quem está ao nosso redor – e, assim, alimentamos nosso próprio entusiasmo.

Você vai achar sua vocação quando sua história de vida influenciar seu trabalho, e não apenas o contrário.

Fonte: Época Negócios

QUATRO COISAS PARA FAZER APÓS UMA DEMISSÃO INESPERADA


A demissão pode chegar de repente, sem que o funcionário esteja preparado piscologicamente para isso. A falta de reação, de clareza e, pior ainda, os ataques de fúria, podem acabar com o profissionalismo ou impedir que você tenha forças para dar os próximos passos. Por isso, quatro atitudes que vão te ajudar a colher os melhores limões para a limonada. 


1. Reúna os fatos e negocie
Não é errado querer saber por que você está sendo demitido, por isso, questione. Mesmo se não sentir abertura, encontre uma maneira de manifestar sua vontade de crescer, de aprender com a experiência e conhecer os motivos que levaram à decisão. Também é muito importante se informar sobre indenizações e benefícios para o caso de quebra de contrato. Se lhe for oferecido qualquer acordo, leia com calma e, se precisar, consulte um advogado antes de assinar. Tentar negociar uma saída amistosa também é válido e muitas empresas estão abertas a isso. Se você gosta muito do emprego, nunca é demais pedir por uma segunda chance. 

2. Nunca feche as portas
Ser demitido pode acabar com a autoestima de qualquer um e fazer com que mesmo a pessoa mais calma e centrada tenha atitudes irracionais. Mas não se esqueça que manter uma postura nessa hora tão difícil é fundamental para não mudar, em segundos, a imagem que você construiu ao longo do tempo dentro da empresa. Os funcionários que permaneceram podem ajudar com referências e indicações de outras vagas no futuro. 

3. Respire fundo e siga em frente
Quando a ficha cair, vai parecer a pior coisa do mundo, mas não é. Uma demissão está mais para o encerramento de um capítulo e pode ser encarada como a chance de um novo começo ou motivar a busca por um emprego que te faça mais feliz, que dê valor às suas contribuições. Se você tiver condições financeiras, aproveite para tirar uma semana só para você. Encontre maneiras de relaxar, afinal, você acaba de passar por um grande trauma. Lembre-se de que você não está sozinho e nem foi a primeira pessoa do mundo a passar por uma situação como essa. Respire fundo e prepare o corpo e a mente para um recomeço.

4. Comece a procurar trabalho e pense no seu futuro
Mais do que um clichê, é uma verdade: quando uma porta se fecha, outras tantas se abrem. Comece sua busca atualizando a conta do LinkedIn, afinal, bastam poucos segundos de visualização no seu perfil para que alguém forme uma opinião sobre você. Se não tiver conta, faça uma imediatamente. Hoje, muitas empresas e headhunters vasculham a rede social em busca de possíveis candidatos à vagas. Faça um resumo de suas habilidades e talentos e inclua essas informações no perfil, no currículo ou nas cartas de apresentação. Acione seus contatos, entre amigos e conhecidos, mas não  fique apenas nas redes sociais. Saia  da cadeira, marque entrevistas, almoços, cafés e tente manter a procura mais profissional possível.

Fonte: Época Negócios

Veja Também:

10 bons motivos pelos quais você continua desempregado!


“Por que não consigo arrumar emprego?”. Os profissionais que estão em busca de uma recolocação no mercado de trabalho, costumam repetir essa pergunta quase como um mantra.
Entretanto, em meio ao desespero, é importante observar alguns sinais que podem indicar o porquê ainda não conseguiu êxito, principalmente depois de um longo período de procura.
Neste contexto, o consultor de RH Fábio Moreira Rocha indica algumas razões por você ainda estar desempregado.

5 sinais de que você está indo bem no processo de seleção



Um processo de seleção pode gerar muitas dúvidas e ansiedade aos candidatos. Além de um bom currículo e formação compatível com a vaga oferecida, é preciso mandar bem na entrevista para garantir a vaga. E assim surge a famosa dúvida “Será que fui bem?”. Como ter certeza de que o seu desempenho nas entrevistas está adequado ou se deve repensar em suas maneiras de se comportar?

Claro que não existe maneiras exatas de avaliar o seu desempenho, afinal há diversos fatores que podem alterar o resultado, como o perfil da empresa e a forma com que o recrutador te avalia, entre outros. Mas é possível perceber alguns sinais que significam que tudo está correndo bem e que o entrevistador gostou de você.

Confira os 5 sinais de que você está mandando bem na entrevista com dicas elaboradas pela consultora de carreira:

1 – Data Definida

Se o entrevistador definiu uma data para uma segunda etapa do processo seletivo, você definitivamente fez uma entrevista de sucesso. Dizer que “vão ligar para você” não significa exatamente que você não teve um bom desempenho, mas data específica já definida pode indicar que você já garantiu uma boa colocação.

2 – Interesse do entrevistador

Caso o entrevistador demonstre interesse sobre um assunto, encare isso como um grande sinal. Se ele pedir para você explicar melhor uma resposta, citar exemplos ou ainda contar uma história pessoal, certamente você chamou a atenção necessária.

3 – Questionamentos sobre resultados

Se o recrutador concedeu um espaço para você convencê-lo de sua competência, foque nos resultados que você trouxe para as empresas em que atuou e ressalte seus pontos positivos. Este com certeza é um bom indicador de que suas chances de passar no processo são grandes.

4 – Tempo de duração da entrevista

Geralmente a entrevista é bastante objetiva, no entanto, se você ficou um tempo considerável com o entrevistador, significa que ele se interessou pelo seu perfil e que você se enquadra nas exigências para o cargo.

5 – Próximos passos

Se o entrevistador te explicar quais serão os próximos passos do processo seletivo é um ótimo sinal, significa que ele tem interesse e muito provavelmente você será selecionado para uma nova etapa ou já conseguiu a vaga.

Fonte: Catho

Dicas de leitura da Talentos Brilhantes para a sua carreira:

Clique no assunto de seu interesse:

Doze erros típicos de quem está há muito tempo no mesmo emprego



Quem está há muito tempo no mesmo emprego pode ter a ilusão de que não será demitindo e, por isso, acaba se comportando inadequadamente no ambiente corporativo.


Depois de dez anos em uma mesma empresa, é comum que o profissional fique desmotivado, acomodado e esqueça que pode ser mandado embora. E é aí que surgem os problemas. "A acomodação é a mãe de todos os erros. Ela causa todas as falhas que podem levar à demissão", afirma a especialista consultora de carreira e negócios. Veja, a seguir, quais os doze erros típicos que um funcionário antigo costuma cometer.

1. Fazer apenas sua obrigação
Para especialista em carreira, um dos principais sintomas da acomodação é a falta de dedicação e paixão. "É comum que a pessoa entre no trabalho cheia de gás e, depois, comece a fazer as coisas mecanicamente", afirma. Segundo ela, um funcionário que adota essa postura fica limitado. "É uma armadilha que ele cria para si. O funcionário só será reconhecido, dentro ou fora da empresa, caso se destaque".

2. Deixar de ter novas ideias
De acordo com a professora de administração da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), o motivo para este tipo de comportamento no trabalho é a desmotivação, originada tanto pela empresa, que não oferece novidades, quanto pelo funcionário, que não faz nada a respeito.
Para a professora da FEA e coordenadora da FIA (Fundação Instituto de Administração), se você está em uma mesma organização há muito tempo, tome cuidado para não ficar com o olhar viciado, mesmo se considera que sua carreira está indo bem. "Se você conseguiu galgar outros postos, pode cair no erro de perder o contato com a inovação", diz professora. "Esteja constantemente se aperfeiçoando para trazer respostas novas".

3. Não se atualizar
"Não cuidar do próprio desenvolvimento e esperar que a empresa faça isso é uma das piores decisões que um funcionário pode tomar", diz a professora da FGV (Fundação Getúlio Vargas). "Se a empresa oferecer isso, ótimo. Se não, deve partir de você. É preciso sempre estar atualizado, fazer cursos, se aperfeiçoar", afirma.
"Muitos funcionários antigos não são reconhecidos porque não fazem cursos, não desenvolvem competências", diz a consultora de carreira. Segundo ela, se você fica um ano sem desenvolver novas competências, fica obsoleto. "Se tudo está mudando e a pessoa está há dez anos fazendo a mesma coisa, há algo errado", diz. especialista e recomenda fazer quatro cursos por ano, mas não se assuste: valem cursos pela internet e de curta duração. "Isso estimula o profissional e mostra ao mercado e á empresa que ele tem interesse"

4. Reclamar demais
É comum que funcionários com muito tempo de casa tenham o hábito de reclamar o tempo todo sobre a empresa, mas sem fazer nada para mudar de situação. "Eles podem achar que reclamar os torna importantes, e que, assim, mostram serviço. Além de ruim, este comportamento contagia os demais",.
Para a especialista, não se deve falar qualquer coisa no ambiente corporativo. "Só porque você está na empresa há muito tempo não significa que pode fazer reclamações o tempo todo. Você não sabe aonde o comentário pode chegar. Alguém pode distorcer o que foi dito", afirma.

5. Ser teimoso e inflexível
Depois de muitos anos em uma mesma empresa, é comum que o profissional pense que o jeito que ele desempenha as tarefas esteja sempre certo. E mais: chegue ao ponto de não aceitar ideias novas –e até de debochar delas. "É um erro pensar que as coisas não podem mudar só porque você agiu de um jeito por dez anos". "Tenha flexibilidade para acompanhar a situação da empresa, para ouvir os colegas, ouvir críticas. Se o mercado muda, a empresa muda, mas eu não, sou eu o inadequado", diz especialista.

6. Rejeitar funcionários novos ou formar "panelinhas"
Só se relacionar com os funcionários antigos mostra falta de percepção da importância do trabalho em equipe, afirma a consultora de carreira e negócios. Todos devem se integrar com os colegas novos". A rejeição costuma ser ainda maior se o novato chegar para um cargo de chefia. Quem já está na empresa pode se sentir injustiçado e rejeitar o novo superior. Mas é um erro esperar uma promoção por tempo de casa. "Não é uma fila. A medida é a competência".



7. Chegar atrasado ou sair mais cedo
Se há uma relação de intimidade com superior, o funcionário antigo pode pensar que tem abertura para chegar atrasado ou sair mais cedo do trabalho. "Como todos o conhecem, ele pensa que pode faltar, se atrasar, sair mais cedo. E, no fim, acaba sendo visto como alguém que não está comprometido. Com esse comportamento, dificilmente será reconhecido.

8. Se achar íntimo do chefe
Depois de tanto tempo convivendo com o chefe, é comum que a relação se estreite. Mas a intimidade demais com o superior pode ser uma armadilha. Se você começar a se aproveitar da vista grossa do chefe para acobertar suas falhas, quando for necessário, ele exigirá mais de você, que não poderá negar nenhum pedido dele, pois deve muitos favores. "As relações são vias de mão dupla". "Matenha uma certa formalidade e crie espaço para poder negar algo".

9. Fazer piadinhas inconvenientes com os colegas
Quase toda empresa tem aquele funcionário antigo que acha que tem liberdade para agir como quiser com os colegas –isso inclui piadinhas inconvenientes e apelidos. O descuido e desrespeito com o outro é resultado da banalização das relações de trabalho, e cabe ao chefe dar um fim nisso. "É um comportamento perigoso, que pode chegar a ser assédio moral. É uma falsa liberdade muito nociva", afirma professora da FGV. 

10. Gritar e falar palavrões
Quem não tem educação na vida pessoal tende a agir do mesmo modo no trabalho, principalmente se estiver insatisfeito com o cargo. Depois de muito tempo sem uma promoção, há pessoas que tentam se autoafirmar ficando mais agressivas, xingando, gritando e falando palavrões. Também há quem se torne mais detalhista e mal-humorado. As explosões também podem ser consequência da ilusão de que se está seguro no emprego.

11. Pensar que manda
Segundo a consultora de carreira e negócios, é comum que funcionários antigos que não estão em cargos de chefia pensem que têm o direito de dar ordens aos novos contratados. "Ele pensa que, só porque tem mais tempo de casa, é uma autoridade", afirma especialista.

12. Não aceitar críticas
Muitos veteranos têm dificuldade de aceitar críticas. Depois de tantos anos desempenhando certas atividades, é compreensível que o funcionário sinta que sabe mais do que os outros. No entanto, é preciso ter humildade para ouvir e debater opiniões diferentes. "Os experientes também cometem falhas. Espera-se que eles assumam a responsabilidade por seus equívocos, senão eles se repetirão", afirma.


Fonte: Notícias UOL

Dicas de leitura da Talentos Brilhantes para a sua carreira:

Clique no assunto de seu interesse:

Aptidão Profissional - Teste de Temperamento I.B.T.A


Você ainda não decidiu sua carreira?


ESCOLHA SUA FUTURA CARREIRA, COM MENOS RISCO DE ERRAR

Você tem dúvidas sobre qual seria a carreira mais indicada para você? 

Aquela que tem tudo a ver com seus talentos, seu modo de ver o mundo, seus interesses? Respondendo ao questionário I.B.T.A. – Indicador Brasileiro de Temperamentos para Adolescentes – você saberá, com grande probabilidade de acerto, em que áreas se dará melhor.

Inicie o teste e descubra seu TEMPERAMENTO em apenas 10 questões, muito rápido.









Dicas de leitura da Talentos Brilhantes para a sua carreira:

Clique no assunto de seu interesse:

Postagens mais antigas Página inicial

Marcadores