Ano novo vida que se renova!


Por Paulo Cezar Gouvea






E mais uma vez estamos iniciando um novo ano, cheio de esperanças, desejos, expectativas, sonhos e vontades. Fazendo uma pequena reflexão sobre o que passamos em 2015, será que faremos algo novo mesmo neste ano ou apenas promessas passageiras que na primeira semana deixaremos de cumpri-las?

Diante desse aspecto, uma maneira fácil e ágil de resolvermos essa questão das promessas é colocarmos prazos curtos, ou seja, não prolongarmos muito o tempo para que possamos realizá-las. Refiro-me às questões que dependem única e exclusivamente de nós mesmos, não as de grandes proporções tais como: cursos profissionalizantes, Faculdade, Línguas, promoção no trabalho, salário maior, etc., pois essas dependem de datas e terceiros, processos de avaliação/meritocracia, enfim, me refiro àquelas que podemos concretizar de fato.

Uma dica simples é trazer esses prazos para dentro da semana em que se encontra, pois quando colocamos um prazo longo, as coisas começam a se perder e as promessas começam a enfraquecer, em outras palavras, deixam de ser uma prioridade pessoal. Uma pesquisa recente para ilustrar esse ponto, é que cerca de 88% das pessoas não cumprem aquilo que prometeram na virada de um ano para outro, por isso a importância de realmente fazer valer a pena o que prometemos para nós mesmos.

Ainda dentro desse conceito, faz-se necessária uma releitura do que destacou como promessa para o novo ano, ou seja, criar uma rotina para rever algumas etapas e como chegar ao resultado esperado com maestria. Essa releitura ajuda e muito para evitar que fique no esquecimento e também, mantém o foco no que é estritamente importante. Agindo assim e com cautela, a tendência é que os resultados surjam antes mesmo da virada para o próximo ano.

Para aqueles que estão à procura de uma recolocação, o momento ideal para conseguir é agora nesse início de ano, visto que uma boa parte das pessoas ainda está viajando, curtindo as suas férias. Manter a Fé, a esperança, paciência e a persistência, ajuda e muito. Claro que os resultados não aparecem da noite para o dia, mas nada melhor do que manter os pensamentos em ordem, conversando a calma e a serenidade sempre.

A economia mundial vem passando por um momento conturbado e turbulento, mas, são situações como essas que nos fazem ficar alertas, nos ensinam como gerir os nossos gastos e administrá-los de forma coerente com a realidade. As crises sempre existiram em maior ou menor grau, isso é um fato, por isso a importância de nos mantermos vigilantes e atentos ao mercado em todos os níveis e sentidos.

Se ficarmos apenas reclamando, as coisas tendem a se manter como está, agora, se arregaçarmos as mangas, levantarmos a cabeça e crermos sim que essa situação toda passará, com certeza poderemos colher bons frutos e ainda, conservar um grande aprendizado.


Outro aspecto importante é jamais deixarmos nos abater, fraquejar, ficar deprimido, enfim, buscar centrar as forças e os pensamentos em algo bom e positivo. Focar no que realmente é importante, valorizar as pessoas que realmente nos interessam as amizades verdadeiras e o nosso maior bem: a família. Ano novo é a vida que se renova e ele só será realmente novo, se nós fizermos coisas novas!



Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

Cinco maneiras de fazer um recrutador odiar você!



Quem procura emprego precisa estar atento ao mercado, principalmente a como estão sendo feitos os processos seletivos, para não surpreender o recrutador de forma negativa. Entretanto, é muito comum um candidato a emprego, ansioso, cometer alguns erros que podem ocasionar o insucesso em muitas entrevistas.

“Os profissionais erram ao não compreender qual é a real função do recrutador. Ele trabalha para preencher a vaga das empresas, que são seus clientes diretos, e não vão dar um emprego de forma arbitrária só porque você está há muito tempo desempregado ou precisando muito daquele trabalho”, ressalta Bárbara Safani, presidente da Solucionadores de Carreira.
Se você quer “queimar” totalmente suas chances com os recrutadores – e, consequentemente, com as empresas em que trabalham – aqui estão cinco maneiras de como fazê-lo:

Foto no currículo é necessário.


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Nos dias de hoje temos dúvidas quanto à utilização de FOTO NO CURRÍCULO e você pode se perguntar. - Como deve ser esta foto? – Quando é realmente necessário colocar uma foto no currículo? – Preciso sorrir ou ficar sério?
Segue aqui algumas dicas para você, quanto a uma boa utilização da foto em seu currículo:
Certifique se a vaga ofertada necessita de uma apresentação pessoal, pois a foto neste caso é um fator preponderante em uma primeira triagem dos currículos aos olhos do selecionador.
Para empresas que pressão o atendimento ao cliente de forma pessoal ou seja através do contato físico. Você deve passar através da imagem uma elevada simpatia, um pequeno sorriso é fundamental, diferente para uma empresa de Call Center, que tem como fator preponderante o intelecto pessoal, desta forma não é necessário a utilização da foto no currículo.
Cuidados com a aparência do Vestuários que deve ser o mais social possível, não deve ser utilizado Adornos (Brincos Extravagantes, Body Pircing, Correntes e Colares), Cabelos Coloridos e Excesso de Maquilagem.
Dicas de como deve estar a sua foto:

10 bons motivos pelos quais você continua desempregado!


“Por que não consigo arrumar emprego?”. Os profissionais que estão em busca de uma recolocação no mercado de trabalho, costumam repetir essa pergunta quase como um mantra.
Entretanto, em meio ao desespero, é importante observar alguns sinais que podem indicar o porquê ainda não conseguiu êxito, principalmente depois de um longo período de procura.
Neste contexto, o consultor de RH Fábio Moreira Rocha indica algumas razões por você ainda estar desempregado.

A Síndrome do "de repente", nos limita no caos do URGENTE!


Por Carla Galo



Alguma vez você acordou de manhã, abriu a janela e na sua calçada ou quintal "de repente" encontrou uma macieira crescida e cheia de suculentas maças? Claro que não. Para uma árvore qualquer dar frutos, uma semente foi plantada e a natureza ou o ser humano a manteve irrigada.

Na nossa vida é comum expressarmos com sentimento de surpresa: "de repente não consegui mais fechar aquele negócio, de repente ficamos sem dinheiro, de repente o casamento acabou, repentinamente ela foi embora, de repente me acidentei no trabalho, estava na rua e de repente veio um carro e me bateu, ele morreu de repente..." Sim fatalidades acontecem!

Mas a grande maioria dos eventos não são aleatórios, são causa de um efeito, de uma semente que em algum lugar, num determinado tempo foi plantada. A sensação ou mesmo a condição que vivemos, de que tudo é urgente nos limita a percepção de riscos e oportunidades. Esse caos do urgente nos impele para o "de repente", que nos faz prisioneiros do "urgente". Um ciclo vicioso nada produtivo.       

Para quebrar esse ciclo você precisa:

1. Desenvolver o autoconhecimento. Quanto mais você tem conhecimento das suas limitações e das suas forças propulsoras, mais capacidade de analisar o mundo externo sem projeções pessoais. Assim você consegue saber se a semente foi plantada por você, ou por outra pessoa e qual a necessidade da macieira.

2. Estar no controle. Gerenciar suas percepções e emoções, o tornam agente, o fazem proativo, desta forma não importa o que acontece e sim como você reage. Estar no controle é agir positivamente mesmo diante da adversidade. Assim você tem mais chance de evitar o "de repente" e mesmo que a fatalidade ocorra, a sua ação minimiza a força da tempestade. Você decide se vai ou não plantar a macieira e o que fará com as maçãs.

3. Desenvolver a visão. Enxergar fatos e antecipar situações. Não permanecer em estado estressante de alerta o tempo todo, nem totalmente desligado dos fatos. Estar conectado com o presente de olho no futuro. Saber a hora certa de plantar e colher. Não deixar que as maçãs caiam e sejam desperdiçadas.

4. Ser eficiente. Fazer o que tem que ser feito com os recursos que dispõem, agir, não procrastinar. Se a árvore precisar ser podada, saber a forma correta, no tempo certo de fazer.  

5. Compartilhar. Evitar também o "de repente" para outras pessoas. Se alguém não consegue lembrar da semente que gerou a macieira, seja um agente de transformação, ajude o outro a compreender o processo que fez surgir a macieira.
   
  Para encerrar eu faço uma releitura da frase de Leo Tolstoi: "Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo."

Segue a minha frase: "Que bom que muitos pensam em mudar o mundo, melhor ainda que cada vez mais tantos o fazem partindo de mudanças pessoais."



Carla Galo, Profissional com atuação na área de Treinamento e Desenvolvimento, formada pela PUCRS, atualmente Palestrante Comportamental & Motivacional. Empreendedora, aos 25 anos decidiu investir na carreira de PALESTRANTE e fez desta sua atividade com maestria. São mais de 28 anos dedicados EXCLUSIVAMENTE a atividade de PALESTRAR.Iniciou como Instrutora de Treinamento autônoma nas áreas de Relacionamento e logo passou a falar para grandes plateias sobre COMPORTAMENTO HUMANO. Especialista em desenvolvimento de Talentos Humanos, Gestão de Negócios e Endomarketing. É uma observadora atenta das mudanças comportamentais e sociais e se mantém em constante aperfeiçoamento.Utiliza a INTERATIVIDADE e CUSTOMIZAÇÃO na metodologia TALK SHOW, uma animada troca de ideias entre plateia e palestrante. 
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Qual o seu Foco? Crise ou Oportunidade!


Por Carla Galo



Vivemos momentos de turbulência, ventos fortes se transformam em tempestades e nos assustam. Alguns entram em pânico e fecham as janelas e as portas da percepção, se trancam na pressão da ansiedade e do estresse. A palavra "crise" é falada, escrita e registrada até a exaustão no nosso consciente e inconsciente, nos vedando os olhos para as oportunidades.

Dentro da palavra "oportunidade" lemos a palavra "porto". Porto é o objetivo, o lugar onde se quer chegar, atracar e sentir-se seguro. Em latim, "opportunus" significava "favorável", e vinha da frase "ob portum veniens". Todas as manhãs acordamos e nos dirigimos "em direção ao porto", aproveitando ventos e ondas, contornado os perigos do mar da vida.

Viver é uma oportunidade. O sociólogo italiano Francesco Alberoni assim define os "caçadores de oportunidades": O sonhador incansável é um inventor de projetos, alguém que faz planos e contagia os outros com seus sonhos. Não é um cego, nem um inconsequente. Sabe que existem dificuldades e obstáculos às vezes incontornáveis. Tem noção de que, a cada dez tentativas, nove darão errado. Mas não esmorece. É um criador de possibilidades. Essa é uma palavra mágica: POSSIBILIDADES, porque ela permite abrir portas para as OPORTUNIDADES.

Diante do atual cenário procure agir POSITIVAMENTE:
*Assuma o controle emocional e administre suas reações a adversidades.
*Analise as TENDÊNCIAS, desenvolva a visão, enxergue além do tumulto de hoje, tenha o foco na possibilidade do amanhã.
*Acredite em sua HABILIDADE de superar dificuldades, com certeza você já fez isso antes.
*Cultive uma rede social de apoio e busque parcerias para seus projetos.
*Cuide de sua saúde física e mental.
*Deixe de lado o que não é importante e use toda a energia nas possibilidades de fazer acontecer.
*Aprenda a ser MAIS CRIATIVO na solução de problemas. Faça diferente.
*Estabeleça objetivos e os divida em etapas mais administráveis.
*Não abandone seus projetos, reveja seus planos e siga em frente.

Não permita que estes ventos turbulentos fechem as portas para as possibilidades e oportunidades. Não desista dos seus sonhos.

Como dizia Oscar Wilde: "Um sonhador é aquele que só ao luar descobre seu caminho e que, como punição, vê o dia amanhecer antes do resto do mundo."



Carla Galo, Profissional com atuação na área de Treinamento e Desenvolvimento, formada pela PUCRS, atualmente Palestrante Comportamental & Motivacional. Empreendedora, aos 25 anos decidiu investir na carreira de PALESTRANTE e fez desta sua atividade com maestria. São mais de 28 anos dedicados EXCLUSIVAMENTE a atividade de PALESTRAR.Iniciou como Instrutora de Treinamento autônoma nas áreas de Relacionamento e logo passou a falar para grandes plateias sobre COMPORTAMENTO HUMANO. Especialista em desenvolvimento de Talentos Humanos, Gestão de Negócios e Endomarketing. É uma observadora atenta das mudanças comportamentais e sociais e se mantém em constante aperfeiçoamento.Utiliza a INTERATIVIDADE e CUSTOMIZAÇÃO na metodologia TALK SHOW, uma animada troca de ideias entre plateia e palestrante. 
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O que é Orientação Profissional/ Vocacional ?


Por Daniele B. Rodrigues






A Orientação Profissional/ Vocacional auxilia as pessoas no momento da escolha ou redefinição da profissão. Ela não serve apenas aos alunos do Ensino Fundamental e Médio, mas também para adultos que não estão satisfeitos com a sua profissão e pretendem investir numa nova carreira. Ou, mesmo satisfeitos, querem progredir na sua carreira e dar um novo direcionamento.

E para evidenciar a importância desse processo há dados do Censo de Educação que demonstram o impacto da tomada de decisão não pensada (ou mal pensada!). No ano de 2011 houve 3.632.373 de matrículas no ensino superior, sendo 1.243.670 de ingresso e 522.928 de concluintes no referido ano. Isso mostra que o número de matrículas de ingresso é muito maior do que o número de concluintes, evidenciando a quantidade significativa de desistentes. Outro dado relevante que se soma a esses números refere àqueles que já concluíram a graduação, mas não pretendem exercer a profissão. E mais, aqueles que irão exercer ou já exercem a profissão e desistem por insatisfação com o exercício profissional.

Esses dados evidenciam a falta que a orientação profissional/ vocacional impacta. Por isso, esse processo torna-se importante quando realizado no início do processo, quando gera dúvidas, medo, ansiedade, insegurança, desencadeando o estresse e desgaste emocional.

Para aqueles que já concluíram a faculdade e encontram-se “perdidos”, bem como para aqueles que já estão inseridos no mercado de trabalho e estão insatisfeitos, a reorientação profissional se faz importante. Nesses casos é comum a reclamação de monotonia, rotina de trabalho desgastante, falta de interação, histórico de decepção profissional na família, profissão supérflua, retorno financeiro, relacionamento entre colegas de trabalho, desgaste físico, falta de rotina, entre outros. Ou seja, estes relatos revelam alguns indícios de desconhecimento da profissão e características pessoais (personalidade). Mas vale ressaltar que reorientação profissional não se justifica apenas quando se está insatisfeito, ela serve para outros propósitos, como a progressão na carreira, por exemplo.

Por isso  a Orientação Profissional serve par dar um direcionamento sobre o campo profissional que pretende seguir, possibilitando o autoconhecimento, desenvolvimento de habilidades e direcionamento de vida.

Decidir pela Orientação Profissional já é meio caminho andado, mas ela por si só não garante sucesso. Já dizia a poeta Cora Coralina (1889-1985): “A Verdadeira coragem é ir atrás de seus sonhos mesmo quando todos dizem que ele é impossível”.



Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.

Quando a máscara cai!


Por Paulo Cezar Gouvea






Como pode perceber o tema um tanto sugestivo, visto que muitas pessoas já se depararam com essa situação, isso não só no ambiente empresarial e corporativo, mas em boa parte da vida cotidiana, ou seja, quando a máscara cai é uma forma de linguagem, diria até que uma metáfora da condição humana, maneira figurada para dizermos daquelas pessoas aos quais nos recebem muito bem, às vezes com um sorriso afável, às vezes com um abraço em outras até com um simples aperto de mão.

Sabem aquele dito popular que “esmola demais o Santo desconfia” então meus caros, é bem isso mesmo. Pare e pense; quantas vezes sorriram com você, chamaram-no de parceiro, de amigo, gente boa e outros adjetivos e pouco tempo depois acabara por descobrir por si só, que copiaram ou plagiaram uma ideia ou um projeto seu e sem a menor cerimônia receberam o destaque, quando na realidade era você quem o devia ser reconhecido. Pensou? Então está mais do que na hora de avaliar o que é e o que quer dizer de fato a palavra confiança pra você, ou ainda, o real valor dessa palavra, quiçá desse sentimento.

Pois é dessa maneira que um sem número de pessoas acaba perdendo o seu espaço, não pelo fato de atualização curricular, mas pelo excesso de confiança em pessoas que julgam serem leais. Também é sabido que em um ambiente empresarial é preciso controlar desde os gestos mais expressivos ou os mais simples, até a forma como se fala ou dirige-se para determinada pessoa, independentemente do seu nível hierárquico. Esse ambiente em especial, merece certo destaque em relação à palavra confiança, pois é nele que passamos boa parte de nossas vidas, às vezes ultrapassamos a carga das doze horas diárias, mas faz parte, de alguma forma estamos sendo reconhecidos por isso e que não é o nosso foco nesse momento.

A confiança pode-se dizer que é um sentimento nobre, pois se leva um tempo muito grande para adquiri-la e se gasta milésimos de segundos para perdê-la. Existe um cuidado todo especial uns com os outros em um ambiente corporativo, não estou generalizando, em muitas vezes as pessoas não são as “mesmas”, há certa diferença entre o lado pessoal e o profissional, isso não sou eu quem esta afirmando, mas vários pesquisadores e literatos são unânimes em assegurar essa “tipagem social“ digamos assim, afinal “estamos no trabalho e não em casa”, como já se ouviu falar.

E aí entramos no tema citado, a máscara cai quando o elo de confiança se quebra, quando se descobre que a pessoa a que tanto confidenciou ou ajudou falhou contigo em um momento precioso e quando mais precisou. Também, passou, a saber, que através de uma sugestão sua dita aleatoriamente determinada pessoa recebeu um destaque assumindo como de sua autoria a ação realizada e entre outras semelhantes situações.

Em um ambiente de trabalho existe sim uma diferenciação entre o pessoal e o profissional, porém, se existir honestidade, se a palavra compartilhar tiver maior destaque que o competir à tendência é certo alinhamento, pois acaba trazendo um ganho significativo para todos, desde a empresa até os seus colaboradores.

Mas como fugir ou administrar essas situações? Isso vai depender da visão e do sentimento de cada um, pois o que traz resultado positivo para um não o traz para o outro, regra preciosa, a saber. Basta manter a autenticidade acima de tudo, ser honesto consigo mesmo, aceitar também que todos são diferentes, mas é juntos que se faz a diferença. Aprender e empreender que a vida é ganha das formas, gestos, palavras mais simples e que nos rodeiam cotidianamente, enfim, perceber o outro como um aliado e não como um inimigo.

Isso é claro, não é feito da noite para o dia, requer tempo, avaliações, ponderações, requer acima de tudo maturidade e hombridade, pois nesse meio tempo ainda existe a indiferença social. O Mundo profissional quem o faz são as pessoas, uma marca forte, uma empresa forte é feita acima de tudo de pessoas fortes. A competição é inevitável, isso é um fato, mas se preparar, saber administrar e conduzir pode-se dizer que isso também se torna um diferencial de valor. Já dizia o poeta, “... é preciso cair para levantar-se e seguir adiante sem nunca perder a Fé no que se quer realizar!”, portanto meus caros, não percam a Fé no que queremos para nós, afinal temos o mundo para conquistarmos diária e humanamente. Ah, e quando as máscaras caem é que conhecemos verdadeiramente às pessoas!



Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

Obstáculos!


Por Paulo Cezar Gouvea




Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou removê-la dali. Com muito esforço e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais quando notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho. O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendemos:

“Todo obstáculo contêm uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.

Caro leitor, este pequeno texto aparentemente simples pode vir a remetê-lo a alguns pensamentos: quantas vezes você tem parado e observado o que realmente está acontecendo a sua volta? Quantas vezes resolveu de fato acatar as inúmeras oportunidades surgidas e que bem sabe não têm volta? E quanta outras vezes você conseguiu de fato aproveitar e curtir o que conseguiu até o momento em que lê esta singela mensagem?

Bom, não é necessária uma resposta para essas questões, pois atualmente o que muito se tem observado, é que as pessoas estão mais apressadas, mas suscetíveis aos acontecimentos negativos que sequer olham ao seu redor, pois bem o que quero aqui enfatizar é muito simples: parar um minuto para respirar, um minuto para pensar, para refletir, um minuto para conversar com um amigo ou colega de trabalho não faz mal algum ao contrário somente vem a ajudar em seu progresso.

O obstáculo em muitas vezes surge como uma palavra negativa ou até mesmo como uma situação negativa, mas pare e pense: o que realmente consegue se aprender com tal situação? O que se consegue de fato extrair deste mesmo tipo de situação? Em muitas vezes os obstáculos nos aparecem mais como um aprendizado do que como um empecilho, pois acaba tornando-se um fator motivador, ou seja, abrindo margem para se buscar novas alternativas para as grandes conquistas.

Este mesmo obstáculo pode vir a representar aquilo que mais lhe amedronta ou que mais lhe engrandece, vai depender unicamente de você, a interpretação ante as situações corriqueiras são por sua conta e responsabilidade. Este pequeno fragmento de texto refere-se à reclamação em excesso, aos problemas que em sua grande maioria julgamos convenientemente exaltar do que resolver ou propor alguma solução, enfim; este mesmo fragmento de texto serve para nos mostrar que há uma luz no fim do túnel e insisto dizer: depende e muito da força da vontade e persistência de cada indivíduo.      

Portanto, quando lhe surgir um obstáculo a sua frente o veja com bons olhos e não com o olhar crítico ante um problema de difícil solução, procure vê-lo com os olhos do coração, sim do coração de quem acredita que tudo é possível onde possa parecer que a esperança se perdeu.


A primeira parte desse texto é de autor desconhecido, porém, na segunda parte estou me referindo que diante de um obstáculo sempre há uma esperança, afinal, o que seriam das soluções se não fossem os problemas? Pensemos nisso.



Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

Cinco dicas essenciais em tempos de crise!


Por Paulo Cezar Gouvea



Atualmente muito se tem falado em crise, seja no âmbito profissional (desemprego), âmbito social (corrupção, desvios, enchentes, economia, etc.), enfim, diversos são os canais de comunicação que a todo o instante nos bombardeiam com essas informações, ainda mais agora com a proximidade do fim do ano.

Diante disso, se faz necessária uma pequena pausa para refletirmos sobre cinco grandes pontos que julgo importantíssimos e ainda nos chama a atenção e muito neste momento, quais sejam:

1)      Gastar apenas o estritamente necessário: Parece redundante falar sobre isso, mas não é, realmente é de extrema importância gastar apenas o essencial, controlar-se diante de gastos supérfluos e sempre perguntar-se: Estou precisando? Tenho mesmo que comprar agora? Ou ainda, posso esperar e comprar depois? Se nos questionarmos antes de gastarmos, seguramente estaremos exercendo um controle sobre os gastos.

2)      Manter as contas em dia: Esse é um tema polêmico e controverso, pois se minha única entrada de recurso se foi, como mantê-las então? As contas de primeira grandeza (Água, Luz e Telefone seja móvel ou fixo), devem ser pagas em dia conforme a sua possibilidade e sempre que possível, negociar prazos, pois precisamos sim de água e luz para sobreviver e tampouco devemos nos ficar incomunicáveis, afinal, são itens necessários e não mais um luxo.

3)      Tenha uma reserva financeira ou Plano B: No item anterior comentei que é polemico e controverso comentar em manter as contas em dia, imagine agora em que escrevo para se ter uma reserva financeira. Mas é necessário comentar, a importância de ter uma reserva financeira é vista na frente, ou seja, uma espécie de fôlego para manter os compromissos essenciais (Água, Luz e Telefone seja móvel ou fixo), pois nunca saberemos ao certo por quanto tempo ficaremos desempregados. Já o Plano B vem na linha de consultorias específicas, os chamados “bicos”, artesanato, enfim, uma entrada mínima de recurso pelo menos para manter-se por certo período de tempo.

4)      Nada dura para sempre: As crises como os estudiosos sempre nos falam, vem e vão, há anos isso acontece, claro, algumas com mais intensidade que as outras, mas, nada dura para sempre mesmo, as empresas dos diversos segmentos precisam produzir e vender, os consumidores precisam comprar, todo o mundo precisa movimentar-se comercialmente, há sempre uma necessidade para ser suprida e atendida.

5)      Tenha Fé, Paciência e Persistência: Três palavras que julgo essenciais nesse momento que estamos passando: Fé para acreditar no possível e impossível diariamente. Paciência para crer que as coisas acontecem no momento certo e na hora e quando realmente devem acontecer, nada é por acaso e por fim, ter Persistência sempre, pois para cada 1% de chance existe outros 99% de esperança.


Essa dicas se praticadas com sinceridade e simplicidade trazem resultados significativos, por isso a importância de acreditar, falando assim parece fácil, mas realmente, as coisas não acontecem da noite para o dia, elas ocorrem sempre no momento certo e na hora certa, jamais da forma que almejamos ou pretendemos.



Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

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