Saúde também é coisa da sua cabeça



O trânsito estava realmente infernal naquele dia. Depois de uma jornada de trabalho tensa, com problemas e mais problemas para resolver, inúmeros e-mails e telefonemas para responder, tudo o que Paulo mais queria era chegar em casa, comer algo, afundar no sofá da sala e assistir a qualquer coisa na televisão. Porém, os minutos desperdiçados no trânsito se transformaram em horas. Quando chegou a sua casa, já era noite. Entrou, tirou os sapatos, jogou a pasta em um canto, deu um “oi” apressado para a esposa e mal viu os dois filhos que brincavam no tapete. Tomou uma ducha morna,
vestiu roupas confortáveis e sentou-se à mesa de jantar.
– Tem alguma coisa para comer? – perguntou secamente.
– Sua mãe ligou agora há pouco. Reclamou que você não vai visitá-la há
muitos meses.
– Ela sabe que não tenho tempo. Tenho mais o que fazer. Contas a pagar.
Problemas para resolver. E a nova supervisora não larga do meu pé... mulher complicada! Parece que tem medo do futuro, de que a empresa quebre. É difícil trabalhar com ela. Está me deixando louco!
– É só disso que você fala ultimamente: problemas, contas, a supervisora.
Percebeu ao menos que seus filhos estão ali na sala? O Marquinhos perguntou a tarde toda a que horas você chegaria.
– Todo dia é a mesma coisa? Só cobrança, cobrança! Me cobram no trabalho,
me cobram em casa! Pensa que é fácil sustentar a família sozinho?
Essas últimas palavras atingiram Sílvia em cheio. Não era justo. Ela havia sido afastada do trabalho por motivos de saúde, e ele sabia disso. Claro que era bom passar mais tempo com as crianças, mas ouvir as reclamações do marido dia após dia estava se tornando insuportável.
– Nossos filhos estão crescendo e mal conhecem o pai. Isso para não falar
do nosso casamento...
– Você pode me dar um tempo? Estou cansado, com dor de cabeça e sem paciência para essa conversa.
Naquele momento, a filha de Paulo, uma garotinha de seis anos, com cabelos encaracolados e belos olhinhos, aproximou-se do casal e entregou um envelope para o pai, que respondeu rispidamente:
– Agora não, filha! Não vê que sua mãe e eu estamos conversando?
Ele colocou o papel no bolso de qualquer jeito, ignorando a menina que se afastava com lágrimas nos olhos.
– Você é um estúpido, mesmo! Não vê o que está fazendo com sua família?
– Pra mim já chega! Vou para o quarto. Perdi a fome – devolveu Paulo.
Ele tinha a nítida sensação de que estava perdendo o controle de seu mundo. O homem tão seguro, tão cheio de si não estava conseguindo administrar a própria vida. Pensamentos negativos tomavam conta dele. O cérebro parecia ferver, e lembranças ruins do passado pioravam tudo. O corpo de meia-idade estava excessivamente fatigado devido à falta de exercícios físicos. Como ter tempo para
isso? A supervisora estressada vivia lhe pedindo relatórios. Ele não queria saber de pensar em nada mais. Só queria descansar, dormir e, quem sabe, nem acordar. Quando se deitou de lado, sentiu algo no bolso. Pegou o envelope amassado, abriu-o e encontrou uma cartinha escrita com giz de cera. Sentindo o estômago revirar, ele leu: “Papai, eu te amo.”

Buraco negro
Quem nunca se sentiu como Paulo, esmagado por compromissos e incapaz de lidar com tantas coisas ao mesmo tempo? Quem nunca teve vontade de jogar tudo para o alto e fugir para uma ilha deserta? Bem, talvez você seja um “sortudo” para quem tudo dá certo, cujos dias passam de maneira tranquila, sem contratempos. Contudo, agora mesmo, milhões de pessoas sofrem sob o peso de uma terrível carga emocional. Ansiedade, estresse e depressão são as primeiras palavras de um imenso dicionário de problemas e transtornos emocionais. Uma declaração do famoso físico britânico Stephen Hawking repercutiu mundialmente. O assunto não foram buracos negros nem teorias surpreendentes sobre universos múltiplos. O tema foi mais corriqueiro e bem “deste mundo”: a depressão. Na verdade, Hawking, que vive confinado a uma cadeira de rodas há décadas devido a uma doença neurológica degenerativa, deu conselhos a pessoas que sofrem com depressão. Depois de falar sobre buracos
negros, o cientista comparou a depressão a esses fenômenos, destacando que, não importa quanto eles sejam escuros, é possível escapar deles.

Hawking disse: “A mensagem desta palestra é que os buracos negros não são tão negros quanto parecem. Eles não são as prisões eternas que pensávamos. As coisas conseguem escapar de buracos negros e, possivelmente, para outro universo. Então, se você sentir-se dentro de um buraco negro, não desista: há uma saída.” Talvez essas palavras de ânimo de Hawking não consigam fazer diferença,
de fato, para alguém como Paulo, que esteja vivendo em um “buraco negro” de depressão, ansiedade, traumas e até pensamentos suicidas. Existe realmente saída para esses problemas? Existe esperança

Como sair dos buracos negros que a vida apresenta?

A força do pensamento
Embora alguns exagerem, o dito popular “querer é poder” tem muito de verdade. Todo atleta sabe que bater um recorde não é resultado de simples preparação física, mas também do cultivo da mente e do pensamento. De igual modo, muitas coisas que fazemos, emoções que sentimos e até doenças
que sofremos têm sua origem nos pensamentos.

O ambiente (pessoas, lugares e circunstâncias), a personalidade (otimista ou pessimista, desconfiada ou confiante, falante ou calada, persistente ou inconstante, etc.) e as recordações e experiências vividas são as molas propulsoras dos pensamentos. Qualquer pessoa pode controlar os pensamentos e dirigir sua vontade para obter uma reação.

Com exceção das reações automáticas ou das ações repetidas por questão de hábito, o que fazemos tem origem nos pensamentos que vêm antes dos atos.

Veja esses três casos:
• Antes de chegar à corretora de imóveis, Maurício não pensava em comprar um imóvel. Contudo, o ambiente, a cortesia dos vendedores, as lindas fotos dos apartamentos e as facilidades de pagamento o animaram a considerar essa possibilidade.
Foi para casa e pensou no assunto, imaginou a mudança para uma residência maior e com mais segurança, com escola no bairro para as crianças e transporte quase na porta do prédio. Em dois dias, assinou o contrato.
• Eloísa foi tomar um lanche com duas ex-colegas de faculdade.
Divertiram-se muito, falaram sobre mil coisas daquele tempo e da vida atual. Retornando para casa, Eloísa comparou sua vida com a das amigas.
Considerou todos os detalhes, relembrou o passado e concluiu que elas eram mais felizes. Ficou um sabor amargo. Imediatamente, sentiu um misto de tristeza e decepção ao refletir sobre suas conquistas. Esse estado de ânimo a acompanhou por vários dias.
• Vitória tinha bom relacionamento com todas as pessoas. Entretanto, teve uma discussão desagradável com seu irmão, e não se falaram mais. Ela não quis fazer as pazes porque sofreu muito com as palavras cortantes dele. Quando relembrava o momento do desentendimento, ficava irada, com o ritmo cardíaco altamente alterado e sentia náuseas.
Nos três casos, há uma clara relação entre pensamento e conduta (ou estado de ânimo). O que teria ocorrido se Maurício, Eloísa e Vitória tivessem alterado o rumo de suas reflexões? Provavelmente, a conduta de cada um teria sido muito diferente.
De qualquer forma, todos somos donos de nossos pensamentos. E, como tais, com maior ou menor dificuldade, podemos nutri-los, dirigi-los, expandi-los, reduzi-los ou rejeitá-los. Muitas pessoas sabem o que fazer quando sentem alguma indisposição física, um resfriado, dor de cabeça ou de estômago. No entanto, poucos sabem o que fazer quando se sentem ansiosos, preocupados, nervosos, irritados ou impacientes. São estados de ânimo tóxicos que devem ser combatidos.Como identificar seus pensamentos negativos? Como saber se eles levarão você a condutas indesejáveis ou a um estado de ânimo negativo? Para evitar pensamentos impróprios, adote um estilo de vida orientado por princípios e valores universais, como: honestidade, responsabilidade, justiça, respeito aos
outros, integridade e veracidade.
Fica aqui uma ressalva: pessoas que tentam desenvolver essa rotina de pensamentos como uma solução em si própria criam, às vezes, uma sobrecarga emocional e uma sensação de “auto-hipocrisia”. A ideia principal é cultivar bons valores, como uma semente, e desenvolver um estilo de vida que cresça gradualmente nessa perspectiva. Os que são guiados por esses ideais acabam nutrindo, de forma natural e espontânea, pensamentos otimistas e edificantes, com os resultados benéficos correspondentes.
No livro The Healthy Mind, Healthy Body Handbook, os pesquisadores David Sobel e Robert Ornstein mostram evidências dos benefícios do pensamento otimista e da sensação de controle sobre algumas áreas da saúde:
Sistema imunológico – A saliva humana contém substâncias químicas que nos protegem das infecções. Os níveis de proteção dessas substâncias são mais eficazes nos dias em que nos sentimos felizes e satisfeitos do que quando estamos tristes.
Câncer – Um grupo de pacientes com câncer foi ensinado a pensar de forma positiva e relevante. Eles também aprenderam técnicas de relaxamento.
O estudo mostrou que os anticorpos desses pacientes se tornaram muito mais ativos que os de pacientes que não haviam recebido essas instruções.
Longevidade– Um grupo de idosos residentes em centros de pessoas da terceira idade passou a ter liberdade para tomar pequenas decisões (tipo de refeição no jantar, escolha de um filme uma vez por semana, etc.). Agindo assim, ficaram mais satisfeitos e felizes. Após um ano e meio, o índice de mortalidade desse grupo ficou 50% inferior ao dos que não tiveram nenhuma possibilidade de fazer escolhas.
Curso pós-operatório – Foram apresentados dados da personalidade de pacientes submetidos a cirurgias cardíacas, dividindo-os em otimistas e pessimistas.
Os otimistas se recuperaram mais rapidamente, sofreram menos complicações e retornaram mais cedo a suas atividades.
Saúde em geral – Foi pedido aos participantes de uma pesquisa que elaborassem uma lista de acontecimentos positivos e negativos que, a seu ver, lhes sobreviriam nos próximos anos. Dois anos mais tarde, a saúde de todos foi examinada e se descobriu que, comparados aos de visão negativa, os otimistas quanto ao futuro apresentavam menos sintomas de enfermidades. Uma forma de conseguir o estilo otimista de pensar é rejeitar os pensamentos negativos e substituí-los por opções positivas. Os pensamentos pessimistas costumam surpreender a pessoa de modo automático e sem nenhuma
lógica. Portanto, é importante identificá-los e mudar esse tipo de pensamento. Paulo, por exemplo, antes que se desse conta, estava pensando nos problemas do trabalho, na supervisora irritante, nas “reclamações” da esposa...
O pensamento otimista deve ser uma constante, um estilo de atividade mental. Deve se estender também a todos (ou quase todos) os aspectos da vida. Áreas a se considerar:
Pensamento positivo sobre si mesmo – Procure não formar seu autoconceito comparando-se a personagens da televisão e da vida pública. Todos apresentam uma imagem irreal. Reconheça suas limitações e faça algo para melhorar. Principalmente, não se esqueça de destacar seus valores e habilidades.
Bloqueie e rejeite os pensamentos autodestrutivos. Descubra motivos para agradecer porque você foi formado de um “modo especial e admirável”
(Salmo 139:14).
Pensamento positivo sobre o passado – O passado não pode ser mudado. Você deve aceitá-lo, mesmo com os acontecimentos desagradáveis que ocorreram.
Não culpe o passado pelas dificuldades do presente. Isso é totalmente inútil. Nunca se preocupe com o que aconteceu de desagradável. Esqueça-se das “coisas que ficaram para trás” e avance “para as que estão adiante”, pois existe um grande propósito para sua vida (Filipenses 3:13, 14).
Pensamento positivo sobre o futuro – O futuro pode mudar. Sua atitude de hoje afeta o sucesso de amanhã. Pensando confiantemente e com esperança no amanhã, tristeza e decepção ao refletir sobre suas conquistas. Esse estado de ânimo a acompanhou por vários dias.
• Vitória tinha bom relacionamento com todas as pessoas. Entretanto, teve uma discussão desagradável com seu irmão, e não se falaram mais. Ela não quis fazer as pazes porque sofreu muito com as palavras cortantes dele. Quando relembrava o momento do desentendimento, ficava irada, com o ritmo cardíaco altamente alterado e sentia náuseas.
Nos três casos, há uma clara relação entre pensamento e conduta (ou estado de ânimo). O que teria ocorrido se Maurício, Eloísa e Vitória tivessem alterado o rumo de suas reflexões? Provavelmente, a conduta de cada um teria sido muito diferente.
De qualquer forma, todos somos donos de nossos pensamentos. E, como tais, com maior ou menor dificuldade, podemos nutri-los, dirigi-los, expandi-los, reduzi-los ou rejeitá-los. Muitas pessoas sabem o que fazer quando sentem alguma indisposição física, um resfriado, dor de cabeça ou de estômago. No entanto, poucos sabem o que fazer quando se sentem ansiosos, preocupados, nervosos, irritados ou impacientes. São estados de ânimo tóxicos que devem ser combatidos.
Como identificar seus pensamentos negativos? Como saber se eles levarão você a condutas indesejáveis ou a um estado de ânimo negativo? Para evitar pensamentos impróprios, adote um estilo de vida orientado por princípios e valores universais, como: honestidade, responsabilidade, justiça, respeito aos outros, integridade e veracidade.
Fica aqui uma ressalva: pessoas que tentam desenvolver essa rotina de pensamentos como uma solução em si própria criam, às vezes, uma sobrecarga emocional e uma sensação de “auto-hipocrisia”. A ideia principal é cultivar bons valores, como uma semente, e desenvolver um estilo de vida que cresça gradualmente nessa perspectiva. Os que são guiados por esses ideais acabam
nutrindo, de forma natural e espontânea, pensamentos otimistas e edificantes, com os resultados benéficos correspondentes.
No livro The Healthy Mind, Healthy Body Handbook, os pesquisadores David Sobel e Robert Ornstein mostram evidências dos benefícios do pensamento otimista e da sensação de controle sobre algumas áreas da saúde:
Sistema imunológico – A saliva humana contém substâncias químicas que nos protegem das infecções. Os níveis de proteção dessas substâncias são mais eficazes nos dias em que nos sentimos felizes e satisfeitos do que quando estamos tristes.
Câncer – Um grupo de pacientes com câncer foi ensinado a pensar de forma positiva e relevante. Eles também aprenderam técnicas de relaxamento.
O estudo mostrou que os anticorpos desses pacientes se tornaram muito mais ativos que os de pacientes que não haviam recebido essas instruções.
Longevidade– Um grupo de idosos residentes em centros de pessoas da terceira idade passou a ter liberdade para tomar pequenas decisões (tipo de refeição no jantar, escolha de um filme uma vez por semana, etc.). Agindo assim, ficaram mais satisfeitos e felizes. Após um ano e meio, o índice de mortalidade desse grupo ficou 50% inferior ao dos que não tiveram nenhuma possibilidade de fazer escolhas.
Curso pós-operatório – Foram apresentados dados da personalidade de pacientes submetidos a cirurgias cardíacas, dividindo-os em otimistas e pessimistas.
Os otimistas se recuperaram mais rapidamente, sofreram menos complicações e retornaram mais cedo a suas atividades.
Saúde em geral – Foi pedido aos participantes de uma pesquisa que elaborassem uma lista de acontecimentos positivos e negativos que, a seu ver, lhes sobreviriam nos próximos anos. Dois anos mais tarde, a saúde de todos foi examinada e se descobriu que, comparados aos de visão negativa, os otimistas quanto ao futuro apresentavam menos sintomas de enfermidades.Uma forma de conseguir o estilo otimista de pensar é rejeitar os pensamentos negativos e substituí-los por opções positivas. Os pensamentos pessimistas costumam surpreender a pessoa de modo automático e sem nenhuma lógica. Portanto, é importante identificá-los e mudar esse tipo de pensamento.
Paulo, por exemplo, antes que se desse conta, estava pensando nos problemas do trabalho, na supervisora irritante, nas “reclamações” da esposa...
O pensamento otimista deve ser uma constante, um estilo de atividade mental. Deve se estender também a todos (ou quase todos) os aspectos da vida. Áreas a se considerar:
Pensamento positivo sobre si mesmo – Procure não formar seu autoconceito comparando-se a personagens da televisão e da vida pública. Todos apresentam uma imagem irreal. Reconheça suas limitações e faça algo para melhorar. Principalmente, não se esqueça de destacar seus valores e habilidades.
Bloqueie e rejeite os pensamentos autodestrutivos. Descubra motivos para agradecer porque você foi formado de um “modo especial e admirável”
(Salmo 139:14).
Pensamento positivo sobre o passado – O passado não pode ser mudado.
Você deve aceitá-lo, mesmo com os acontecimentos desagradáveis que ocorreram.
Não culpe o passado pelas dificuldades do presente. Isso é totalmente inútil. Nunca se preocupe com o que aconteceu de desagradável. Esqueça-se das “coisas que ficaram para trás” e avance “para as que estão adiante”, pois existe um grande propósito para sua vida (Filipenses 3:13, 14).
Pensamento positivo sobre o futuro – O futuro pode mudar. Sua atitude de hoje afeta o sucesso de amanhã. Pensando confiantemente e com esperança no amanhã, você está aumentando a probabilidade de um futuro mais feliz. E, se houver algo negativo que possa ocorrer, faça planos agora para preveni-lo em vez de se angustiar.
Alguém se interessa por você e por suas ansiedades (1 Pedro 5:7).
Pensamento positivo em relação ao ambiente e às pessoas – Coloque os “óculos de tolerância” e observe ao redor. Embora nem tudo seja perfeito, existem também coisas belas e experiências agradáveis. Não julgue as pessoas mas confie nelas e as respeite. Aprecie o que fazem de bom. Procure entender seus problemas e ajude-as. Assim, sua atitude causará satisfação. Essas atitudes
promovem uma nova experiência nos relacionamentos (Filipenses 2:3; 1 Tessalonicenses 5:11).
Certos pressentimentos sem nenhum fundamento tomam conta da cabeça de muita gente. São ideias que não têm sentido lógico e causam infelicidade e transtornos. Por exemplo:
• Estamos rodeados de constantes perigos e riscos, e é natural estarmos sempre preocupados e temerosos.
• As pessoas carentes e infelizes não podem fazer nada para melhorar suasituação.
• Para ser feliz e viver em paz comigo mesmo, preciso ser aprovado e amadopor todos os que me conhecem.
• Há sempre uma solução perfeita para cada problema e, se ela não for aplicada, as consequências serão desastrosas.
As declarações acima são enganosas. Concordar com elas pode trazer como consequência dor psicológica e infelicidade. Você deve fazer esforços para identificar e analisar seus pensamentos errôneos. Raciocine de maneira lógica para rejeitá-los e aceitar alternativas melhores.

Controle das tendências mentais
Devido ao estilo de vida ruim de Paulo, seus pensamentos e sentimentos nos últimos meses eram quase todos negativos. Seu estado físico e emocional era resultado de uma série de fatores que precisavam ser analisados com mais calma, mas muito da “atmosfera pesada” que o rodeava tinha que ver com seu diálogo interior. Se seus relacionamentos “externos” não iam bem, seu relacionamento consigo mesmo estava ainda pior.
As pessoas costumam apresentar uma tendência generalizada para os pensamentos positivos ou para os negativos. Em grande parte, essa tendência depende do estilo de diálogo interior, que é contínuo e automático.
Conhecer o tipo de diálogo que realizamos conosco torna-se imprescindível para o abandono dos maus hábitos de pensamento e para a busca por alternativas positivas que ajudem na solução dessas situações. Veja só o tipo de pensamentos de Paulo, como vimos no início deste capítulo, e pense nas
possíveis alternativas:
Autodiálogo negativo – “Tudo isso é horrível”, “não consigo resolver nada”, “minha vida não presta”, “estou perdendo minha família”.
Alternativa – “Não está tão mal. Poderia ser pior”, “talvez, com algum esforço e paciência, eu consiga resolver uma coisa de cada vez”, “nem tudo está cem por cento, mas existem coisas boas em minha vida”, “se eu dedicar à minha família um pouco mais de tempo com qualidade, posso melhorar nosso relacionamento”.
Alguns acreditam que a alegria e a felicidade são coisas do acaso, produto das circunstâncias ou mesmo questão de “sorte”. No entanto, acima do imprevisível está a escolha pessoal. Ser feliz é uma opção. Parece que alguns preferem ser infelizes, mas é possível escolher ser otimista e desfrutar uma
vida razoavelmente feliz. Decisões simples, se forem tomadas com determinação, podem proporcionar grande entusiasmo e prevenir o desânimo.
Veja alguns exemplos: “Decidi que vou ser feliz.” “Hoje ficarei contente e não permitirei que o desânimo tome conta de mim.” “Vou olhar o lado bom das coisas.” “Mesmo que meu supervisor faça enormes cobranças, não me deixarei abalar.”
Ser feliz e desfrutar a vida com alegria e otimismo é um objetivo desejável que vem por iniciativa própria e não de maneira casual.
O pensamento otimista é uma opção excelente para conservar a saúde mental e alcançar metas, mas não dá para crer que tudo se resolve com o pensamento. O otimismo, embora útil, é limitado em certas circunstâncias:
a morte de um familiar, uma catástrofe natural ou um diagnóstico médico grave. Na prática, é impossível ter um pensamento otimista quando estamos muito amargurados ou em situação crítica. O pensamento positivo pode se tornar enganoso e, em alguns casos, fazer com que percamos a visão de certas realidades tristes. Há “buracos negros” dos quais aparentemente é impossível escapar, por mais que gente como Hawking tente racionalizar a questão.
Laura descobriu isso da pior maneira. Porém, quando ela pensava que não
havia mais solução para sua vida, algo mudou!

Fonte: Livro O Poder da Esperança "Segredos do Bem-Estar Emocional"

Rotatividade de Gestão!


Por Paulo Cezar Gouvea


Avaliação de Desempenho


Como já é de conhecimento, começo de ano para algumas empresas significa início do ciclo das Avaliações de Desempenho ou então, revisão daquelas que foram realizadas ao longo do ano anterior e os consequentes ajustes para que os resultados não sejam perdidos ou deixem de receber a merecida atenção.

Para os funcionários, esse é um momento muito oportuno, ou seja, de superação, entrega e acima de tudo, dedicação a fim de almejar algo maior do que um simples aumento salarial. O desafio para provar que é competente e faz jus a um aumento em sua remuneração, mérito (dependendo da empresa) ou até mesmo aquela promoção esperada.

Enfim, muitos são os sentimentos e expectativas envolvidos nesse precioso momento, pois além dos pontos citados, considera-se ainda a esperança de realizar um sonho, profissionalmente falando, por isso tamanha a importância e valorização da Avaliação de Desempenho. De posse desses números e o consequente resultado alcançado, é possível empresa e empregado chegarem a um denominador comum, ou seja, o reconhecimento propriamente dito.

Ressalta-se, porém, uma prática comum existente em algumas empresas que utilizam a Avaliação de Desempenho: a rotatividade de gestão, ou seja, a troca de coordenadores em várias áreas da companhia. Por exemplo, gestor que estava na Área Financeira passa a responder pela Contabilidade e quem estava na Contabilidade, passa a responder pelo RH e por aí vai. O argumento nessa situação é de que a companhia precisa oxigenar as Áreas, efetuando as trocas na gestão e sendo essas, estratégicas para o alcance de suas metas e o consequente resultado financeiro, em simples palavras: o seu lucro.

Diante disso, surge a seguinte questão: Como administrar a Avaliação de Desempenho dos seus funcionários? Pois quando ocorre essa rotatividade na gestão, é comum para o gestor que chega, buscar conhecer à sua nova equipe de trabalho, suas metodologias de entregas, atendimento das demandas, enfim, como os seus novos subordinados se comportam durante a rotina diária. 

É interessante ressaltar que essa etapa de conhecimento da equipe de trabalho por parte do gestor, leva certo tempo para amadurecer, pois além de se inteirar sobre as demandas, precisa ainda conhecer todos os processos mesmo que de maneira superficial. “Não é obrigado a conhecer tudo, mas, de tudo conhecer um pouco”, já diz o ditado, por isso também é considerada importante essa adaptação à realidade presente.

Passado esse tempo, entra a questão da Avaliação de Desempenho e é exatamente esse o ponto em que muita coisa acaba sendo perdida, ou seja, os anseios, as expectativas, desejos e os sonhos profissionais que outrora estavam em voga senão retomados e valorizados como se deve, acarreta para o funcionário a desmotivação e a consequente perda de interesse em se esforçar para novas entregas. Pois entende-se que precisará realizar todo o ciclo novamente, recomeçando o que praticamente estava entregue. Em suma, não é errado mencionar nesse caso, que o funcionário acaba prejudicado, além da questão emocional, a profissional também fica abalada.

Nesses casos a fim de evitar que não ocorram perdas para ambos, o ideal é seguir com a Avaliação de Desempenho do início ao fim, isto é, o gestor que começou também deve terminar. Seguramente a companhia conseguirá se manter firme e competitiva, denotando expressiva valorização e respeito do seu principal ativo: o funcionário. Já para o funcionário, esse se manterá motivado e fiel aos seus princípios profissionais, pois sonhar não custa nada, agora, realizar o sonho, esse tem um preço considerável e seja no campo pessoal (auto realização) como no campo profissional, reconhecimento pelo seus esforços e entregas realizados. A oxigenação é importante e toda empresa precisa se reinventar, ainda mais atuando num mercado extremamente competitivo e de tecnologias em constante movimento.




Paulo Cezar Gouvea, Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão da Qualidade, é também Bacharel em Administração, casado, possui uma filha e escreve por gostar dessa que também é uma das mais belas formas de se expressar. Tem passagens pelas Áreas: Administrativa, Financeira, Logística/Operacional e Recursos Humanos.

Saiba as 10 dicas para se destacar na entrevista



1) Estudar o recrutador e não tentar conduzir a entrevista

Com o nome do entrevistador, o profissional pode tentar saber qual é o seu perfil, descobrir algo que pode ajudar a "quebrar o gelo". É importante lembrar que a entrevista não é uma simples conversa, é uma espécie de “prova” e o entrevistador não é um amigo.

"O candidato deve agir naturalmente, mas estar ciente de que está diante de uma pessoa especializada em analisar pessoas, com técnicas para deixa-lo à vontade para conseguir extrair as informações que procura".

2) Pesquisa sobre a empresa

O candidato que se souber qual é a empresa contratante deve levantar o maior número de informações possíveis sobre ela. Conversar com pessoas que conheçam ou trabalhem no setor e, procurar entender quais são os desafios atuais. Informações como origem da empresa, história, tamanho, cultura e valores sempre ajudam sempre.

3) Seja pontual e cuide de sua apresentação pessoal

Chegar com muita antecedência demonstra ansiedade, mas chegar atrasado é o pior dos cenários. O candidato deve chegar 10 a 15 minutos antes do horário marcado para evitar imprevistos.

Com relação a apresentação pessoal, a primeira impressão é a que fica. "É mais seguro optar por roupas mais formais dentro do seu próprio estilo e se certificar de que ele está adequado ao ambiente de trabalho de sua área de atuação".

4) Saber falar de si e de seus resultados

O profissional deve estar preparado para falar a seu respeito, de seu potencial e de sua carreira, de forma estruturada, fazendo com que o entrevistador perceba o quão importante ele pode ser para empresa.

Conquistas e realizações em empresas anteriores é um importante foco nas entrevistas. Contar fatos da vida pessoal é válido se tiver conexão com habilidades potenciais para a vaga e, principalmente se o candidato ainda não tiver experiência e história para contar.

5) Pontos fortes e em desenvolvimento

É importante que o candidato esteja preparado para valorizar suas qualidades e argumentar como lida com seus defeitos sem que eles se transformem em prejuízos na entrevista. Quando questionado sobre seus pontos fortes, o candidato deve expor características pessoais e profissionais positivas e comprovar isso com base em fatos ocorridos no trabalho e feedbacks de colegas e chefes.

"Ele não deve ter medo de falar sobre pontos a desenvolver ou coisas que faria diferente, muitas vezes o entrevistador quer ver como a pessoa lida com seus próprios erros e, nada melhor do que saber reconhecer e mostrar que aprendeu com eles. Afinal ninguém é perfeito".

6) Por que você deve ser escolhido?

"Falando bem de você com coerência em todas as passagens e sem gerar controvérsia sobre algum ponto – passando pelas experiências, formação, idiomas, aperfeiçoamento técnico e profissional e competências comportamentais - ajude o entrevistador a entender o que a empresa ganha com a sua contratação".

7) Use casos e exemplos reais

O candidato deve citar situações reais para exemplificar suas competências técnicas e comportamentais, fugindo de um discurso ensaiado. "Relatar situações reais e resultados concretos, bem quantificados ou qualificados, dará maior credibilidade na hora de avaliar o perfil. Quanto melhor você souber sobre suas datas, seus resultados, números e dados relativos a sua carreira e sua história, mais credibilidade você transmite ao entrevistador".

8) Seja claro, objetivo e verdadeiro

O profissional deve ter clareza sobre seus objetivos de carreira e saber falar dos motivos de saída de empresas em que atuou.

"Não se atenha a situações delicadas que possa ter passado, relate-as brevemente e mantenha foco na sua trajetória profissional, que deve estar muito bem colocada no seu currículo que pode servir para você, como um guia para as respostas na entrevista".

9) Escolha bem suas referências pessoais

Empregadores normalmente solicitam referências e os candidatos devem pedir autorização prévia das pessoas que serão consultadas.

"Não indique antigos desafetos profissionais como referência, como, por exemplo, um ex-chefe com o qual tenha se desentendido. Na medida do possível tente evitar a indicação de parentes como fonte de referência. Isso parece que você não é bem visto pelos demais, além de ser um indicativo de falta de socialização e insegurança pessoal".

10) Esteja aberto a negociação

O candidato não deve "exigir" um valor como remuneração, ele pode falar sobre o seu último pacote e demonstrar flexibilidade com relação ao assunto, caso goste do projeto e sinta confiança na empresa.

"Ao ser abordado sobre pretensão salarial numa entrevista, tenha em mente o que o mercado pratica. Esteja alinhado com a remuneração que está sendo oferecida para a sua função e seu nível e, mostre flexibilidade para negociar de acordo com os benefícios e desafios". 

Fonte: G1

Dicas de leitura da Talentos Brilhantes para a sua carreira:

Clique no assunto de seu interesse:

A difícil arte de escolher uma carreira


Por Tania Klein

"Uni duni tê
Salame minguê
Um sorvete colorê
O escolhido foi você!"


Uni duni tê vagas de empregos


Imagino que não foi ou não será assim que você tratou ou vai tratar a escolha de sua carreira, nem permitirá que seus filhos assim o façam, não é mesmo?

Mas, por que é tão difícil escolher o caminho profissional a seguir?
Em nossa forma de pensar, principalmente com nossas crenças, ao escolhermos algo, deixamos outras coisas de lado, como se nossa escolha traçasse o caminho do fim, sem volta, sem retorno, sem a menor possibilidade de mudança, praticamente uma sentença de morte. Mesmo de forma inconsciente, você pode estar sofrendo por isto, que não foi criado por você, mas que sem querer, faz parte de sua vida.

Muitas vezes nossas escolhas são baseadas em desejos dos outros, ou na admiração que existe por alguém, como os pais “heróis”, ou até mesmo para se dar continuidade a negócios de família. Sem contar que, normalmente precisamos realizar nossa primeira escolha, novos, sem a vivência ou a orientação necessária.

Outro fator complicador é que muitas profissões estão entrando em extinção, enquanto novas áreas estão surgindo. Mas, até que se tornem conhecidas, ou que gerem confiança, as escolhas podem ficar comprometidas.

O resultado de uma escolha equivocada pode ser a frustração e a estagnação, ou seja, o profissional acaba não evoluindo, ou sempre sente a falta de algo, sem atingir sua plenitude e felicidade.

Este assunto não é nenhuma novidade e certamente, você já parou para pensar sobre os caminhos que seguiu ou tem se questionado sobre os que seguirá.  O ponto que me faz, novamente falar contigo sobre escolhas profissionais, é que ainda vejo, infelizmente, muitas pessoas decidindo seus caminhos usando argumentos equivocados, superficiais e que não ajudarão a conquistar a felicidade - que todos buscamos, não é?

Para ajudar com as possíveis dúvidas que possam surgir, te convido a se observar:

- Quais a perguntas que anda se fazendo?

- Que tipo de sensações, físicas e emocionais tem sentido?

- Quando decide algo, ou por alguma coisa, fica com “resquícios” da decisão em sua mente, como se fossem fantasmas?

- Sente medo? Do que tem medo?

- Consegue montar seu plano de ação, pautado na decisão que tomou e se sente feliz com as possibilidades que podem surgir?

- Como seria sua vida se estivesse realmente pleno e feliz com sua carreira?

- O que te impede de viver essa realização agora?

Em diversas fases de nossas vidas, realizamos questionamentos, profissionais, existenciais e, as vezes nos contentamos com respostas rasas, que nos acalmam por algum tempo, mas que não saciam nosso desejo. É como tomar uma bebida doce para matar a sede. Por alguns minutos, tem-se a sensação de saciedade, mas logo a sede volta ainda mais forte e só com água fresca conseguimos eliminá-la.  Nosso conhecimento sobre nós mesmos é também assim. Somente com as perguntas certas, com vontade real de sair do raso, é que vamos nos aprofundando, nos conhecendo e por conta disso, realizando escolhas melhores, tomando decisões mais assertivas, sendo mais eficientes e eficazes em nossas próprias vidas.


Te desejo muito sucesso! 

Conhece alguém que poderia precisar destas palavras? Compartilha! 

Quer saber mais? Me chama!
Sou Tania Klein

Estou convencida de que todas as pessoas possuem dentro de si o que necessitam para prosperar em suas carreiras, por isso, meu trabalho é de transformar esse conhecimento em ação para que tenham sucesso e prosperidade, através de um planejamento focado e bem estruturado!

Sou idealizadora do programa Profissional Prospero,  para quem deseja ser um profissional brilhante, prosperar na carreira, através do desenvolvimento de competências, quebrando as crenças que o prendem e impedem de chegar aonde deseja.


Tania KleinProfessional &; Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

Final de ano: a crença dos candidatos de que as empresas não contratam no final do ano


Por Tania Klein




Durante  os anos em que trabalhei frente a processos de Recrutamento e Seleção nas consultorias e empresas que atuei, enfrentei uma situação, que acabava se tornando um problema: a crença dos candidatos de que as empresas não contratam no final do ano.

Por que isso se tornava um problema? Pois, ao receber a abertura de uma vaga, o consultor recebe também um prazo para fechar. Se não encontra os candidatos, o processo fica aberto e então inicia-se uma desagradável negociação com o requisitante.

Os candidatos por sua vez, nem sempre tem ideia de que isto acontece. Naquela época, eu ouvia com frequência: “vou para a praia, não arrumei emprego até agora, não será em dezembro que vou começar.” Claro, sem dúvidas, estamos em outros tempos. Há quem prefira não fazer festa no réveillon mas estar trabalhando. Este é seu caso?

Outra coisa importante que acontece neste período do ano, é a abertura de vagas temporárias. O comércio impulsionado pelas festas de final de ano, contrata mais pessoas, que, por cadeia, já estão gerando mais empregos há meses na indústria, ou você acha que a cadeia produtiva do final de ano acontece toda ao mesmo tempo? Não! Algumas começam muitos meses antes. Aqui, um ponto muito importante para você se atentar é que, uma vaga temporária pode se tornar uma vaga efetiva. Vários fatores internos da empresa, do mercado e seus, podem definir se o contrato acaba ou se mantém. Portanto, se puder aproveitar uma vaga temporária, não se preocupe, antes de mostrar seu trabalho, se poderá ser efetivado. Mostre quem é você como profissional e, se a oportunidade surgir, você seja a escolha unânime da empresa.

Juntamente com as oportunidades de emprego, que os candidatos deixavam de aproveitar no final de ano, muitos cursos, acabavam não acontecendo por que as pessoas queriam aproveitar o verão, “descansar” com a família no litoral e voltar a pensar no novo ano. Infelizmente, alguns dias atrás, conversando com uma amiga, ela me contou que um workshop que estava apoiando, não estava fechando a turma e o que diziam: “ah, nesta época do ano não vou fazer um curso, ano que vem eu faço”.

Oi?!

Como comentei acima, eu ouvia esses comentários na época de consultoria, mais de 5 anos atrás, com o mercado aquecido, vagas sobrando, mas, me surpreendo em ouvir agora, em que estamos vivendo outros tempos.
Então, se por acaso passou por sua cabeça, deixar para o ano que vem, buscar sua recolocação, iniciar aquele curso, começar seu processo de coaching, ou qualquer coisa que poderia mudar sua vida se iniciado AGORA, repense, reavalie! O resultado que você está buscando, depende de decisões que você já tomou, ou está tomando exatamente agora. 

Te desejo muito sucesso! 

Conhece alguém que poderia precisar destas palavras? Compartilha! 

Quer saber mais? Me chama!
Sou Tania Klein

Estou convencida de que todas as pessoas possuem dentro de si o que necessitam para prosperar em suas carreiras, por isso, meu trabalho é de transformar esse conhecimento em ação para que tenham sucesso e prosperidade, através de um planejamento focado e bem estruturado!

Sou idealizadora do programa Profissional Prospero,  para quem deseja ser um profissional brilhante, prosperar na carreira, através do desenvolvimento de competências, quebrando as crenças que o prendem e impedem de chegar aonde deseja.


Tania KleinProfessional &; Self Coaching pelo IBC - Instituto Brasileiro de Coaching, Especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Tuiuti do Paraná, Pós Graduada em Psicologia Organizacional e Graduada em Psicologia pela mesma instituição. Mais de 15 anos de atuação dentro da área de Recursos Humanos, frente à processos de Recrutamento e Seleção, Treinamentos, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento de Lideranças.

DEPRESSÃO NO TRABALHO E ALGUNS SINTOMAS




A depressão gera perdas de mais de 240 bilhões de dólares ao redor do mundo a cada ano e, até 2020, será a enfermidade mais incapacitante do planeta.

Confira abaixo os fatores de risco que podem desencadear a doença no ambiente de trabalho:

Carga de trabalho desequilibrada
Escalas inflexíveis, longas jornadas ou horários não sociais e sistemas de turnos mal desenhados podem ser gatilhos. Ter muito ou pouco para fazer e trabalhar sob pressão, com ritmo sempre acelerado, também contribui para a doença.

Clima organizacional ruim
Contatos difíceis com pares ou gestores ou um trabalho solitário influenciam na qualidade de vida. O clima ruim é uma alavanca para o desenvolvimento ou para o aprofundamento da doença.

Cobrança exagerada, fora da realizade
A cobrança incessante por metas inalcançáveis e a sensação de estar sendo avaliado o tempo todo colaboram para desestabilizar. Assim como a competição constante entre os pares, com um tentando superar o outro de forma incisiva.

Processos árduos, massantes e estressantes
Atuar em uma empresa com procedimentos incômodos ou arbitrários, processos morosos e burocráticos, problemas de comunicação e falta de integração entre diferentes setores, tudo isso eleva o nível de estresse.

Sensação de instabilidade de engajamento na empresa
A motivação é afetada quando há falta de segurança no cargo ou uma percepção de falta de equidade em relação ao que é oferecido aos pares.

Indefinições processuais e discrepância de valores
Falta de clareza quanto às expectativas e às responsabilidades e incompatibilidade entre os valores do empregado e a filosofia da empresa podem desencadear a doença.


Por que é interessante o processo de Orientação Profissional para jovens que estão concluindo a graduação?


Por Daniele B. Rodrigues


Orientação Profissional para jovens


Muitos jovens no último ano da graduação e na véspera da formatura vivenciam um misto de alegria e angustia. É novamente um processo de mudança, transformação, a qual o jovem vivencia de forma intensa. É muito semelhante ao processo de escolha profissional para ingresso na faculdade. Mais uma etapa da vida que está prestes a se concluir e outra a se iniciar. E quanto isso gera dúvidas e inseguranças. Muitas vezes representa o corte do cordão umbilical com a família, que representa o real início da fase adulta. 

E agora, o que faço? Não sei com o que trabalhar? Não consigo me sustentar sozinha? Terei que voltar para a casa dos pais quando sair da faculdade? Enfim, dúvidas que surgem diante do novo ciclo. 

Há muitos relatos de desejos em prestar concurso (não necessariamente para a profissão que estão se graduando); interesse em prestar novo vestibular para outro curso; não conseguir concluir o trabalho de final de curso e até mesmo que não alcançar os resultados que esperavam nas práticas de estágio. E ao longo do processo identifica-se que todos estes supostos desejos e insatisfações giram em torno do medo da formatura, pois este representa a reavaliação das escolhas feitas, das experiências vividas, assim como a antecipação daquilo que está por acontecer. 

E esse aspecto vai além dos processos profissionais, engloba todo um projeto de vida.  

A mudança da universidade para o mercado de trabalho pode ser compreendida como uma fase onde o recém formado tem a possibilidade de analisar os diferentes caminhos viabilizados pela profissão, sendo importante se permitir vivenciar diferentes papéis. 

E neste momento que entra em vigor mais um momento onde a prática da Orientação Profissional é primordial. Desta forma, é desenvolvido um trabalho que concilia os sonhos do orientando e os dados de realidade, para que estes sonhos não sejam vistos como algo distante e inatingível, mas, como algo que requisita a construção de etapas. A estratégia de preparação para a inserção no mercado de trabalho é desenvolvida de forma que o orientando possa se permitir, para além dos medos, reconhecer os conhecimentos adquiridos e as habilidades desenvolvidas ao longo do período de formação, atrelado com informações sobre o mercado de trabalho em sua área. 

Na Orientação Profissional o jovem encontra-se com dificuldade para exercer uma escolha, independente do que está influenciando esse processo. Nesse sentido, a orientação ressignifica o que está ocasionando essa dificuldade de escolha. Isso se dá a partir de um processo de construção, onde constrói sua trajetória no mundo do trabalho integrando suas várias dimensões de vida, se apoderando para a escolha. E isso ocorre a partir do amadurecimento e construção de um plano de carreira, a qual se viabiliza a partir da integração das diferentes dimensões da sua vida. 

Por isso é importante buscar auxilio profissional para a redução de suas angustias, ansiedade e frustrações, em casos de sentimentos exagerados e que estejam lhe prejudicando nas atividades diárias ou nos relacionamentos interpessoais. Se estiver atrapalhando o andamento da faculdade, dificultando a concentração para o TCC e estágio obrigatório, seria interessante buscar pelo processo. Manter a mente serena é de extrema importância para o adequado fechamento do ciclo e melhor planejamento das ações que virão na fase profissional. 

Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
https://www.linkedin.com/in/daniele-rodrigues-225b5041/

O que é Orientação Vocacional/ Profissional?


Por Daniele B. Rodrigues



A adolescência é a fase da vida marcada pela transformação. É nesse momento que ocorre uma série de mudanças físicas, cognitivas, emocionais e sociais. Nesse momento o adolescente depara-se com uma série de escolhas que definirão o seu futuro, dentro delas, a profissional.

Nesse momento não é apenas a decisão por uma profissão, mas sim por um estilo de vida que irá influenciar toda a sua vida. Por isso é extremamente natural que nesta fase apareçam dúvidas, insegurança, conflitos e ansiedade, que caso se deixem arrastar muito tempo poderão traduzir-se na necessidade de consulta psicológica.

Por isso é importante nessa tomada de decisão levar em consideração a personalidade, dificuldades e habilidade. E as aptidões e interesses pessoais devem estar diretamente relacionadas à realidade da área de atuação. 

E como funciona a decisão vocacional?  Primeiramente é preciso listar as coisas que gosta de fazer, o que sabe fazer, o que tem facilidade e o que sonha para o seu futuro. Na sequencia, pesquise sobre profissões e avalie a rotina de trabalho com a lista que você fez. Depois, busque conversar com pessoas conhecidas que atuem com as profissões que são alinhadas com o que listou. Pergunte como foi o processo de escolha da profissão, as dificuldades enfrentadas, condições de trabalho e rotinas do dia a dia.  E se mesmo com essas dicas as dúvidas persistirem, seria interessante uma orientação profissional.

No processo de orientação, há a condução por um psicólogo habilitado para essa finalidade, a qual irá mapear o seu perfil pessoal e comportamental e analisar as áreas de atuação correlatas. Não é o profissional que irá fazer a escolha, mas sim o próprio adolescente, através do direcionamento de atividades que levam ao autoconhecimento. E como instrumento é utilizado provas de interesses, aptidões e personalidade, testes vocacionais, anamnese clínica e psicológica. Geralmente há uma entrevista inicial para diagnóstico de necessidades de orientação vocacional e identificação das expectativas do jovem e dos seus responsáveis. Na sequência ocorre a avaliação, onde ocorre a aplicação de testes, geralmente necessitando 3 ou 4 sessões. Após fazer o levantamento de dados e avaliação dos cursos, o adolescente faz as suas escolhas mais fortes e agenda-se uma entrevista com profissional experiente nas áreas definidas. Posteriormente é discutido com o adolescente sobre as entrevistas e finalizado com a entrega do relatório final. E quando se trata de menores de idade, esse fechamento se dá também com os pais e/ou responsáveis. 

Esse trabalho visa promover o autoconhecimento no adolescente, proporcionar escolhas mais conscientes, fornecer informação técnica e especializada das profissões de interesse, contribuir para o amadurecimento de ideias e desenvolvimento de competências comportamentais. E quando envolve influência familiar, esse ponto é também sinalizado e orientado aos responsáveis.

Independente da escolha profissional, o processo de orientação vocacional possibilita um caminho para a saúde mental, pois reduz significativamente a ansiedade gerada a partir da dúvida e impossibilidade de escolha, direciona a auto percepção e encaminha para melhor qualidade de vida. 


Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
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Os desafios do mercado de trabalho atual para os adolescentes


Por Daniele B. Rodrigues



A fase de escolha profissional é um momento de ansiedade e repleto de obstáculos a serem vencidos. O adolescente, muitas vezes, recebe influências e pressões familiares, cobranças por decisões rápidas, ouve paradigmas pré-estabelecidos e sente dificuldades em seguir num caminho diferenciado. É um momento que precisam tomar decisões sérias e importantes que terão influencias para a sua vida inteira. Não existe a maturidade que o momento exige, pois essa fase é um período de dúvidas e angústias naturais, que direciona para si mesmo, o grupo inserido, o seu próprio corpo, sua sexualidade, dentre outras questões. Por isso, ter apoio de alguém que haja como orientador é de vital importância nesse processo. Esse adulto orientador se coloca à disposição para ajudá-lo em suas dúvidas e proporcionar um direcionamento para a escolha profissional. Em muitos casos a ajuda profissional torna esse momento mais fácil ao adolescente e também para a sua família. 

Muitos jovens escolhem uma profissão sem a verdadeira vontade, baseados em falsas ideias, sem pesquisa ou conhecimento da área de atuação. Sem contar quando a escolha é feita nas expectativas dos pais ou aspirações financeiras no futuro. E isso é mapeado pelo profissional durante a orientação vocacional/ profissional.

No processo de orientação vocacional/ profissional o psicólogo não faz apenas a aplicação de testes como usualmente as pessoas confundem. O que ocorre é um processo maior, contextualizado, com resultado de testes atrelado ao levantamento de gaps, habilidade e avaliação comportamental. Esse trabalho ocorre com algumas sessões e possibilita ao adolescente a percepção de si mesmo, num processo de autoconhecimento e escolhas amadurecidas e conscientes. Isso não é passe de mágica, mas sim fruto de uma construção direcionada a auto percepção, o que possibilita a tomada de decisões e argumentação sólida e bem fundamentada. É claro que outros aspectos serão mapeados, e se for o caso é direcionado para psicoterapia. Mas isso é feito separadamente e não tem relação de obrigatoriedade de um processo com o outro. A orientação vocacional/ profissional apenas levanta os aspectos emocionais e psicológicos que influenciam no processo de escolha de uma profissional, porém compete a pessoa (e seus pais/ responsáveis) a decisão de fazer ou não um tratamento psicológico.

O adolescente que faz um processo de orientação vocacional/ profissional sai mais amadurecido de suas escolhas e empoderado de suas decisões. Quando o processo é feito em menor de idade, o feedback é dado também aos seus pais. E quando percebe-se a forte influência familiar, isso também é posicionado, da forma adequada e contextualizada.  

O interessante desse processo é a possibilidade que o adolescente tem de conhecer profissionais da área e entrevista-lo na sua rotina laboral, o qual posiciona as principais dificuldades encontradas na profissão, desde o período acadêmico até sua prática atual. Ter esse momento com profissionais habilitados e estratégicos possibilita o adolescente ter o conhecimento do todo nas áreas de atuação que mais lhe chamaram a atenção. Na maioria das vezes as entrevistas ocorrem com profissionais de 2 ou 3 áreas diferenciadas e que geram dúvidas na decisão. Assim, a escolha final será baseada em situações reais do mercado de trabalho e não em fantasias e/ou paradigmas errôneos. 

Proporcionar esse processo ao adolescente é investir em saúde mental, pois gera autoconhecimento, amadurecimento de seus gaps e habilidades, escolhas conscientes e melhor equilíbrio emocional.  
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Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
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Os desafios do mercado de trabalho atual em época de crise econômica


Por Daniele B. Rodrigues



A velocidade em que ocorrem mudanças no mercado de trabalho é assustadora. É muito rápido os avanços tecnológicos. Lançamento de novas máquinas que substituem a mão de obra humana é demasiadamente comum. E isso exige do profissional novos conhecimentos, novas interações acadêmicas e sempre sempre sempre estar antenado e atualizado na sua área de atuação. As relações de trabalho estão se alterando, exigindo flexibilidade, dinamismo e profissionalismo.  E aqueles que não conseguem acompanhar esse ritmo, infelizmente são descartados.

E nesse momento de crise econômica, essa situação se torna cada vez mais comum. A baixa qualificação profissional, atrelado a baixa escolaridade, dificultam ainda mais a recolocação no mercado de trabalho. Sobra-se mão de obra operacional e falta mão de obra especializada e estratégica. E isso gera mão de obra excedente, impactando em redução de salários e aumento das exigências profissionais.

Em momento de crise, se faz necessário reinventar. Buscar qualificação profissional constantemente. E antes que digam que desempregado não tem como fazer isso, eu já antecipo a resposta: Tem sim. Há várias instituições de ensino que ofertam cursos gratuitos, da mesma forma que há disponíveis na internet. Existe constantemente lançamentos de congressos on line, com palestras disponíveis pela internet. E com ótimos conteúdos.

Da mesma forma que vale a pena investir em conhecimento sobre empreendedorismo e marketing. Nunca ninguém é tão ruim que não tenha o que aprender e nem tão bom que não tenha nada a ensinar.  Pensando nesse sentido, por que não avaliar o que o mercado está carente e você sabe fazer para investir numa carreira autônoma. Pesquise as necessidades do seu nicho, estude sobre estratégia e planejamento, busque auxílio do Sebrae para informações para microempreendedor. Veja na internet as inúmeras dicas e pense em agregar algo no mercado digital, tão em alta no momento.

Já que você já está fora do mercado de trabalho, reinvente-se! Crie, inove, descubra suas novas aptidões. Pense em algo que lhe faça feliz e faça a voltar a ter brilho nos olhos novamente. Avalie se o seu emprego anterior lhe trazia a felicidade que tanto almeja. Se isso não acontecia, pare para pensar se vale a pena buscar um emprego no mesmo segmento.

Passamos a maior parte do tempo no trabalho. Mais do que o tempo destinado à nossa família. Por isso é importante refletir sobre o que gostamos de fazer para que nesse momento de recolocação o objetivo não seja apenas um trabalho e um salário no final do mês, mas sim ter uma fonte de renda prazerosa e que lhe faça ter prazer em levantar cedo todos os dias, faça frio ou faça sol. Trabalhar não deve ser apenas ter dinheiro para pagar as contas, mas sim algo que lhe agregue todos os dias e motivo para se tornar uma pessoa melhor.

Como já disse Confúcio, escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um dia em sua vida! D


Daniele B. Rodrigues, Profissional com atuação na área de Gestão de Pessoas e Saúde, graduada em Psicologia pela PUCPR, Especialista em Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas. Expertise em Avaliação Psicológica e Avaliação Grafológica. Formação em Auditor Interno da Qualidade, Seleção por Competência, Orientação Profissional/ Vocacional, Coaching, Mentoring e Holomentoring® do Sistema ISOR®, Terapia Floral em andamento.  Possui diversos cursos de qualificação na área de Desenvolvimento Humano e atuação com atividades estratégicas de RH. Experiência com processos de avaliação psicológica (para fins ocupacionais e clínicos). Leciona temas de Relações Humanas no Trabalho em cursos técnicos da área da saúde. Acompanhamento psicológico à pacientes e familiares hospitalizados, internados em unidade de terapia  intensiva, cuidados oncológicos, clínicos e cirúrgicos.
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